SAUDADES DA INFÂNCIA
SAUDADES DA INFÂNCIA
Hoje vejo deslumbrado a infância que outrora tive!
Acordava, brincava, estudava quando fazia travessuras e arte...
Levava esbregue da mãe, mas normal...
O que toda criança vive.
Ao cair da noite, o banho a janta...
A cama quentinha me esperava
O beijo da mãe mostrava todo o amor...
Que sentia por àquela criança levada...
Mãe que ensinava ao rebento mesmo com esbregue...
Que não se deveria fazer coisa errada.
Quem dera se toda criança pudesse ser Peter Pan!
Não crescia, não perdia a inocência de ser...
Aquela criança levada, pueril nas ações...
E sem preocupações. Quem dera!
Infelizmente hoje adulto relembro aquela fase de criança...
Que se tivesse noção da velocidade do tempo viveria com...
Mais intensidade! Pois hoje só me resta o peso da idade.
Carlos Roberto Vital
Hoje vejo deslumbrado a infância que outrora tive!
Acordava, brincava, estudava quando fazia travessuras e arte...
Levava esbregue da mãe, mas normal...
O que toda criança vive.
Ao cair da noite, o banho a janta...
A cama quentinha me esperava
O beijo da mãe mostrava todo o amor...
Que sentia por àquela criança levada...
Mãe que ensinava ao rebento mesmo com esbregue...
Que não se deveria fazer coisa errada.
Quem dera se toda criança pudesse ser Peter Pan!
Não crescia, não perdia a inocência de ser...
Aquela criança levada, pueril nas ações...
E sem preocupações. Quem dera!
Infelizmente hoje adulto relembro aquela fase de criança...
Que se tivesse noção da velocidade do tempo viveria com...
Mais intensidade! Pois hoje só me resta o peso da idade.
Carlos Roberto Vital
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