Desde sempre
Habitaram-me numa casa…
Numa casa de todos os mundos
Numa casa de todos os seres
A casa não tem porão
Nem sótão a casa tem
É uma casa temporã:
– serôdica e tardia! –
Quando me escondo
A casa sem porão me segrega no ventre
Quando me exponho
A casa sem sótão me pare e revela
Habitaram-me assim
Numa casa sem porão
Numa casa sem sótão
Numa casa de todos os mundos
Numa casa de todos os seres
Numa casa só de mim:
Espelho!
Narcisismo do meu eu
Habitaram-me numa casa…
Numa casa de todos os mundos
Numa casa de todos os seres
A casa não tem porão
Nem sótão a casa tem
É uma casa temporã:
– serôdica e tardia! –
Quando me escondo
A casa sem porão me segrega no ventre
Quando me exponho
A casa sem sótão me pare e revela
Habitaram-me assim
Numa casa sem porão
Numa casa sem sótão
Numa casa de todos os mundos
Numa casa de todos os seres
Numa casa só de mim:
Espelho!
Narcisismo do meu eu
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Lembra:
estatísticas divergem driblam os muros os óvulos o plano de ontem e o mapa pretenso do amanhã vergando a base da estrutura em a…
Darlan de Matos Cunha
pisar nas folhas secas
crocante quando pisoteio as folhas secas do quintal das cidades há uma alegria cretina de sentir com os pés as partículas se desfazendo…
Kátia Surreal
Finalmente !!! - 22/09/2026
Finalmente teve um fim
Depois de tanto sofrimento.
Foi-se a amargura por fim
Da dor que me entristeceu.
…
Armando A. C. Garcia
quem vai pelo bosque
busca-se quem se deixa vai-se pelas folhas perde-se quando é chegada a hora a noite tem o tempo que quiser os dias são escuros tudo qu…
Kátia Surreal