Lista de Poemas

ℕ𝕦𝕞 𝕓𝕒𝕣𝕔𝕠 𝕒 𝕣𝕖𝕞𝕠𝕤 !

ℕ𝕦𝕞 𝕓𝕒𝕣𝕔𝕠 𝕒 𝕣𝕖𝕞𝕠𝕤 ! - 𝟘𝟜-𝟙𝟚-𝟚𝟘𝟚𝟝

ℕ𝕦𝕞 𝕡𝕖𝕢𝕦𝕖𝕟𝕠 𝕖 𝕗𝕣á𝕘𝕚𝕝 𝕓𝕒𝕣𝕔𝕠 𝕒 𝕣𝕖𝕞𝕠𝕤
ℙ𝕒𝕣𝕥𝕚𝕦 𝕕𝕒 𝕗𝕠𝕫 𝕠 𝕚𝕟𝕥𝕣é𝕡𝕚𝕕𝕠 𝕡𝕖𝕤𝕔𝕒𝕕𝕠𝕣,
𝔼 𝕤𝕖𝕞 𝕕𝕖𝕤𝕔𝕒𝕟𝕤𝕠 𝕟𝕠 𝕒𝕘𝕚𝕥𝕒𝕕𝕠 𝕞𝕒𝕣,
𝕋𝕖𝕧𝕖 𝕒 𝕒𝕝𝕞𝕒 𝕟𝕦𝕞 𝕔𝕠𝕟𝕥í𝕟𝕦𝕠 𝕔𝕝𝕒𝕞𝕠𝕣,

𝕊𝕦𝕡𝕝𝕚𝕔𝕒 𝕒𝕠𝕤 𝕔é𝕦𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕒𝕓𝕣𝕒𝕟𝕕𝕖𝕞
𝕆 𝕕𝕖𝕤𝕞𝕖𝕤𝕦𝕣𝕒𝕕𝕠 𝕖 𝕥ã𝕠 𝕖𝕟𝕔𝕣𝕖𝕤𝕡𝕒𝕕𝕠,
𝕆𝕔𝕖𝕒𝕟𝕠, 𝕢𝕦𝕖 𝕦𝕚𝕧𝕒 𝕔𝕠𝕞 𝕒𝕤 𝕣𝕖𝕤𝕤𝕒𝕔𝕒𝕤 
𝔽𝕣𝕒𝕘𝕠𝕣𝕠𝕤𝕒𝕤, 𝕢𝕦𝕒𝕝 𝕗ú𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕦𝕞 𝕝𝕖ã𝕠.

𝕆 𝕡𝕖𝕢𝕦𝕖𝕟𝕠 𝕓𝕒𝕣𝕔𝕠 𝕓𝕒𝕝𝕠𝕚ç𝕒 𝕤𝕖𝕞 𝕔𝕖𝕤𝕤𝕒𝕣
𝕆 𝕧𝕖𝕟𝕥𝕠 𝕖 𝕞𝕒𝕣, 𝕝𝕙𝕖 𝕒𝕡𝕒𝕧𝕠𝕣𝕒𝕞 𝕠 𝕔𝕠𝕣𝕒çã𝕠,
𝕊𝕖𝕦 𝕡𝕖𝕟𝕤𝕒𝕞𝕖𝕟𝕥𝕠 é 𝕡𝕒𝕣𝕒𝕣 𝕕𝕖 𝕣𝕖𝕞𝕒𝕣...
- 𝕀𝕣á 𝕟𝕒𝕤 𝕠𝕟𝕕𝕒𝕤 𝕟𝕒𝕦𝕗𝕣𝕒𝕘𝕒𝕣; 𝕤𝕖𝕣á 𝕧ã𝕠,

𝕆 𝕖𝕤𝕗𝕠𝕣ç𝕠 𝕕𝕖𝕣𝕣𝕒𝕕𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕖 𝕥𝕖𝕣𝕞𝕚𝕟𝕒𝕝
𝕊ó 𝔻𝕖𝕦𝕤, 𝕝á 𝕕𝕒𝕤 𝕒𝕝𝕥𝕦𝕣𝕒𝕤 𝕒𝕔𝕒𝕝𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠,
𝔼𝕤𝕤𝕖 𝕧𝕖𝕣𝕕𝕒𝕕𝕖𝕚𝕣𝕠 𝕖 𝕧𝕚𝕝 𝕤𝕠𝕟𝕠 𝕞𝕠𝕣𝕥𝕒𝕝
𝔸𝕡𝕒𝕫𝕚𝕘𝕦𝕒𝕟𝕕𝕠 𝕤𝕦𝕒 𝕗ú𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕖𝕤𝕔𝕠𝕞𝕦𝕟𝕒𝕝.

