O Sentir
Pode sentir?
Pode sentir a vida que passa?
Nos arrasta, em suas horas enlaça
Vida, morte
Lança-nos à sorte
Sorri e chora
Mas nunca vai embora
Pode sentir?
O ar a se esvair
O tempo a caminhar
E no vazio, mutilar?
Tédio
O que resta?
Se nada me presta
Me mantém
Me detém
Me diminui em pressa
O tempo, tão cruel em seu encanto
Silencia meu canto
Destrói meus sentidos
Limita-me a amar o que passou
Dos dias sofridos
Vejo então
A podridão do mundo
Em seu sono tão profundo
E por minha vez durmo
Sonhos carregados nas costas
Ao relento da vida e suas vãs apostas.
Pode sentir a vida que passa?
Nos arrasta, em suas horas enlaça
Vida, morte
Lança-nos à sorte
Sorri e chora
Mas nunca vai embora
Pode sentir?
O ar a se esvair
O tempo a caminhar
E no vazio, mutilar?
Tédio
O que resta?
Se nada me presta
Me mantém
Me detém
Me diminui em pressa
O tempo, tão cruel em seu encanto
Silencia meu canto
Destrói meus sentidos
Limita-me a amar o que passou
Dos dias sofridos
Vejo então
A podridão do mundo
Em seu sono tão profundo
E por minha vez durmo
Sonhos carregados nas costas
Ao relento da vida e suas vãs apostas.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
"Eu sem ti"
Sem ti sou um barco á deriva em alto mar,
sou um campo árido, dificil de cultivar
onde não existe uma só flor.
Sou a onda que va…
Tsunamidesaudade63
O Silencio de Jacob.
Bendito és tu no silêncio de uma noite ... em que teu beijo tem o sabor amargo de abandono. Teus abraços são como cordas de amarras >…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski