PEDRAS EM PECADOS...
Até as pedras andam, depois dos ventos fortes,
depois da chuva fina...
Até as pedras dormem, depois de um certo tempo,
depois da madrugada...
Até as pedras morrem, depois de atiradas,
depois dos seus pecados...
Marco A. Alvarenga
depois da chuva fina...
Até as pedras dormem, depois de um certo tempo,
depois da madrugada...
Até as pedras morrem, depois de atiradas,
depois dos seus pecados...
Marco A. Alvarenga
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia