Tempestade
O mar bramia em fúria; em todo lado,
o vento levantava a areia fina...
Um ar, perdido em bruma, esbranquiçado,
como se a hora fosse vespertina,
o céu pesado em cinza (que pecado!)
a chuva a fustigar uma ruína.
E veio a tempestade, força viva,
varreu a praia inteira e, foi embora.
Depois o sol ressurge e o dia aviva
as luzes do nascente e faz-se aurora!
Nilza Azzi
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Notas do sal
Vê-se dentro do silêncio pá revirando lavoura vazada em pranto anelando um futuro com memórias talvez de alguma réstia de sol - se a…
Darlan de Matos Cunha
Don't you forget about God
Don't you forget about God Kids it was you God that Gave your life after He created you In his Image And now your kids are Vaping Also yo…
Aldo gabbay kraas
Exemplar
Toma-me, pois, como exemplo, se queres o nebuloso para ti, caso te animes rumo a outros modos que não os teus. Lembra que o perigo não do…
Darlan de Matos Cunha
Humildes destinos.
A natureza desta terra encanta milhares de vidas - nelas estão depositados toda luta e compreensão entre o amor e suas conquistas. Amar é…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*