Soneto [E eu de cá: mui rijo e díspar, em prece]
E eu de cá: mui rijo e díspar, em prece
Queixando-me sob panteão, destarte
Até que nume me queira que farte
Desta atividade - que me arrefece.
Conjugai-me! Que apenas em quermesse
Identifico-me à dar-nos, e dar-te:
- 'A mor figura verossímil da arte';
Ou símil cousa, que vo-lo enobrece.
Como sequaz, emulado beato
Qu'o enceto genuíno do artefato
Perene condiz - vis à iluminada.
Tredo? Qui-la beata luzidia,
Sob o véu valoroso que lha via:
'A decorossíssima inominada'.
Queixando-me sob panteão, destarte
Até que nume me queira que farte
Desta atividade - que me arrefece.
Conjugai-me! Que apenas em quermesse
Identifico-me à dar-nos, e dar-te:
- 'A mor figura verossímil da arte';
Ou símil cousa, que vo-lo enobrece.
Como sequaz, emulado beato
Qu'o enceto genuíno do artefato
Perene condiz - vis à iluminada.
Tredo? Qui-la beata luzidia,
Sob o véu valoroso que lha via:
'A decorossíssima inominada'.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
"Eu sem ti"
Sem ti sou um barco á deriva em alto mar,
sou um campo árido, dificil de cultivar
onde não existe uma só flor.
Sou a onda que va…
Tsunamidesaudade63
O Silencio de Jacob.
Bendito és tu no silêncio de uma noite ... em que teu beijo tem o sabor amargo de abandono. Teus abraços são como cordas de amarras >…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
vou me expandindo enquanto você silencia
é isso aí vou me expandindo enquanto você não diz quem se cala abre portas para a polissemia e o que não disser sou ator minha cena inici…
Kátia Surreal
Caverna do Amor
Depois de cruzarmos
os cem metros em direção
à Caverna do Amor,
render-me mansamente
aos seus predicados,
Permitindo que o…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski