O LUTO DA VIDA
Para eu acordar deste pesadelo medonho
Preciso primeiro refletir a vida,
Deixar de lado a dor sofrida
E fotografar o que é simples,
Pois é na simplicidade que existe a beleza!
Ter um belo olhar para o mundo,
Onde o pequeno pode tornar-se grande,
O escuro tornar-se claro,
O feio tornar-se belo...
O fotógrafo concentra-se bastante,
Tem uma paciência incrível
Para conseguir um bom macro
De um simples lagarto na grama.
Ah, este profissional merecia maisreconhecimento,
Que vive atrás do vento
Procurando algo belíssimo para registrar.
Fotografar também é arte!
Ser fotógrafo realmente é incrível!
Profissional que se dedica ao máximo
Por amar as cores, a luz e os efeitos.
A Batalha do Jenipapo tem sua marca!
Uma das mais sangrentas batalhas pelaindependência
já registrada no Brasil, apesar de não serabordada em
livros de história. Mas bemque deveria.
Todos nós piauienses queríamos a liberdade, aigualdade
e sermos, enfim, independentes de Portugal.
E o Estanhado foi decisivo,
pois Fidié aqui acampara
num matagal expr essivo, ondeatravessa depois o P arnaíba,
acampando desta vez no Morro das Tabocas, no estadodo Maranhão,
e, finalmente, é pego e capturado
consolidando-se, assim, a nossa independência .
No fundo do quintal
faço minhas plantações.
Planto milho, bananeira e feijão...
Planto pé de acerola e até de mamão...
Sem dúvida, um verdadeiro canteiro!
Aqui as belezas são intensas
que aprendo o lado bom da vida
com esta pura diversão.
E neste terreiro tão sombreado
aproveito e faço minhas poesias
com um vento que bate suave meu rosto
fazendo-me respirar a vida.
No final, o resultado é uma maravilha!
Quando olho para meu canteiro
vejo que todo o meu esforço valeu a pena,
por isso nunca devemos desistir de nossosideais.
Este é o meu magnífico jardim
presente no meu belíssimo e sombreado quintal.
Seus belos traços tão antigos
hoje se encontram ref ormulados .
E seu belo formato me faz lembrar
daquelas grandes igrejas medievais.
Somente nela está guardado
o segredo do Estanhado,
ogrande mistério do proprietário
daantiga fazenda de gado
hoje a ilustre cidade deUnião.
E é somente esta belíssima Matriz
Soba invocação de Nossa Senhora dos Remédios,
que embeleza ainda mais os católicos
quevivem cantandosempre no ritmo...
mas é no ritmo do sino!
Numa dolência lamentosa vou andando,
E nestas praças desertas peço a misericórdia.
Dai-me, ó Senhor, um pedaço de pão
Para que eu acabe com esta fome que corrói pordentro.
Eu miserando nas ruas e tu miserandas no céu.
Imploro pela misericórdia e o perdão,
Só quero mesmo é um pedaço de pão.
Já nem sinto mais este chão!
Os urubus me cercam, torcem por me ver morto
Estendido nas calçadas deste sujo chão
Que não tem sequer um pedacinho de pão.
Ajoelhado neste asfalto, joelhos com sangue,exaustos!
Sou apenas uma criança a ti implorar, Senhor
Dai-me somente um pedaço de pão.
Uma das civilizações mais antigas
Onde desenvolveu-se o trabalho
Da criatividade e do planejamento.
Uma civilização de solos férteis!
E nestes solos o Nilo regava os plantios,
Por isso, o historiador grego Heródotoafirmou:
“O Egito é uma dádiva do rio Nilo.”
Um verdadeiro canal de irrigação da população!
Com uma cultura basicamente religiosa
Os egípcios eram politeístas
Vivendo em um oásis em meio ao deserto.
Tão magníficas ficaram estas pirâmides!
Com as marcas deixadas pelos soberanos Faraós
Numa arte decorando túmulos e templos.
Escrever também é arte
Aonde o artista vai desenhando a letra.
Equand o menos seespera
Vai surgindo...
Uma crônica
Um poema
Um ensaio
Um conto
Um romance
Uma novela
Ou o que se imaginar.
É um céu pintado à mão!
É uma casa feita de doces!
E numa imaginação a fluir
Na mão a escrever a ilusão
Em uma simpl es folha depapel em branco.
A luz do sol penetra no mar
E vai surgindo várias cores...
É como se tivesse ali um arco-íris
E os peixes saudando suas cores.
O sol que ilumina várias manhãs
Sai de trás das montanhas,
Ajuda as plantas num processo
Chamado de fotossíntese.
Além de muitas grandezas
O sol é a mais bela estrela
Deste imenso sistema,
Numa magnitudea buscar
As mais puras alegrias.
Não acredito emcartas de amor.
Que conhecimento elaspodem nos dar?
Nada. Absolutamentenada.
Pra quê insistir emescrever cartas de amor?
Cartas sentimentais emais nada,
Apenas o ladoemocional é a priori.
Nunca escrevi cartasde amor,
Mas já recebi umacartinha.
Qual a criança quenunca recebeu?
Talvez a criança dehoje em dia
Pois agora as redessociais dominam tudo.
Mas quando eu recebiaquela primeira cartinha
Eu, todavia, só tinhaapenas nove anos
E nem sabia o quesignificava o amor...
Inda hoje ficoboiando quando se fala em amar.
As cartas de amor nãotrazem informações precisas,
Elas recaem nasubjetividade, isto é, em emoções...
Somos parasitas denossos próprios sentimentos
Que só nos deixammais lesados,
Muito mais fora domundo real em que vivemos.
Às vezes temos atécomportamentos estúpidos!
Os ratos que saem dolixo
Corroem o que já écorrompido,
Perturbam os outros,esses malditos!
Malditos ratos,nossos inimigos!
Escondem-se nosforros das casas,
Debaixo do fogão, noarmário
E até na despensa.
Os ratos que“rateiam” a casa
Podem nos transmitirdoenças!
Cuidado com os ratos!
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