DUALIDADE (MANOEL SERRÃO)

Poeta, aqui, "intoxicado" que escreve os condenados de cada noite e os sonhos de cada dia...
Poeta, aqui, "escravizado" que escreve em vestes esfarrapadas, versos engomados sob lençóis de cambraia...
As vezes "intoxicado", atravesso inteiro os rios dos meus eternos;
Outras, "crucificado", atravesso inteiro as paredes dos meus infernos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski