Alma  e Gort

Alma e Gort

Eu sou apenas uma mulher guerreira e escriba.Na alma a abastança de elevados desejos de paz, mas, sem muitas esperanças nos homens da terra.

n. 0000-00-00, MIchigan

Perfil
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Permita ao coração

Permita ao coração

Deixa meu coração falar de amor
em toda poesia venha exprimir
o seu felino grito sem fingir
falando dos desejos o sabor

Nem mesmo o tempo pode apagar
tesouros da vida os rudimentos
fêz de encanto todos os momentos
expressando em versos um avatar

Deixa meu coração falar de alguém
quando em algum tempo de ninguém
amou aquele corpo que desejo ainda!

Deixa meu coração expressar sua dor
só entende da paixão quem já amou
e sabe como eu que amor não finda
Ler poema completo
Biografia
Eu sou apenas uma mulher guerreira e escriba.Na alma a abastança de elevados desejos de paz, mas, sem muitas esperanças nos homens da terra.
Na matéria, um corpo talhado pelas lutas da sobrevivência, no coração, as loucuras da insatisfação eterna dos seres inconformados, jamais desejei voltar ao passado ou eternizar-me na terra,porém um desejo ainda tenho,viver um minuto de um amor do que escrevo e sinto.
Sou feliz,se ser feliz para mim é ter liberdade.Sou rica,porque tenho o ouro da terra para contemplar e viver ainda um segundo.Sou fanática
pelo dia que renasce em mim, a cada dia, Sou amante,porque de vêz em quando atropela-me as paixões desenfreadas dos que vivem a poesia.Enfim
meu sol esta se pondo, mas ainda resta os reflexos coloridos e matizados nos restos de céus aonde percorro sem algemas e com livre arbítrio.

Poemas

202

As mil e uma noites

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Se dizes me amas por quatro semanas

Em ti não acredito teu amor é fingido

Só acreditaria se em mil e uma noites

Me desses segredos e os teus desejos



Se dizes que queres em mil e uma noites

Eu te dou meu abrigo e muitos amores

Mais não te julgues o tal ou cara de pau

Pois após teus amores sou mulher fatal



Eu contarei estórias e falarei das delicias

Darei meu riso farei sem juízo amor afinal

Mil e uma noites contigo é praso total



Se não infligires ou iludires e não desistires

Da prova leal então eu te faço saber o final

Eu me entragarei a viver contigo o amor ideal















































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Uma página final

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Detenho- me a imaginar a vida e suas mudanças,

Que seus minutos são fugazes e não perduram,

Quedo-me a analisar suas fases e quanto mudam,

Mas, nela prevalece o forte dominar da esperança.



De que valeria a unidade do tempo sem a glória,

Há no ser e as vaidades, ou sucesso que fenece,

O rumo das vidas segue rápido e ao que parece,

O relógio do acervo vida tem seu tempo e finda.



As dimensões da existência são horas em ousadia,

Somos aprendizes da vida aqui nesta alquimia,

Dos passados humanos as paginas de memórias.



Nos somos um exercito da temível guerra em litígio,

Uns tem glória, um conto, outros um servil destino,

E certo repousaremos nossa alma nalgum paraíso!



Será este conforto pra alma, um repouso eternal,

E será o resumo da historia humana e seu final.

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O mundo dos esquecidos

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O mundo dos esquecidos







Há de se fazer no humano a sua notória

Diante da ciência julga até Deus esquecido

Realidade que fustiga o ser desvanecido

A espreita de nós mesmos sermos julgados

E entre outros tempos em que ficou calado

Faça o homem mortal a sua história



Um Deus nos acuda no mundo em inglória

Debulha sua dor e riso entre as lembranças

Pra depois queixar-se das desesperanças

Sem ter idéia do futuro em sua incerteza

Nada pode mudar em toda esta nudeza

Fazendo o homem mortal a sua história!



Atrás da banda que passa em sua inocência

A vastidão da praça ela nem ver teu pranto

Pois para isto é presa em verossímil encanto

Que entra pela porta enfrente sai nos fundos

Que restará de ti ou que darás ao mundo

Fez o homem mortal a sua história!





Onde estão os que fazem sua vida em glória

Senão se aborrecem e fogem sem a vitória

Porque persistir diante dos corvos famintos

Se a carne é fraca e a tendência é um grito

A guerra já começa na fraqueza e conflito

Fará o homem mortal a sua história!



Deixa derrota ou conquista ou palmatória

Ainda geme as suas dores da mesma seresta

O apelo do vão riso que sua alma empresta

Sem jamais sentir esta paz que inda resta

No mundo do tempo que foi esquecido.

Feito o homem mortal a sua história!





O mundo dos esquecidos

















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Luzes da ribalta

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Luzes da ribalta



Deus provê de algum esquecimento

Não julgue porém que teu lamento

Por certo tocará em muitos corações

No teu sentimento e teu momento



Se amôres antigos tivestes ao lado

Vê que a luz da aurora é um fado

Alertando assim que o dia logo vem

Mesmo saudades sintas de alguém



Baixa a cortina deste teu passado

Se erros cometidos não fizeram bem

Segue em frente agora... acordado!



As luzes da ribalta viu teu pranto

Veste a vida de esperança enquanto

O tempo cura o coração apaixonado



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O CARPINTEIRO

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A lucidez por instantes se vê claro

A ignomínia da existência humana

Supérflua luz que acabada a chama

Chama pra terra se pagando caro

 

Sem domínio próprio os sentimentos

Trocam neurôneos dentro do espaço

E um corpo vitreo é feito em bagaço

Se desfazendo a cada pensamento

 

Não foi calibrado ou feito reparo

Encontrou uma casa sem telhado

E nas estradas roeu-se em pedaços

 

O seu  portfólio se desfez inteiro

Sem solução restou ao Carpiteiro

Consertar a frágil alma do fracasso

 

“Não é este o carpinteiro, o filho de Maria, irmão de Tiago, Joset, Judas e Simão? E as suas irmãs não estão aqui entre nós?”

Mateus 13,55-56 ...:


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Ato de contrição

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Perdoa-me Jesus em fé e sentimento

Sei dos pecados meus já cometidos

Cá dentro d'alma ouço meus gemidos

Pedindo perdão em arrependimento



Perdoai tudo da vida que maldisse

Rancor, mágua, raiva e infidelidade

A infeliz obra da carne tem maldade

Por causa da serpente sem credisse



Eu vos rogo pelo Sangue derramado

Minha incompreensão deste malfado

Me fêz a vítima desta algoz verdade



Tua palavra que resgata da desgraça

Ouve teu filho e lhe concede a graça

Em contrição meu coração abrasa



Pois sou filho pródigo ainda herdeiro

Arrependido estou voltando a casa



































































































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Meu ínvio desejo

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Meu ínvio desejo

Abandonei o velho sonho incolor

Percebi o castelo em ruina desfeito

Tentei inda guardar aqui no peito

As migalhas do que chamei amor

Um estigma que marca o coração

Um desfecho cruento do declinio

São mudanças da vida no arcifínio

Incauto seguir das nossas ilusões

Não deixei incauto os sentimentos

Preparei futurando meu momentos

Mudar o rumo em emersão ousada

E de todo liame pelo qual sobejo

Fecho meus olhos e ainda desejo

Sentir a emoção da paixão passada





































































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A CURA DA ALMA

Há lago indescritível e singelo,

quando adoramos ao nosso Deus,

uma força rara que nos mostra o belo

o reconhecimento de sermos filhos seus.



A graça é a provedora de sua presença,

na imaculada fé em plena conciência,

e quão gratificante é ter por certo,

este infinito amor de deus por perto.



É eterna alvorada que a mente atina

em nossa vida, há fé , a crença brota,

como uma doce balada vespertina



Em que nosso coração no peito em luz,

o qual a glória do pai nos conduz

ao amor maior, nosso senhor Jesus.





Tua natureza pede refinamento

tua vontade carece de quebrantamento,

se procurares tua essência, encontrarás

em Cristo um poder mais penetrante,

do que fostes capaz de experimentar antes.

salmos 119:1a 6

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O cântaro

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Enchi o cântaro da alma sedenta

Pela sede em que me expus na vida

Entre sequela da vida embrutecida

Ao ermo numa busca lenta mergulhei



Os passos que dei e o que assisti

Mostrou-me do quanto tudo muda

Circo onde o ensaio se transmuda

Em cada tempo o ser servo e rei



E de repente assisti muitos enredos

Vi o quanto era inutil os meus medos

Assim a vida envelhecia e meditei...



Vi por fim fora a linha sem contexto

No livro da vida aprendi seus textos

Mostrando nesta vida o que agora sei.



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SÍNTESE DE UM ENSAIO

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Captei nos meus olhos a força da vida

Mas esqueci que o tempo é quem domina

E qundo acordei vi rugas em minha face

Vi que cada marca tinha o meu passado

E neles o meu passo....



Tudo muda até aquilo que nós amamos mais

O mais interessante é que sorrimos sempre

Das fotos antigas como démodé ou atrasada

No entanto antes de tira-las eram modernas

Atualizadas!



Amamos nosso estágio de juvenis acrobatas

Corpo esbelto mais coração em angustias

Queremos mais que nosso amigo em tudo

E olhamos no espelho inventando palhaçada

Numa maquigem bem borrada...



Somos infelizes a rir de alguns professores

Que exigem boas notas e comportamento

Odiamos os nojentos que estudar nos mata

Achamos nos pais velhos e insignificantes

Nos sabemos tudo e eles... nada.



Somos lindos e nem percebos nossa juventude

Sofremos paixões e dores infindas que passam

Tão rápido substituidas por outras iguais

Se soubessemos como tudo vai rápido

Nos dariamos a nós valor e a graça



Chega a maturidade e a velhice assim do nada

Há um inverso pensamento ideia maturada

Ai vemos genética no nosso corpo herdada

Sabemos dar valor nosso pais ,e iguais a eles

Temos mente feliz e conformada





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Comentários (3)

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joao euzebio

TEUS POEMAS SÃO BELOS COMO O DIA QUE AMANHECE TRAZENDO O PERFUME DAS FLORES UM GRANDE ABRAÇO VOLTEI A POSTAR OS MEUS POEMAS AQUI VISITE ME

joao euzebio
joao euzebio

SINTO SAUDADE DE SEUS POEMAS POR ISSO VOLTEI PARA LER ELES E OLHA SÃO LINDOS É PURA POESIA PARABÉNS MINHA AMIGA UM BELA SEGUNDA FEIRA

joao euzebio
joao euzebio

seus poemas me levam a sonhar me levam a voar por ai feito um passaro de volta ao ninho são lindos poemas