Sob o manto do Outono

- para o Kady
Incógnito chega Setembro
Despe cada árvore sitiada entre
As ombreiras da solidão adiada
Sob o manto de Outono saltitam
Sublimes luminescências ludibriadas
Adormecem a vida refugiada na alma hipostasiada
Eufóricos silêncios digladiam-se além e com
Subtis afagos apascentam cada ilusão quase aliciada
Tatuando a fé sob um manto de brisas…ah tão saciadas
Frederico de Castro
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