Lista de Poemas
Se a saudade fosse
Se a saudade fosse uma doença,
Eu estaria em estado terminal.
A.R / RJ - 06/02/2020
Eu estaria em estado terminal.
A.R / RJ - 06/02/2020
488
À Júlia
Na existência de tantas Júlias,
Este é um poema único
para uma única
Júlia.
De sorriso largo e de risada tão apaixonante...
Quando ela ri,
Eu não sei ao certo
o que mais prende-me nesse momento,
Se o som que a risada dela tem,
Se as covinhas de suas bochechas,
Ou seus olhos acanhados pelo sorriso.
Dos olhos verdes,
De uma cor prásiolite tão dela
Que não se dá para visualizar outra cor
tão vicejante para ela.
De cabelos aloirados
Que dançam à beira de seus ombros,
Ah, a cor do sol...
Sim, até porque ela é o Sol.
E tudo que sobrar ao redor,
Somos nós.
Planetas girando e apreciando,
Vivendo e vivenciando o sol dela.
E quem dera pudéssemos nós
Tão meros adentrar
No teu mundo pra acompanhar
E ter a visão do seu eu.
E admirar cada porta
Que leva os teus cantos
E esconderijos.
Dos seus detalhes,
Aos mais sutis,
Como um pensamento abstrato
A qualquer outro pensamento inepto.
E por mais que haja popularidade em teu nome,
Essa Júlia é referta de diferenciais.
Desde de sua risada a quem sabe suas pintas pelo corpo.
Ela é sublime exímio,
Não apenas pelos detalhes de sua tão vivaz beleza.
Mas em todo ser de Júlia,
Você sente um pedaço de vivenda, estirpe...
De um abraço.
De amor,
de uma ternura.
Decerto,
Sabe-se que de alma e de ser,
Há uma venustidade deleitosa
Que encanta,
E por isso ela é tão única
Quanto todos os versos deste poema.
A.R / RJ - Volta Redonda
18/05/2020
Este é um poema único
para uma única
Júlia.
De sorriso largo e de risada tão apaixonante...
Quando ela ri,
Eu não sei ao certo
o que mais prende-me nesse momento,
Se o som que a risada dela tem,
Se as covinhas de suas bochechas,
Ou seus olhos acanhados pelo sorriso.
Dos olhos verdes,
De uma cor prásiolite tão dela
Que não se dá para visualizar outra cor
tão vicejante para ela.
De cabelos aloirados
Que dançam à beira de seus ombros,
Ah, a cor do sol...
Sim, até porque ela é o Sol.
E tudo que sobrar ao redor,
Somos nós.
Planetas girando e apreciando,
Vivendo e vivenciando o sol dela.
E quem dera pudéssemos nós
Tão meros adentrar
No teu mundo pra acompanhar
E ter a visão do seu eu.
E admirar cada porta
Que leva os teus cantos
E esconderijos.
Dos seus detalhes,
Aos mais sutis,
Como um pensamento abstrato
A qualquer outro pensamento inepto.
E por mais que haja popularidade em teu nome,
Essa Júlia é referta de diferenciais.
Desde de sua risada a quem sabe suas pintas pelo corpo.
Ela é sublime exímio,
Não apenas pelos detalhes de sua tão vivaz beleza.
Mas em todo ser de Júlia,
Você sente um pedaço de vivenda, estirpe...
De um abraço.
De amor,
de uma ternura.
Decerto,
Sabe-se que de alma e de ser,
Há uma venustidade deleitosa
Que encanta,
E por isso ela é tão única
Quanto todos os versos deste poema.
A.R / RJ - Volta Redonda
18/05/2020
609
Te perdi
Te perdi
E não foi agora.
Faz tanto tempo,
Mas ainda te procuro aqui fora.
Talvez um dia,
Ou em outra vida,
A gente se encontra e se ama.
Enquanto isso
Deixo as memórias boas de ti em mim
Porque tu me fez poeta
E eu te fiz minha poesia.
Eu te amei e ainda te amarei.
Sinto muito
E sempre sentirei.
Me aperta o peito
Porque sei que não és mais minha
E a tua boca já não tem nosso beijo.
Sempre escutarei nossas canções
E lembrarei jura de amor
Sorrirei porque sei que no fundo não acabou.
Eu te perdi, eu sei
Mas te carregarei comigo
A qualquer canto que um dia passarei.
Eu te amo.
Eu sempre te amei.
Volta Redonda / RJ - AR
07/01/2020
E não foi agora.
Faz tanto tempo,
Mas ainda te procuro aqui fora.
Talvez um dia,
Ou em outra vida,
A gente se encontra e se ama.
Enquanto isso
Deixo as memórias boas de ti em mim
Porque tu me fez poeta
E eu te fiz minha poesia.
Eu te amei e ainda te amarei.
Sinto muito
E sempre sentirei.
Me aperta o peito
Porque sei que não és mais minha
E a tua boca já não tem nosso beijo.
Sempre escutarei nossas canções
E lembrarei jura de amor
Sorrirei porque sei que no fundo não acabou.
Eu te perdi, eu sei
Mas te carregarei comigo
A qualquer canto que um dia passarei.
Eu te amo.
Eu sempre te amei.
Volta Redonda / RJ - AR
07/01/2020
671
Café
Enquanto tomo meu café,
Penso nela.
Penso em mil maneiras paralelas de uma vida entre nós.
Penso nela como penso num plano de férias no final do ano.
Penso nela como a noite de virada para o ano novo.
Ela é como um recomeço.
Enquanto tomo meu café,
Deixo que sorrisos me escapem quando a idealizo frente à mim.
Enquanto tomamos café e rimos das nossas conversas,
Eu olhando-na mais branda ternura apaixonada em busca de não apenas olhar seu lindo físico,
mas sua incrível aura.
Enquanto tomo meu café,
Minha mente divaga num caminhar.
Nós duas pela praça, de mãos dadas a dividir um fone de ouvido.
Escutando nossos blues e MPB.
E as vezes não resisto e a recito o refrão que a faz sorrir.
Enquanto tomo meu café,
Mastigando minhas ideias e minhas ilusões.
Isso me alimenta tanto quanto pães.
Enquanto tomo meu café,
Sinto o cheiro, um cheiro a qual gostaria de compartilhar contigo em todas as manhãs.
Cheiro de chuva, asfalto molhado.
As flores de banho tomado.
Enquanto tomo meu café imagino como seria,
se nesses mundos paralelos onde nos coloquei,
um dia, quem sabe,
pudesse ser minha realidade.
Quem dera eu, tomar meu café ao teu lado.
Dividir o último pão com você.
Te passar o açúcar, rir da vida.
Quem me dera eu, se meu café de todas as manhãs fosse unir minha realidade a sua.
A.R / RJ - Volta Redonda
04/11/2019
Penso nela.
Penso em mil maneiras paralelas de uma vida entre nós.
Penso nela como penso num plano de férias no final do ano.
Penso nela como a noite de virada para o ano novo.
Ela é como um recomeço.
Enquanto tomo meu café,
Deixo que sorrisos me escapem quando a idealizo frente à mim.
Enquanto tomamos café e rimos das nossas conversas,
Eu olhando-na mais branda ternura apaixonada em busca de não apenas olhar seu lindo físico,
mas sua incrível aura.
Enquanto tomo meu café,
Minha mente divaga num caminhar.
Nós duas pela praça, de mãos dadas a dividir um fone de ouvido.
Escutando nossos blues e MPB.
E as vezes não resisto e a recito o refrão que a faz sorrir.
Enquanto tomo meu café,
Mastigando minhas ideias e minhas ilusões.
Isso me alimenta tanto quanto pães.
Enquanto tomo meu café,
Sinto o cheiro, um cheiro a qual gostaria de compartilhar contigo em todas as manhãs.
Cheiro de chuva, asfalto molhado.
As flores de banho tomado.
Enquanto tomo meu café imagino como seria,
se nesses mundos paralelos onde nos coloquei,
um dia, quem sabe,
pudesse ser minha realidade.
Quem dera eu, tomar meu café ao teu lado.
Dividir o último pão com você.
Te passar o açúcar, rir da vida.
Quem me dera eu, se meu café de todas as manhãs fosse unir minha realidade a sua.
A.R / RJ - Volta Redonda
04/11/2019
824
Covarde amor meu
Eu queria sumir,
deixar de existir.
Só pra não sentir
tudo isso que sinto por ti.
Sinto que estou a beira da morte,
o abismo me chama.
Ouço de longe meu nome,
e escuto tua voz me dizendo: venha comigo!
Mas temo eu, que assim a morte seja.
Queria desaparecer, para não sentir
tanto amor assim, que não cabe em mim.
Sou covarde!
Confesso eu, que sou.
Covarde assim como todos que amam
em medo,
covarde a ponto de querer sumir,
desistir,
desaparecer...
Como dói em meu peito
a dor desse amor...
As lágrimas valhas de meu rosto
escorrem pela face.
Deixe-me ir...
O que sinto em meu peito
já não se cabe mais em mim,
muito menos em papéis.
Quero sumir!
Quero te deixar!
Quero esquecer que te amo
e a minha maldita vida continuar.
Quero voltar no tempo e não te encontrar.
Quero dizer a mim que,
seja forte ao te olhar.
Queria, queria tanto e como queria!
Mas sou covarde,
covarde a ponto assim
de querer-te esquecer,
mas adoraria por te apaixonar-me novamente.
Covarde sim!
Meu peito diz a mim: deixe-a ir!
E meu coração retruca: Ame-a aqui!
Nessa incerteza acabei vendo,
que sou covarde
não apenas em em deixar-te,
mas também em amar-te.
A.R / RJ - Volta Redonda
05/06/2019
deixar de existir.
Só pra não sentir
tudo isso que sinto por ti.
Sinto que estou a beira da morte,
o abismo me chama.
Ouço de longe meu nome,
e escuto tua voz me dizendo: venha comigo!
Mas temo eu, que assim a morte seja.
Queria desaparecer, para não sentir
tanto amor assim, que não cabe em mim.
Sou covarde!
Confesso eu, que sou.
Covarde assim como todos que amam
em medo,
covarde a ponto de querer sumir,
desistir,
desaparecer...
Como dói em meu peito
a dor desse amor...
As lágrimas valhas de meu rosto
escorrem pela face.
Deixe-me ir...
O que sinto em meu peito
já não se cabe mais em mim,
muito menos em papéis.
Quero sumir!
Quero te deixar!
Quero esquecer que te amo
e a minha maldita vida continuar.
Quero voltar no tempo e não te encontrar.
Quero dizer a mim que,
seja forte ao te olhar.
Queria, queria tanto e como queria!
Mas sou covarde,
covarde a ponto assim
de querer-te esquecer,
mas adoraria por te apaixonar-me novamente.
Covarde sim!
Meu peito diz a mim: deixe-a ir!
E meu coração retruca: Ame-a aqui!
Nessa incerteza acabei vendo,
que sou covarde
não apenas em em deixar-te,
mas também em amar-te.
A.R / RJ - Volta Redonda
05/06/2019
905
Coisas da vida
Há poucas coisas na vida
que se passam por despercebidas.
Coisas que não notamos
ou não nos damos conta mais.
Coisas que parecem rotina
e logo perdem a graça.
Há coisas que a vida nos dá
e nos tira com a mesma intensidade que nos foi servida.
Coisas que não podemos entender
somente aceitar e compreender.
Coisas que vem,
coisas que vão,
coisas quem ficam,
coisas que nunca saberão,
coisas que nem sequer há uma razão.
A.R / RJ - Volta Redonda
26/05/2019
que se passam por despercebidas.
Coisas que não notamos
ou não nos damos conta mais.
Coisas que parecem rotina
e logo perdem a graça.
Há coisas que a vida nos dá
e nos tira com a mesma intensidade que nos foi servida.
Coisas que não podemos entender
somente aceitar e compreender.
Coisas que vem,
coisas que vão,
coisas quem ficam,
coisas que nunca saberão,
coisas que nem sequer há uma razão.
A.R / RJ - Volta Redonda
26/05/2019
884
Admirável mulher
É admirável assim como és.
Pitoresca assim como é
pela venustidade da cabeça aos pés.
Admirável como uma canção de Alceu Valença,
formosa como Vênus,
encantadora como azul magnético de Netuno,
colossal assim como os lindos girassois de Van Gogh...
Ternura graciosa.
Sublime lacônico encanto admirável.
Admirável não só pela beleza que consigo carrega,
mas o que há dentro de ti.
Estafada e ainda sorri.
Dentro de dias bons e ruins.
Admirável assim como as canções de Tom Jobim,
fineza assim como flores de jardim.
Sem necessariamente caber a mim,
dizer-te tais palavras
para alegrar tua alma,
mas digo mesmo assim.
Escrevo-te em poucos versos, estrofes e linhas
só para encher-te de graça e que sorria.
Admirável seja, mesmo que não acredite nesse poeminha.
A.R / RJ - Volta Redonda
14/05/2019
Esse poema foi escrito à uma pessoa especial.
Pitoresca assim como é
pela venustidade da cabeça aos pés.
Admirável como uma canção de Alceu Valença,
formosa como Vênus,
encantadora como azul magnético de Netuno,
colossal assim como os lindos girassois de Van Gogh...
Ternura graciosa.
Sublime lacônico encanto admirável.
Admirável não só pela beleza que consigo carrega,
mas o que há dentro de ti.
Estafada e ainda sorri.
Dentro de dias bons e ruins.
Admirável assim como as canções de Tom Jobim,
fineza assim como flores de jardim.
Sem necessariamente caber a mim,
dizer-te tais palavras
para alegrar tua alma,
mas digo mesmo assim.
Escrevo-te em poucos versos, estrofes e linhas
só para encher-te de graça e que sorria.
Admirável seja, mesmo que não acredite nesse poeminha.
A.R / RJ - Volta Redonda
14/05/2019
Esse poema foi escrito à uma pessoa especial.
928
Sem ti quem seria eu
Como seria eu se por ti não tivesse caído em amores?
Ainda veria o céu com tantas estrelas de várias cores?
Ainda veria os dias de chuva com tanta melancolia?
Quem seria eu se por ti eu não estivesse tão apaixonado?
Diga-me, minha amada!
O que fizestes comigo para me encantar assim?
Perco em mim o ar.
Perco em mim a razão.
Turbina-me em meu peito todo meu amor por ti.
Minha querida e amada,
Tornaste-me outra pessoa.
Sem ti já não sei quem sou,
já não sabia muito bem antes.
Fez-me ver cores que não existiam,
acreditei até mesmo em conto de fadas
quando caí no teus encantos.
Teu sorriso tornou-se minha oração,
Já não mais agradeço a Deus pelas coisas da vida.
Eu só consigo ver teu sorriso em minhas orações.
Tornou-me outro alguém
amando tanto a ti assim,
levou-me aos céus!
Conheci outras aves,
Outros ares em seu encanto.
Desfiz-me de meu ego
quando por ti me apaixonei.
Troquei as cortinas antigas da sala
e o tapete limpei.
Encontro-me tão apaixonado por esta mulher...
Ah, quem dera ela!
Se ao menos soubesse como fez meu jardim florir
Casaria-se comigo numa manhã de domingo.
Recitaria a ela todos meus poemas.
Todos aqueles poemas que escrevi para ela.
Recitaria este entre outros que sempre exalto
como encanta-me o ser dela.
A.R / RJ - Volta Redonda
08/05/2019
Ainda veria o céu com tantas estrelas de várias cores?
Ainda veria os dias de chuva com tanta melancolia?
Quem seria eu se por ti eu não estivesse tão apaixonado?
Diga-me, minha amada!
O que fizestes comigo para me encantar assim?
Perco em mim o ar.
Perco em mim a razão.
Turbina-me em meu peito todo meu amor por ti.
Minha querida e amada,
Tornaste-me outra pessoa.
Sem ti já não sei quem sou,
já não sabia muito bem antes.
Fez-me ver cores que não existiam,
acreditei até mesmo em conto de fadas
quando caí no teus encantos.
Teu sorriso tornou-se minha oração,
Já não mais agradeço a Deus pelas coisas da vida.
Eu só consigo ver teu sorriso em minhas orações.
Tornou-me outro alguém
amando tanto a ti assim,
levou-me aos céus!
Conheci outras aves,
Outros ares em seu encanto.
Desfiz-me de meu ego
quando por ti me apaixonei.
Troquei as cortinas antigas da sala
e o tapete limpei.
Encontro-me tão apaixonado por esta mulher...
Ah, quem dera ela!
Se ao menos soubesse como fez meu jardim florir
Casaria-se comigo numa manhã de domingo.
Recitaria a ela todos meus poemas.
Todos aqueles poemas que escrevi para ela.
Recitaria este entre outros que sempre exalto
como encanta-me o ser dela.
A.R / RJ - Volta Redonda
08/05/2019
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