Pensamento II
Mas digam-me lá símios intelectos:
- Porque raio içaram bandeira se as amarras da expressão ficaram em terra? Ou se se elevaram da terra conquistados calibres 7.62mm em vez de milho e batata-doce?
- Não achais vós que ao povo falharam as vénias pelas matas cortadas em destino de machamba? Que na voz dele – o povo - se afirmava uma geografia na qual nos posicionávamos e vós simplesmente esqueceis, de nome e de pudor?
Digam-me lá símios e intelectos:
- Quantos pães caberiam na rodada de uma sirene do vosso motor alemão? Quantas carteiras caberiam desnutridas nos bolsos Cardin que carregam no linho francês de vossas calças?
- Quanto ar encharcaria uma garganta livre das amarras modais a que nos submeteis?
Por vezes desisto! Por outras resisto! Mas insisto, intelectos:
- Que é feito do ideal? Porra!?
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