Quando lotou-se pela primeira vez meu coração A agonia se trasformou em fissura Altomaticamente, minhas mãos correram pelos papeis E se transformaram em literatura
E foi assim, como me ensinastes À fazer versos e poesias E hoje elas são minhas boias Em dias te tempestades e maresias
Eu sempre quis Que você fosse mais que amiga e confidente. E hoje, nada muda E pelas cartas na mesa, Nunca mudará. Mas o destino é sábio Deu à arvore Raizes E deu aos passaros Azas, pra voar. Eu sou um passaro Enraizado na sua terra Eu tive medo das minhas azas Mas minha sina é voar. A ultima tempestade Eu já sabia Nunca quis acreditar. Desterrado Só me resta voar Até que um dia Numa terra nova Em um coração novo Minhas raizes Cultivar.
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Meu começo e fim
Quando lotou-se pela primeira vez meu coração A agonia se trasformou em fissura Altomaticamente, minhas mãos correram pelos papeis E se transformaram em literatura
E foi assim, como me ensinastes À fazer versos e poesias E hoje elas são minhas boias Em dias te tempestades e maresias
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Meu começo e fim
Quando lotou-se pela primeira vez meu coração A agonia se trasformou em fissura Altomaticamente, minhas mãos correram pelos papeis E se transformaram em literatura
E foi assim, como me ensinastes À fazer versos e poesias E hoje elas são minhas boias Em dias te tempestades e maresias
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Bilhete de desculpa
Sempre que passar Deixe um sorriso Não negue, reclame Ainda que a vida mude Você sempre será Quem me fez.... voltar a fazer versos!
E se um dia, você sorrir De verdade Como antes Vai ver novamente Viver novamente O porquê Foi você, quem me fez... Voltar a fazer versos!
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Relógio sentimental
Ainda que trasparente Seje teu semblante de alvorada Depois de doze horas vira noite E noite, nunca pode ser contada.
Depois de conhecer teu lado noite Tão escuro, nojificante Essa treva ofusca toda a luz Do teu sorriso ,de alvorada, radiante
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O plano
Quero escalar até o último degrau Donde se enxerga tudo E antes de ser empurrado (todos são, Embora nunca queiram acreditar) Quero pular De lá mesmo Antes que que goste de lá Antes que congele meu coração
Só pra sentir o gosto Experimentar, essa é a palavra
Depois cair, Orgulhosamente, Quero me plantar Profundo no ventre da natureza Ser de onde pertenço
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Amar
Olhar a face do abismo E pular Ainda que a morte seja certa Porque o amor é insistir no erro E até que se prove o contrário Errarei eternamente
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Sobre Deus e os sentimentos
A vida controla cada vivente Cada vivente acha que controla: O que acha que tem domínio Dominar, pensar, achar é tudo um grande buraco negro Igual a existência de Deus Que tem seu mistério, Ou não Ou o misterio é achar que existe misterio, Ou não Porque isso se pensa Algo impensavel não tem dominio Como um sentimento Que aflora da alma Arde! E retorna a proprio concenso E nem um pensamento freia O impensavel, o inconciente Amor que sai da gente Que so voltar se quiser.