Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui - e antes disso os meus escritos eram feitos por cópias em xeros de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos - que me ajudaram muito nesta minha caminhada desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias - músicas - dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes novos autores* O engraçado que acho de minha escrita - é que sou muito tímido de as ler em público ... porem me considero capas de explicar os textos por minha mente criadas : pois somente nas poesias ou poemas > consigo transmitir o que sinto - ou que meus olhares veem e deste meu coração à minha mente : as fazem serem todas transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz deste novo mundo ... vos sejam uma chama em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos. é o que posso lhes dizer neste momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*
Lista de Poemas
AVE MARIA.
Ave o céu que te ilumina
recorro a vós. Olhai meu
irmão RENATO de-lhe forças
no coração de grande criança.
Onde reine a vossa paz.
Oh. santíssima
mãe da humanidade -
tenha uma gota oceânica de
piedade para teu sofrimento-
Já que tudo é mistério na
face oculta do senhor Deus
todo poderoso.
Recorro a vossa bondade
se merecido.
- E se tiver um segundo
de vosso tempo
olhai por meus amigos
que o mau se extermine por si só.
e tenha um tempo pequenino
para mim.
Amem
Ademir o poeta.
8
Duas Criaturas - parte três
Se bem me queres -
parte de sua ternura -
somente me deixe carne crua-
Prometa-me o que te peço -
-Pois te darei o
céu - meu bem
amado senhor.
-E de todas as coisas
te serei grato em
tua benevolência -
- se tu me mostrar a tua.
que nestas três partes te escrevi.
Assim esta escrito.
Ademir o poeta.
7
O Incêncio.
Hoje... especialmente neste
dia de hoje.
Dentro de minha mente
ardente - há um deserto
tão quente me
calcinando.
Me queimando
como folhas de árvores
já tão sêcas escaldantes.
Onde uma figura humana
não tem preço e nem água
fria - somente ela quente.
Hoje... especialmente
dentro de minha ignorância
humana - de nada saber
e tudo a perder.
Me faz lembrar dos erros
e acertos e nada desejar.
Hoje , especialmente
-somente desejo andar nú
nas areias escaldantes-
- no deserto de minha
mente - e morrer - bem
devagar nesta loucura -
- Eterna de um céu azul e tão
escaldante.
Estava já escrito
Ademir o poeta.
8
A Semana de um Trabalhador.
Nas segundas feiras - meus olhos
se abrem para o céu - bem cedo
para as estrelas luminosas - para
as ruas clareadas - para a dor de
um ferido pássaro.
Nas terças feiras - meu braços abrem
a porta desta casa - mostrando o tra-
balho incansável deste bom e velho -
coração--BUM >>>BUM>>>
Nas quartas feiras meu espirito se orienta
no corpo - alertando para as nuvens - os -
voos dos patos - das garças - indo para o
sul como sua direção.
Nas quintas feiras sinto o cheiro do mato por
causa da chuva fininha que caem neste mo-
mento - das marés de nosso mar sinto a cal-
maria sem agonias.
Nas sextas feiras olho para a mulher amada
que pelo caminho desta imensa estrada me
deu suporte - tornando meu fardo mais ame-
no e sem muita dor.
Nos sábados a pego no colo - deito-a em meus
braços - olho por toda tua imensidão - e vejo -
a minha amada de corpo tão jovial - atada em
meus desejos de amor.
Aos domingos soam os madrigais campos de
meus olhos - e vejo sem prantos os verdes de
minhas montanhas imaginárias - tão belas -
tão floridas em todo seus esplendor.
Ademir o poeta.
15
C A R L I T O S
C H A R L E S
Charles dos homens adormecidos
pelo tempo - o desejo - da felicidade
de um espaço perdido - do avanço
da modernidade ao desconhecido.
SEU
O corpo inerte na ternura e do amor
ainda tão simples e tão esquecido - por
aventuras com fantasias ou por força da
realidade violenta do nazismo.
AH
C H A P L I N
Chaplin um mirante dos navios humanos
perdidos - um gozo eterno - o principe do
riso não estremecido.
ÉS
O pequeno principe - o ponto do mundo
fazendo as criaturas esquecerem : a brutal
- ronda escura - cobrindo o mundo.
Este é meu ponto visual
Este é Carlitos.
Ademir o poeta.
9
Ao Poeta Vinicius de Moraes.
O P O E T A
Estás agora nas estrelas -
vejo-a como a maior - a mais
bela do universo.
Como fazem falta tuas noitadas
regadas a branquinha e sambas
de uma nota só .
Ah... amigo quando respiravas
teu peito arfava - teu coração brilhava
tanto - que tua alma saia do corpo
e viajava com Tom Jobim.
Oh...amigo quando cantavas sentado
na cadeira de um palco - com um cigarro -
um chope - e a tua criação em dores
de um parto musical - ORFEU - EURIDICE
és um só. Adeus.
Ademir o poeta
6
Um Recado.
Ao poeta maior ...
pode ser grande na tão
pequena Itabira.
Pode ser tão falado - idolatrado.
Mas e Cassimiro de Abreu -
Clarice Lespector
Vinicius de Moraes
Camoes .
Sr. Carlos Drummond de Andrade
és um poeta maior ... mas também
existem os poetas pequeninos
esquecidos... pois com vocês os
maiores que aprendemos.
Adeus.
Ademir o pequenino poeta.
7
O Sol voltará a brilhar.
No dia em que a tarde vier -
arremessada por um raio de luz -
e meu coração bater tão violentamente
em minha pele - e meu corpo todo
pulsar nos seios de minha amada.
O mundo tremerá - perante este acontecimento
sublime - pois somente teu sorriso
arrasará os quarteirões da cidade -
onde nasceu.
Assim se deu tal fato na mente
de um escritor com amor.
Ademir o poeta.
8
O Carro de Mão vai a lua.
Silêncio...Silencio...Silencio...
Escuro breu de um anoitecer. o brilho
da luz da lua à crescer... e tudo é
silencio.
Um homem - uma mulher - uma
criança - um pequeno cachorro >todos
neles adormecidos > e o carrinho de
mão se move - se eleva -
A LUA em sua potência ... baixa a terra em
alados unicórnios e os levam.
-Levam a fome - a miséria - a falta de um
lar - levam teus nomes - viajam ao estrelar -
correm pradarias de mares - onde jamais nenhum perecerá.
Eu sou a LUA da pobreza, sou a cor cinza de
qualquer altar.
Sou unicórnios lendários - desço a terra
de vez em quando - para salvar ... e as marés
sobem - os corações humanos dormem.
(Sou a existência milenar)
Ademir o poeta.
22
Pétalas de uma dor.
Corpo humano na poesia
e na noturna caverna de meu
coração.
Doente de Amor.
- Encontrei a flor de várias
cores - de uma dor.
Esta flor com o passar dos
anos - foram caindo pelo
forte tempo do calor.
Elas foram secando - secando - e
doendo como uma paixão.
E por fim morreu minha amada - no
lençol branco de uma cama.
Eu dormindo > ela partindo para
em silencio eu não sentir
o seu forte calor.
ADEUS.
Ademir o poeta.
8
Comentários (2)
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Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.
A poesia de JRunder
Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.