Ao relento
Ao relento, no sereno da noite
temo ser inexistência
como vi quem inexistiu
por tanto morrer de desejos
de enrolar-se em braços
onde a Não-Reciprocidade
habitava e festejava.
Ao relento, no sereno da manhã
temi o meu reflexo
como em um espelho
entretanto, haviam momentos em
que o reflexo do espelho agisse
tão ríspido e afiado quanto
lâmina de navalha.
Ao relento, no sereno da vida
vi o amor cair do céu
assim como os dinossauros viram cair
o tal do meteoro
O amor sou eu, e eu me devoro!
Não cultive afetos que possam te destruir.
temo ser inexistência
como vi quem inexistiu
por tanto morrer de desejos
de enrolar-se em braços
onde a Não-Reciprocidade
habitava e festejava.
Ao relento, no sereno da manhã
temi o meu reflexo
como em um espelho
entretanto, haviam momentos em
que o reflexo do espelho agisse
tão ríspido e afiado quanto
lâmina de navalha.
Ao relento, no sereno da vida
vi o amor cair do céu
assim como os dinossauros viram cair
o tal do meteoro
O amor sou eu, e eu me devoro!
Não cultive afetos que possam te destruir.
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