𝔼 𝕖𝕚𝕤 𝕢𝕦𝕖 𝕤𝕚𝕞, 𝕒 𝕡𝕣𝕠𝕧𝕚𝕕ê𝕟𝕔𝕚𝕒 𝕕𝕚𝕧𝕚𝕟𝕒,
𝕊𝕖𝕣𝕖𝕟𝕠𝕦 𝕖 𝕒𝕓𝕣𝕒𝕟𝕕𝕠𝕦 𝕠 𝕓𝕣𝕒𝕧𝕚𝕠 𝕠𝕔𝕖𝕒𝕟𝕠. 
𝔼 𝕠 𝕓𝕒𝕣𝕔𝕠 𝕕𝕖 𝕕𝕚𝕞𝕖𝕟𝕤ã𝕠 𝕥ã𝕠 𝕡𝕖𝕢𝕦𝕖𝕟𝕚𝕟𝕒,
𝕍𝕠𝕝𝕥𝕠𝕦 𝕒 𝕟𝕒𝕧𝕖𝕘𝕒𝕣 𝕟𝕠 𝕤𝕖𝕦 𝕢𝕦𝕠𝕥𝕚𝕕𝕚𝕒𝕟𝕠 !

𝕊ã𝕠 ℙ𝕒𝕦𝕝𝕠, 𝟘𝟜-𝟙𝟚-𝟚𝟘𝟚𝟝
𝔸𝕣𝕞𝕒𝕟𝕕𝕠 𝔸. ℂ. 𝔾𝕒𝕣𝕔𝕚𝕒

ℕ𝕠 𝔽𝕒𝕔𝕖𝕓𝕠𝕠𝕜 𝕠𝕦 𝕍𝕚𝕤𝕚𝕥𝕖 𝕞𝕖𝕦𝕤 𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤:
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕓𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕔𝕣𝕚𝕒𝕟𝕔𝕒𝕤𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝕙𝕥𝕥𝕡://𝕡𝕣𝕖𝕝𝕦𝕕𝕚𝕠𝕕𝕖𝕤𝕠𝕟𝕖𝕥𝕠𝕤.𝕓𝕝𝕠𝕘𝕤𝕡𝕠𝕥.𝕔𝕠𝕞
𝔼𝕤𝕔𝕣𝕚𝕥𝕒𝕤.𝕠𝕣𝕘
𝔼 𝕔𝕒𝕟𝕒𝕝 𝕕𝕠 𝕎𝕙𝕒𝕥𝕤𝔸𝕡𝕡: 𝔹𝕣𝕚𝕤𝕒𝕕𝕒𝕡𝕠𝕖𝕤𝕚𝕒

𝔻𝕚𝕣𝕖𝕚𝕥𝕠𝕤 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕒𝕚𝕤 𝕣𝕖𝕘𝕚𝕤𝕥𝕣𝕒𝕕𝕠𝕤
𝕄𝕒𝕟𝕥𝕖𝕟𝕕𝕠 𝕒 𝕒𝕦𝕥𝕠𝕣𝕚𝕒 𝕕𝕠 𝕡𝕠𝕖𝕞𝕒 – ℙ𝕠𝕕𝕖 𝕔𝕠𝕞𝕡𝕒𝕣𝕥𝕚𝕝𝕙𝕒𝕣

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Querer não é poder !

Querer não é poder ! -  10-12-2025

 

Aos queros da minha vida

Aprendi a dizer não,

E nesta vida fingida

Todo querer, é em vão.

 

Comedimento e prudência

Uma medida de padrão.

Quem tudo quer, é demência,

Engano, alucinação.

 

Aos queros, sem fingimento,

Há de haver consideração.

Vez que em certos momentos

Não têm justificação. 

 

Transcender o irrestrito

É ir além do limite,

É alcançar o infinito

Sem a deusa Anfritite.

 

São Paulo, 10-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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9

A candura, e alvura !

A candura, e alvura ! - 18-12-2025

 

A inocência é tão pura e tão bela

Desprovida da malícia e falsidade,

A candura, e alvura, é tão singela

Só tem pureza a sua credulidade.

