ORA SEMPRE COMIGO
Ora sempre comigo
Unicamente aquilo necessário
Porque o Senhor já aguenta tanta troça
Que seria deveras injusto
Declinar-Lhe o breviário inteiro
Pela simples tola mania de rezar
Apesar de quão desumanos
Por vezes consigamos ser
Nosso Pai permanece envolto
Em seu interminável projeto de eternidade
Redefinindo nossos mundos
Concentrado em traçar Suas linhas atemporais
Esmerilhando a formula de vida
Confidenciando à Trindade
A grandiosidade da própria obra universal
Apesar de quão desumanos
Por vezes parecemos ser
Deveria nos bastar que Ele fique aqui
Tão junto a nós, assim próximos,
Para que nos sintamos por natureza confitentes
Peremptoriamente protagonistas de Sua glória
Confortavelmente amparados e capazes
Do merecimento Dele habitar em nós
Apesar de quão desumanos
Por vezes insistimos ser
Não atrapalhemos portanto Deus
Com as impurezas que nossa indignidade
Não consegue resolver
Muito menos O incomodemos
Com as obliteradas lamentações
Pelo que não dispusemos compor
Manter ou conquistar
Em razão da nossa preguiça em fazer
Ainda que tão humanos
Por vezes tentamos conseguir ser
Unicamente aquilo necessário
Porque o Senhor já aguenta tanta troça
Que seria deveras injusto
Declinar-Lhe o breviário inteiro
Pela simples tola mania de rezar
Apesar de quão desumanos
Por vezes consigamos ser
Nosso Pai permanece envolto
Em seu interminável projeto de eternidade
Redefinindo nossos mundos
Concentrado em traçar Suas linhas atemporais
Esmerilhando a formula de vida
Confidenciando à Trindade
A grandiosidade da própria obra universal
Apesar de quão desumanos
Por vezes parecemos ser
Deveria nos bastar que Ele fique aqui
Tão junto a nós, assim próximos,
Para que nos sintamos por natureza confitentes
Peremptoriamente protagonistas de Sua glória
Confortavelmente amparados e capazes
Do merecimento Dele habitar em nós
Apesar de quão desumanos
Por vezes insistimos ser
Não atrapalhemos portanto Deus
Com as impurezas que nossa indignidade
Não consegue resolver
Muito menos O incomodemos
Com as obliteradas lamentações
Pelo que não dispusemos compor
Manter ou conquistar
Em razão da nossa preguiça em fazer
Ainda que tão humanos
Por vezes tentamos conseguir ser
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia