Tenho um pequeno livro publicado no ano de 2019 . pela editora Buqui - e antes disso os meus escritos eram feitos por cópias em xeros de pequenos e poucos poemas dados aos meus amigos - que me ajudaram muito nesta minha caminhada desde minha juventude - que somente agora no ano de 2023 , resolvi os publicar neste portal de tantos escritores de livros e de poesias - músicas - dos mais antigos até os mais recentes , aos quais me considero um candidato * entre estes novos autores* O engraçado que acho de minha escrita - é que sou muito tímido de as ler em público ... porem me considero capas de explicar os textos por minha mente criadas : pois somente nas poesias ou poemas > consigo transmitir o que sinto - ou que meus olhares veem e deste meu coração à minha mente : as fazem serem todas transcritas. Como textos de natureza fantásticas -realistas - e poéticas . Que a eterna paz deste novo mundo ... vos sejam uma chama em seus espíritos -mentes - corações - e em vossos corpos. é o que posso lhes dizer neste momento. Abraços a todos. *Ademir o poeta*
Lista de Poemas
O Suicida
O pranto das canções
- das emoções -
arrancam os corações /
mesmo os que deprecivos choram os
que nos suicidios encontraram as
destruições.
Correm pelas ruas , pelas
noites/ estrelas vigilantes
são brilhos de carinhos
vivos nos teus caminhos.
O pranto das canções
derramam fios de luzes
no asfalto preto / com
tarjas amarelas brancas / teus
pés lento caminham - e tudo
para --- é clara tua lua.
Ademir o poeta.
12
Dedicado a Ana Fontana.
Grande são as almas
cruzando o espaço/ das
terras indo para o infinito
encontrando os espiritos
nas carnes dos vivos.
Junto as belezas etéreas
das cores, tudo novo , o corpo
os amores/ voltando a juventude
na terra em flores e lirios.
Ana fontana no espaço aberto
correm os espiritos /passam dos
escuros para a luz / Paz... Paz... no mundo
Bendita - Bendita
Ana - terra
o Seu eterno brilho.
Ademir o poeta.
15
Dedicados a Paulo e Helder.
Caminhemos
no dia que há de vir
a resposta dos pés
cansados, mutilados e
muito amados.
Nas noites quente de
verão... pois um
passo sequer nos
poem em solidão.
Caminhemos
na praia de sol nascente
e poente e de faces
erguidas, veremos
o infinito que o Senhor
DEUS nos dará.
Nas estradas sujas , largas
e abandonadas , pois
delas tiramos a face oculta
de nossos semelhantes.
Porque nossos passos se
alargam e passam pelos
nossos pensamentos, deixando-nos
em uma praia de sol poente e
nascente.
Ademir o poeta.
10
Os três Amores.
Mar - Água - Sol
Homem mulher
abraços nas águas
frias que do céu vinha .
Sol - água - mar
Queimavam suas peles
beijos ardentes
se viam.
Água - mar - sol
Amores benditos
banhandos por mundo
de amores.
de Amar.
Ademir o poeta.
10
Flor Assassina
Procurei no passado distante
a fina flor que beijei
e fui largando no caminho
as pétalas quebradas
no destino da vida.
Procurei nos regatos límpidos
a imagem perdida e minhas
mãos deixaram cair
o espelho, quebrando-se
o meu passado e lá se
foi meu reflexo.
Procurei nos passos a
marca dos momentos
e somente vi poeira
a segar-me
Procurei no céu uma
estrela, que brilha
o meu destino. mas
ela desapareceu.
Procurei a maldade assassina
veio tudo, pois a fina flor
que beijei e no caminho deixei
cair, matou-me - enterrou-me.
foi esta minha sina.
Ademir o poeta.
9
A terra Viaja II
O Tempo atravessa
o mundo/universal /
corre o atlântico
este céu azul esmeralda.
O tempo não para
atravessa a terra/ os
animais / as árvores / e as
pedras enormes de meu País.
O corpo absorve o tempo/
corre em nosso sangue/
envelhece a pele e a mente/
ai... o humano e animais
de todas as espécies
morrem.
O tempo leva a terra
ao espaço viajando/ de
encontro a um destino /
Este é Adonai no comando
de uma divina cruz./
e homens renascem como um
fogo eterno e luz.
Ademir o poeta.
27
Maldição II
Se pudese abrir
meu peito - tirar
dele meu coração/
colocalo em uma
bandeja de cobre
pulsando sangue-virando
água-matando esta sêde
de dor e solidão.
Nada eu entendo das
águas quentes do plasma
vida longa/ mas
sei a sede da loucura
combatendo uma paixão.
Por fim esta bandeja de cóbre sêca
e virando - a de lado - jogo-a na areia
seca - deserta de minha maldição.
Ademir o poeta.
12
Aos Negros.
Em negreiros navios
aportaram, magros
suarentos de peles
brilhantes ao sol
como diamantes reluzentes.
Dentes brancos como
a neves, sorrissos de
agonia e sofrimento.
-Alento dos irmãos
no ferro roedor, devorando
sua carne ardente.
-Queimantes
-os olhos choravam -
dar a dor a DEUS e a fome
ao DIABO.
-andando no ventre das
mulheres o nascer se vertiam na
pureza humana latente em vida.
Pois uma faca cortavam
o a barriga - que vertida
em sangue sua terra
mãe longe e distante.
Ademir o poeta.
36
Utopias.
Sinta corpo meu
O vento e seu grito
O grito de minha boca
A solidão dos céus
O barulho dos mares
A vóz de minha alma
O verdejar de meus olhos
O trepidar de minhas mãos
A força de minhas pernas
E a olhe para minha
vida eterna.
Ademir o Poeta.
14
A Casa
Luz sobre as ruas escuras
um homem só/avenida
imensa neblinada
madrugada.
Seu corpo anda em S os
olhos profundos , negros nada
encherga.
Seus pés estão dormentes , a
terra não sente, seu corpo
ainda em S da avenida
não vê coisa alguma.
Mas vem uma claridade
dos céus e o carrega
no ar.
Até seu quarto sua solidão
onde sonha em amar.
Ouve uma voz " dorme
amor, sou eu seu ninar" .
Boa noite.
Ademir o poeta.
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Comentários (2)
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Obrigado senhor JRunder.... meus parabéns pelos bélos textos poéticos.
A poesia de JRunder
Meu caro poeta Ademir... A poesia é estado de espírito. Uma fonte que jorra independentemente do querer. Se é poeta porque se vê a vida como poesia. A lua não é um planeta e o luar não é reflexo da luz do sol. A lua é uma deusa e o luar é sua benção sobre nós. Esse sentido da poesia não requer diplomas e sim, sensibilidade. Esta, o poeta possui de forma natural, mesmo que sequer saiba ler ou escrever. E sua poesia terá o mesmo espaço (não entre aqueles que se imaginam serem donos da poesia, criando regras que jamais se justificarão), terá o mesmo esplendor e a mesma mensagem seja escrita ou cantada. Poesia é amor, Ademir. E basta ter isso no coração.