 

Direi até singeleza, ingenuidade

Um atributo pelo bem p´la verdade[AG1] ,

Que pugna pela honra e honestidade

E abomina a mentira e a falsidade.

 

Não está condicionada à ignorância,

Nem conexa, à árvore do bem e do mal.

Somente ao atributo da sã consciência,

Supremacia do Dom espiritual !

 

São Paulo, 18/12/2025

Armando A. C. Garcia

 

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 [AG1]

33

E neste torpor nefasto ! 

E neste torpor nefasto !  - 13-12-2025

 

As chagas das mil loucas desventuras

Que emparelhadas andam na amargura,

Têm espicaçado meu corpo e minha alma

E neste torpor nefasto, perco a calma.

 

Não abrandam as vis chagas desabridas

Nem me poupam do viver sem tais feridas,

No atroz estado de viver deste caduco,

Que age, simplória obra qual maluco.

 

São Paulo, 05-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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9

Tu, a nobre soberana ! 

Tu, a nobre soberana !  - 12-12-2025

 

Carreguei você nas costas,

Dia e noite, noite e dia,

Por ladeiras e encostas

Sem rezingar um só dia.

 

Na obstrusa forma humana

Senti teu peso em meu peito,

Tu, a nobre soberana

Que dormia em meu leito.

 

Desarraigado do fardo

Um dia eu me cansei.

- Fui pior que um bastardo

Nas minhas atribulações,

 

Nas nefastas caminhadas

Infaustas e tormentosas,

Tu, sempre bem alinhada

Bela e esplendorosa.

 

Eu, não passava de nada

Coisa fútil, desventurada

Cansei da vida atribulada,

Arrumei outra namorada.

 

São Paulo, 12-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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8

Das sete virtudes !

Das sete virtudes ! – 16-01-2026

 

Das sete virtudes Cardeais e Teologais

A última a morrer é sempre a esperança

Perde-se a prudência, a justiça, a fortaleza,

A caridade-amor, fé, e a temperança.

 

A última a sucumbir é a tal da esperança

Nos últimos alentos... ela inda está presente.

É derradeira perspectiva que avança

Jamais, e nunca de nós está ausente.

 

Diz o ditado: quem espera, sempre alcança

Onde impera a esperança, desabrocha a flor,

Infindável... é a eterna temperança

O refúgio, e o sustento do amor!

 

São Paulo, 16/01/2026 (data da criação)
Armando A. C. Garcia 

 

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23

𝕹𝖔 𝖗𝖎𝖙𝖔 𝖉𝖊 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑

𝕹𝖔 𝖗𝖎𝖙𝖔 𝖉𝖊 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑 – ❗❗-𝟎❗-𝟐𝟎𝟐𝟔

𝕮𝖗𝖆𝖛𝖔𝖚 𝖚𝖒𝖆 𝖆𝖉𝖆𝖌𝖆 𝖊𝖒 𝖒𝖊𝖚 𝖈𝖔𝖗𝖆çã𝖔,
𝕼𝖚𝖊 𝖆𝖙é 𝖍𝖔𝖏𝖊 𝖊𝖚 𝖘𝖎𝖓𝖙𝖔 𝖔 𝖋𝖗𝖎𝖔 𝖉𝖆 𝖒𝖔𝖗𝖙𝖊
𝕹𝖔 𝖊𝖓𝖔𝖗𝖒𝖊 𝖊 𝖛𝖆𝖘𝖙𝖔 𝖈𝖆𝖑𝖔𝖗 𝖉𝖔 𝖛𝖊𝖗ã𝖔.

𝕹ã𝖔 𝖊𝖘𝖕𝖊𝖗𝖆𝖛𝖆 𝖚𝖒 𝖈𝖆𝖗𝖎𝖓𝖍𝖔 𝖒𝖔𝖗𝖙𝖆𝖑...
- 𝕰𝖘𝖈𝖔𝖒𝖇𝖗𝖔𝖘 𝖉𝖊 𝖒𝖚𝖎 𝖌𝖗𝖆𝖓𝖉𝖊 𝖆𝖛𝖊𝖗𝖘ã𝖔,
𝕮𝖍𝖊𝖌𝖆𝖗𝖆𝖒 𝖆 𝖒𝖎𝖒, 𝖕𝖊𝖑𝖔 𝖙𝖊𝖚 𝖗𝖎𝖙𝖚𝖆𝖑 !

