A do meio
Doce bebé, nem por segundos te queria largar
Ia trabalhar, beijava-te e tinha vontade de chorar
Cinco horas sem ti, não sabia como aguentar
Como é delicioso te ter, como é bom te amar.
Anos depois, pela minha mão saltitavas, todo o caminho a cantarolar
Esses magníficos saltinhos que me faziam transbordar de alegria.
Crescida, agora, não há no Mundo com quem eu possa melhor conversar
Ninguém que me dê mais prazer em companhia.
Admiro essa tua beleza da qual nem tomas conhecimento
Tuas poucas palavras cheias de sentimento
Tua inocência, timidez, delicadeza e juventude
Tua pela macia, teus olhos meigos e teu perfume
Adoro quando desenhas, quando sonhas e quando escreves
Adoro quando confiando algo importante me pedes
Adoro quando te soltas e saboreias liberdade
Adoro quando me vens matar a saudade
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia