PRISIONEIRA DE MIM MESMA
Às vezes
sinto-me prisioneira
de mim mesma...
Quantas
vezes quis desvencilhar-me
de pensamentos
confusos?
E aqueles
fantasmas que insistem em
perseguir-me?
Debato-me
e tanjo, com as mãos agitadas,
as sombras que me
circundam...
Magoa-me
o fato de não ter o direito de
proporcionar paz à minha
pobre alma!...
Enlouqueço-me
ao pensar que este martírio pode
nunca ter fim...
sinto-me prisioneira
de mim mesma...
Quantas
vezes quis desvencilhar-me
de pensamentos
confusos?
E aqueles
fantasmas que insistem em
perseguir-me?
Debato-me
e tanjo, com as mãos agitadas,
as sombras que me
circundam...
Magoa-me
o fato de não ter o direito de
proporcionar paz à minha
pobre alma!...
Enlouqueço-me
ao pensar que este martírio pode
nunca ter fim...
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