Lisboa
Lisboa,
És cúmplice dos sinais, os meus.
numa saudade de olhos cerrados, os teus.
És ventura, a minha,
maestra da sinfonietta, a tua.
Que me toca, mestiça, num vento que vem do mar.
És Íntima do teu Tejo, também meu.
Das gaivotas que te contam segredos, mas só a ti.
Lisboa vestida, nua , no amor com a saudade, a minha.
Lisboa das luzes, das mulheres, dos amores.
Lisboa mocinha...
eu sou teu como tu nunca serás minha.
És cúmplice dos sinais, os meus.
numa saudade de olhos cerrados, os teus.
És ventura, a minha,
maestra da sinfonietta, a tua.
Que me toca, mestiça, num vento que vem do mar.
És Íntima do teu Tejo, também meu.
Das gaivotas que te contam segredos, mas só a ti.
Lisboa vestida, nua , no amor com a saudade, a minha.
Lisboa das luzes, das mulheres, dos amores.
Lisboa mocinha...
eu sou teu como tu nunca serás minha.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
ABORTO - (I) e (II)
ABORTO - (I)
Medo, angústia, desespero, remorso
Com maior ou menor repercussão
Em função do nível…
Armando A. C. Garcia
Abominação - 08/08/2012
Abomino o ódio e a farsa
O álcool, o vício e a droga,
Corrupção e o comparsa,
A mentira de quem roga.
…
Armando A. C. Garcia