Armando Nascimento

Armando Nascimento

n. 1964 BR BR

Um pouco de mim, jose Armindo Nascimento. Não conheci minha terra natal. Nasci em mil novecentos e sessenta e quatro. Meus pais vieram pra São Paulo oito meses depois de meu nascimento. Assim ficamos na cidade de partriaca perto do tatuapé.

n. 1964-03-11

Perfil
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Ser apenas por você ser maltrstado

Quero que você maltrata e devora meu corpo, me coloca ao lado do avesso me ame coma-me, mais me faça me de seu homem, dirija a mim com uma devoradora, me faça de cafajeste, mais ama-me, seja insana profana e se torne bandida, mais faça de a mim seu homem, permita que meu corpo se encaixe no seu, me chupa me foda bata goze me faça gozar me de todo prazer que puder por favor, só me faça seu seu homem, me domine pois só quero ser o seu homem, tenho vontades do seu puro prazer, escrito por Armando Nascimento
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Biografia
A vida não é infinita, é apenas um constante instante, não só se vive um instante, a vida não tem hora segue sem parar na imensidão do agora, não espere acabar este istante pra fazer o que tem que ser feito neste instante, a vida segue, mais tem só estes instantes pra dizer de que foi feio de seus preciso instantes, escrito por Armando

Um pouco de mim. Bom tudo se resume em mil novecentos e trinta e cinco, quando meus avós vieram de Alagoas dureto pro estado do oaraná. Onde se ajeitaram na cidade de loanda. Nesta época foram os pioneiros no desmatamento da cidade. Eram em quatorze filhos. Assim começaram os homens a trabalhar na profissão de tropero eram os transportes usado na épocas, todas as mercadorias que adquiriam lá era trazido para as cidades mais próxima, na queles tempo são Paulo ainda tava no início do processo de crescimento. Traziam todas as mercadorias para as regiões de dracêna túpi paulista panorama. E tinha uma cidade do lado de panorama do outro lado do rio paranazao chamada Brazilandia mato crasso, assim arrumavam as mercadorias e as tropas de burros e mulas, os tropeiros faziam as carga e partia destino as cidades onde vendiam as mercadorias. E seguiam a diante nas negociações, chegavam até Brazilandia Mato Grosso, e assim começa minha história de vida. Bom pra tudo a o começo, meu pai com os tropeiros já tinha acabado as negociações e já iam voltando saindo de Brazilandia, os tropeiros cansado dos dias nas estradas tavam loucos pra retorna para loanda, e todos reunidos preste a cruzar a saída da cidade lá estava uma menina de onze anos sentada debaixo de um pé de árvore a brincar. Meu pai ia passando e a menina lhe disse . Mosso leva eu não garuupa. E assim meu pai disse vamos boora. E meu pai levou a menina na garuupa. Doze dias de volta. Chegando lá se casaram e o tempo passou. Tiveram dez filhos Onde só sobreviveu eu meus dois irmãos e uma irmã. Armindo nascimento Antônio Armindo e Arminda Nascimento. E eu jose Armindo Nascimento. Não conheci minha terra natal. Nasci em mil novecentos e sessenta e quatro. Meus pais vieram pra São Paulo oito messes depois de meu nascimento. Assim ficamos na cidade de partriaca perto do tatuapé. Depois de alguns meses nos mud as mudamos novamente pra cidade vila progresso vizinha da cidade São Miguel.
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Poemas

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Ser feliz

Todos buscam a verdadeira felicidade, mais nem sempre sabermos o que é a felicidade, a felicidade vem dos nossos atos feitos, a alegria quem sentimento ao saber que estamos bem, assim devemos fazer por onde nossos atos nos causa algum bem, e ter o sabor de criar coisas renovadas e útil pra que possamos nos satisfazer do que fazemos, só assim sabemos por meio de nossos atos o que é a felicidade, escrito por Armando Nascimento Parti
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Não a verdade

Ninguém obtém a verdade da verdade, não a mentira ou contrário do que desejamos, viver a terrível limitação de quem vive apenas do que é passível de fazer sentido, ou apenas momentos incertos, a quem diz certeza, mais a si mesmo não lhe convém a certeza, praque viver uma verdade inventada, sabendo que no caos da mentira já lhe diz a verdade, assim mil vezes viver a mentira verdade de que a a verdade, doque a verdade longe da realidade, escrito por Armando Nascimento
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Porque as vezes

Porque as vezes temos que fingir que somos felizes, as vezes a dor de desespero se torna tão imensa que esquecemos do significado da dor, ou até mesmo o motivo de tanta dor, e temos que fingir que estamos felizes pra amenizar um pouco dessa dor que nos consome sem precedência, sabemos que por dentro a dor está insuportável, e temos que ter um escape, então fingimos em risadas falsas pra ter pelo menos no olhar de alguém a aparência que gostaríamos ter, escrito por Armando Nascimento
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