CATADORA DE VERSOS
Às vezes
não apreciamos o silêncio,
(especialmente o interior),
(...) por medo
de saber as verdades que ele
nos revela!
Ó, se é pra elogiar,
eu rasgo o verbo e faço estripulias:
*** Bato palmas!
*** Toco campanhia e saio correndo!
*** Danço e rodopio!
*** Faço o maior alarde!
*** Exibo a minha poesia!
Sou zuadenta
e entusiasta! Ninguém perto de mim
___ perde o brilho no olhar.
E, Flor da Manhã,
se algumas poesias tuas, consideras ''lixo'',
[tu o dissestes],
(...) me viro nos 30
e serei ''catadora de versos'' [no teu lixo poético],
e recicladora de poesias...
não apreciamos o silêncio,
(especialmente o interior),
(...) por medo
de saber as verdades que ele
nos revela!
Ó, se é pra elogiar,
eu rasgo o verbo e faço estripulias:
*** Bato palmas!
*** Toco campanhia e saio correndo!
*** Danço e rodopio!
*** Faço o maior alarde!
*** Exibo a minha poesia!
Sou zuadenta
e entusiasta! Ninguém perto de mim
___ perde o brilho no olhar.
E, Flor da Manhã,
se algumas poesias tuas, consideras ''lixo'',
[tu o dissestes],
(...) me viro nos 30
e serei ''catadora de versos'' [no teu lixo poético],
e recicladora de poesias...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Love him
Love him
People
The same way
I love
My father
He is the one that
Had created you all
In his image
And in god’s ey…
Aldo gabbay kraas
quando a poesia termina
há uma chantagem despercebida quando a poesia termina fica a linguagem do dia a dia essa que sem roupas ou camuflagens fura como cristais…
Kátia Surreal
fugindo da tese
estou poeticamente fugindo da tese mais trágico que isso só o compromisso rompido com a terapia ando fugindo demais de tudo o que é real…
Kátia Surreal
recorro aos ancestrais
quando meu pai me conta sobre suas ascendências indígenas indago à natureza qual minha tribo ela então me diz que minha raiz é o encontro…
Kátia Surreal