𝕾ã𝖔 𝕻𝖆𝖚𝖑𝖔, ❗❗/𝟎❗/𝟐𝟎𝟐𝟔 (𝖉𝖆𝖙𝖆 𝖉𝖆 𝖈𝖗𝖎𝖆çã𝖔)
𝕬𝖗𝖒𝖆𝖓𝖉𝖔 𝕬. 𝕮. 𝕲𝖆𝖗𝖈𝖎𝖆

𝕹𝖔 𝕱𝖆𝖈𝖊𝖇𝖔𝖔𝖐 𝖔𝖚 𝖁𝖎𝖘𝖎𝖙𝖊 𝖒𝖊𝖚𝖘 𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘:
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖇𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖈𝖗𝖎𝖆𝖓𝖈𝖆𝖘𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝖍𝖙𝖙𝖕://𝖕𝖗𝖊𝖑𝖚𝖉𝖎𝖔𝖉𝖊𝖘𝖔𝖓𝖊𝖙𝖔𝖘.𝖇𝖑𝖔𝖌𝖘𝖕𝖔𝖙.𝖈𝖔𝖒
𝕰𝖘𝖈𝖗𝖎𝖙𝖆𝖘.𝖔𝖗𝖌
𝕰 𝖈𝖆𝖓𝖆𝖑 𝖉𝖔 𝖂𝖍𝖆𝖙𝖘𝕬𝖕𝖕: 𝕭𝖗𝖎𝖘𝖆𝖉𝖆𝖕𝖔𝖊𝖘𝖎𝖆

𝕯𝖎𝖗𝖊𝖎𝖙𝖔𝖘 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖆𝖎𝖘 𝖗𝖊𝖌𝖎𝖘𝖙𝖗𝖆𝖉𝖔𝖘
𝕸𝖆𝖓𝖙𝖊𝖓𝖉𝖔 𝖆 𝖆𝖚𝖙𝖔𝖗𝖎𝖆 𝖉𝖔 𝖕𝖔𝖊𝖒𝖆 – 𝕻𝖔𝖉𝖊 𝖈𝖔𝖒𝖕𝖆𝖗𝖙𝖎𝖑𝖍𝖆𝖗

 

 

 

9

Noutros tempos ! 

Noutros tempos !  - 12-12-2025

 

Noutros tempos a próspera ventura

Pousava no meu peito distraída.

Aderente à minha sorte, hoje dura...

- Com é latente, esta escura vida.

 

Ninguém está satisfeito e contente

Nos mil desatinos que a vida cria,

Pois nos seria melhor, certamente,

Nada no mundo, haver em demasia.

 

Diviso longínqua e perene mágoa

Que se atravessa no mundo animal,

A perpétua amargura é uma fragua 

Que invés do bem, só causa o mal!

 

São Paulo, 12-12-2025

Armando A. C. Garcia

 

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8

O monstro da solidão ! 

O monstro da solidão ! -  02-01-2026

 

O monstro da solidão

Não o deixes habitar,

Exalta o teu coração

Põe o corpo a laborar.

 

Lê, escreve, registra

Assiste a televisão,

Não deixes que persista

Em ti,  falta de emoção.

 

Ela; leva à depressão 

Abatimento profundo,

Gera mágoa ao coração

Afasta você do mundo!

 

Sê previdente, sensato

Precavido inteiramente,

Não deixes que esse barato,

Se instale completamente.

 

São Paulo, 02/01/2026

Armando A. C. Garcia

 

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Acepções ! 

Acepções !  -  02-01-2026

 

Pelos sentidos, sentimos

As definições desta vida,

A capacidade dos imos 

Pra discernir nossa lida.

 

E nessa interpretação 

De acepções cognitivas,

Sentimos inspiração

Pelas coisas sensitivas.

 

É grande a motivação

E o valor que ele nos trás, 

São nítidos na decisão

Por esse elo pertinaz!            

 

São Paulo, 02/01/2026

Armando A. C. Garcia

 

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Comentários (1)

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Muito belo... harmonioso - e viva a natureza....

Sou Poeta !

E poeta é qual vinho envelhecido
Em antigos tonéis de carvalho
Por alguns será bebido,
Por outros, só degustado !

São Paulo, 10/09/2009
Armando A. C. Garcia 

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