EM SILÊNCIO
Em silêncio tudo está pacificado.
Só o vento,
De folha em folha deambula,
Como um anjo alado ...
Em silêncio tudo está pacificado.
Só o vento,
De folha em folha deambula,
Como um anjo alado ...
«A sua obra impressiona pela suavidade e pela luminosidade, num tempo em que a alma poética tende para cromatismos mais carrancudos e formas disformes. Há um efectivo prazer em ler esta poesia, que se retira da musicalidade encantatória dos versos, das harmoniosas e engenhosas alquimias rítmicas, fónicas, semânticas e lexicais, das surpreendentes nervosidades metafóricas, da primorosa selecção vocabular, da profundidade e complexidade das ideias, do fulgor e da limpidez das texturas cromáticas. Uma poesia enxuta e solar que prende o real e nos prende. A escrita, embora capciosa como convém ao artifício poético, é fluída, dúctil, grácil, a cavalo entre a tradição e a inovação. Podemos dizer que a sua poesia é leve, mas, nunca ligeira. Leve na palavra, leve na estrutura, leve no movimento, mas densa e bem assente em ideias de timbre existencial, metapoético e espiritual. » in Revista Letras ConVida, 2014-2016, Fac. Letras da Univ. Lisboa
Lindas,são segmentos da alma
Poesias de alma e coração
todas lindas, lindas poéticas poesias
Adorei tua poesia, em especial Aldeia e Tu minha árvore sem nome.