Um menino e seu livro falante
Certa vez,estava um menino em sua casa,sem ter nada para fazer,apenas,se queixando,consigo mesmo,sobre a mesmice de sua vida.
Enquanto,ele estava deitado no sofá,vendo uma vasta coleção de livros de seus pais na estante da sala-de-estar.
E menino,só olhava para os livros e nada dele pensar na hipótese de ler algum livro de seu interesse.
Mas só que,de repente,quando o menino,na maior monotonia,daquele certo dia,quase prestes a dormir de tédio no sofá.
Um livro qualquer,entre muitos dos que tinha ali,na estante,criou vida e lhe chamou atenção,dizendo assim:''Ei!Garoto!Acorda!
O menino,abriu os olhos,repentinamente e não quis acreditar, naquilo que estava lhe acontecendo de um livro lhe falar.
O menino,então,lhe perguntou:Como você pode falar?
O livro lhe respondeu:Eu posso falar da mesma maneira que você pode ler!Simples Assim!
Pois então!Agora,pare de falar você e venha logo ler,o que,eu tenho a lhe oferecer de cultura.
Enfim,leia-me!Afirmou o livro falante!
O menino,um tanto quanto,abismado com a situação,achando que estava louco diante daquilo.
Por que onde, se viu antes,um livro criar vida e começar a falar?Perguntou-se a si mesmo!
Aí,logo em seguida disso,aquele menino entediado de antes,pegou o livro falante e começou a lê-lo,ansiosamente.
Assim que o menino começou a ler o livro falante,este,disse-lhe a seguinte última frase:''Nós livros sempre falamos,mas é só através do folhear da leitura de nossas páginas absorvendo nosso conteúdo proposto para que assim vocês ''Seres Humanos'' possam nos escutar''.
Dito isto,o menino despertou,de vez,o gosto pelos livros e nunca mais deixou de ler em toda sua vida.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
Enquanto,ele estava deitado no sofá,vendo uma vasta coleção de livros de seus pais na estante da sala-de-estar.
E menino,só olhava para os livros e nada dele pensar na hipótese de ler algum livro de seu interesse.
Mas só que,de repente,quando o menino,na maior monotonia,daquele certo dia,quase prestes a dormir de tédio no sofá.
Um livro qualquer,entre muitos dos que tinha ali,na estante,criou vida e lhe chamou atenção,dizendo assim:''Ei!Garoto!Acorda!
O menino,abriu os olhos,repentinamente e não quis acreditar, naquilo que estava lhe acontecendo de um livro lhe falar.
O menino,então,lhe perguntou:Como você pode falar?
O livro lhe respondeu:Eu posso falar da mesma maneira que você pode ler!Simples Assim!
Pois então!Agora,pare de falar você e venha logo ler,o que,eu tenho a lhe oferecer de cultura.
Enfim,leia-me!Afirmou o livro falante!
O menino,um tanto quanto,abismado com a situação,achando que estava louco diante daquilo.
Por que onde, se viu antes,um livro criar vida e começar a falar?Perguntou-se a si mesmo!
Aí,logo em seguida disso,aquele menino entediado de antes,pegou o livro falante e começou a lê-lo,ansiosamente.
Assim que o menino começou a ler o livro falante,este,disse-lhe a seguinte última frase:''Nós livros sempre falamos,mas é só através do folhear da leitura de nossas páginas absorvendo nosso conteúdo proposto para que assim vocês ''Seres Humanos'' possam nos escutar''.
Dito isto,o menino despertou,de vez,o gosto pelos livros e nunca mais deixou de ler em toda sua vida.
Autor: Wilhans Lima Mickosz
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia