da pele
a pele é o jardim das vaidades
de uma alma que seca
do corpo, arranham
espinhos e já não posso tocar a chuva
as horas fadigam o tempo
corroem a memória
mas quero cobrir-me da casca
e contar sobre a melancolia das folhas
e quando deitar na terra úmida,
me dissolver nas sombras
que dos meus restos
alimentem a terra, mas não por algum pesar
porque a pele é jardim das vaidades
jeronimo
de uma alma que seca
do corpo, arranham
espinhos e já não posso tocar a chuva
as horas fadigam o tempo
corroem a memória
mas quero cobrir-me da casca
e contar sobre a melancolia das folhas
e quando deitar na terra úmida,
me dissolver nas sombras
que dos meus restos
alimentem a terra, mas não por algum pesar
porque a pele é jardim das vaidades
de uma alma que seca
jeronimo
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski