Lista de Poemas
Conto 1
O horror de Satanás cobria toda extensão do palácio de Hérbram. Mortes misteriosas aconteciam de forma muito frequente. E mais ainda, o Sol não aparecia em nenhum período do dia. As pessoas da cidade não podiam entender e sequer sabiam o que estava acontecendo naquele palácio.
A suspeita principal era que havia algum tipo de infecção ou doença contagiosa perto ou dentro do palácio. Mas essa suspeita era tão óbvia e pouco provável que muitos não podiam confiar ou acreditar nesta história. Até que! Eduardo acordou e tudo desapareceu.
O palácio de Hérbram não existia no mundo real, era apenas uma imagem que ele viu de uma revista de quadrinhos.
A revista de quadrinhos: As Histórias de Terror do escritor Eduardo São Carlos de Almeida, edição 14. Todo resto da história que ele achava que existia dentro do pesadelo do qual ele estava... era somente a lembrança de outros pesadelos anteriores que havia tido.
A suspeita principal era que havia algum tipo de infecção ou doença contagiosa perto ou dentro do palácio. Mas essa suspeita era tão óbvia e pouco provável que muitos não podiam confiar ou acreditar nesta história. Até que! Eduardo acordou e tudo desapareceu.
O palácio de Hérbram não existia no mundo real, era apenas uma imagem que ele viu de uma revista de quadrinhos.
A revista de quadrinhos: As Histórias de Terror do escritor Eduardo São Carlos de Almeida, edição 14. Todo resto da história que ele achava que existia dentro do pesadelo do qual ele estava... era somente a lembrança de outros pesadelos anteriores que havia tido.
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Meu sofrimento
Não houve tempo nem espaço para conhecer o amor verdadeiro
Desses de filmes, séries ou ainda daqueles que são como vieiro-
“Mas fato o é que Deus não abraça-me”, “estou em completa solidão”
“Mas sou a fraqueza dos homens e do amor e agora de Deus, coração”.
Engraçado pensar que dia a dia nasce uma ou mais ciências
Mas a própria ciência do amor ainda permanece desconhecida
Escondida, enterrada e além de uma ou mais consciências
Na Terra, onde todos moram com sua língua, cultura, vida!
Desses de filmes, séries ou ainda daqueles que são como vieiro-
“Mas fato o é que Deus não abraça-me”, “estou em completa solidão”
“Mas sou a fraqueza dos homens e do amor e agora de Deus, coração”.
Engraçado pensar que dia a dia nasce uma ou mais ciências
Mas a própria ciência do amor ainda permanece desconhecida
Escondida, enterrada e além de uma ou mais consciências
Na Terra, onde todos moram com sua língua, cultura, vida!
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Soneto: Solidão
Sou o que sente só no mundo
O que não fala, é mudo...
Aquele que acostumou-se tanto com o vazio
Que não sente diferença com o frio.
Sou aquele que conheceu apenas a dor
Ainda não o amor
Aquele que tentou ser alguém
Mas sente-se ainda como ninguém.
Digo: - “Eu tenho cansaço físico”!
Falam: - “Isso é bobagem, loucura, para de ser cínico”!
Digo: - “Eu não posso, não consigo”! E ainda insistem!
Dizem....
“Tente tirar a flor da lama”!
Eu pergunto-me: - “Como posso se é minha alma”?
Tentei em vão ver a luz! Mas junto às trevas tenho ficado,
Como aquele que sente-se aquém de ter sido amado.
O que não fala, é mudo...
Aquele que acostumou-se tanto com o vazio
Que não sente diferença com o frio.
Sou aquele que conheceu apenas a dor
Ainda não o amor
Aquele que tentou ser alguém
Mas sente-se ainda como ninguém.
Digo: - “Eu tenho cansaço físico”!
Falam: - “Isso é bobagem, loucura, para de ser cínico”!
Digo: - “Eu não posso, não consigo”! E ainda insistem!
Dizem....
“Tente tirar a flor da lama”!
Eu pergunto-me: - “Como posso se é minha alma”?
Tentei em vão ver a luz! Mas junto às trevas tenho ficado,
Como aquele que sente-se aquém de ter sido amado.
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Poetrix 8 : Riquezas materiais
Vivemos um mundo grande e belo
cheio de mercadorias, fortunas, propriedades
Não vê as opções, qual gostaria de ter?
cheio de mercadorias, fortunas, propriedades
Não vê as opções, qual gostaria de ter?
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Poema Som
Ao um
Ao dois
Ao três
Ao alto
Ao baixo
Ao um
Ao dois
Ao três
Ao baixo
Ao baixo
Ao alto
Ao alto
Ao um
Ao um
Ao do-is
Ao três
Ao som.
Ao som.
Ao dois
Ao três
Ao alto
Ao baixo
Ao um
Ao dois
Ao três
Ao baixo
Ao baixo
Ao alto
Ao alto
Ao um
Ao um
Ao do-is
Ao três
Ao som.
Ao som.
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Náufrago...
Quantas lágrimas transformaram o mar
todo em parte igual à tristeza infinita
Quanto brilho e sono perdido por uma crença tão finita
Quanto é a crença em ter, ser, estar e amar.
Deveríamos ser abençoados por nascer com razão
Porém, sequer chegamos num consenso para entender o que é o coração!
Sinto que falta um certo sentido, senso-comum por assim dizer.
E assim vejo, observo e o é como dizem a mim.
Um fato concreto: a vida é um náufrago - começo e fim.
É como uma névoa distante que surge e acolhe o espírito
Quando o próprio espírito não sente-se acolhido no rito:
Sonhar, desejar, experienciar, conhecer...
Viajar, casar, amar... viver, sorrir, ter...
Sentir, ser e de tudo isso: estar, amar, querer e poder.
todo em parte igual à tristeza infinita
Quanto brilho e sono perdido por uma crença tão finita
Quanto é a crença em ter, ser, estar e amar.
Deveríamos ser abençoados por nascer com razão
Porém, sequer chegamos num consenso para entender o que é o coração!
Sinto que falta um certo sentido, senso-comum por assim dizer.
E assim vejo, observo e o é como dizem a mim.
Um fato concreto: a vida é um náufrago - começo e fim.
É como uma névoa distante que surge e acolhe o espírito
Quando o próprio espírito não sente-se acolhido no rito:
Sonhar, desejar, experienciar, conhecer...
Viajar, casar, amar... viver, sorrir, ter...
Sentir, ser e de tudo isso: estar, amar, querer e poder.
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