A do meio
Doce bebé, nem por segundos te queria largar
Ia trabalhar, beijava-te e tinha vontade de chorar
Cinco horas sem ti, não sabia como aguentar
Como é delicioso te ter, como é bom te amar.
Anos depois, pela minha mão saltitavas, todo o caminho a cantarolar
Esses magníficos saltinhos que me faziam transbordar de alegria.
Crescida, agora, não há no Mundo com quem eu possa melhor conversar
Ninguém que me dê mais prazer em companhia.
Admiro essa tua beleza da qual nem tomas conhecimento
Tuas poucas palavras cheias de sentimento
Tua inocência, timidez, delicadeza e juventude
Tua pela macia, teus olhos meigos e teu perfume
Adoro quando desenhas, quando sonhas e quando escreves
Adoro quando confiando algo importante me pedes
Adoro quando te soltas e saboreias liberdade
Adoro quando me vens matar a saudade
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