Quando aperta Troco o assunto (a mão aberta que pague a conta) Quem quiser Que venha junto É um quebra-cabeça Mas a gente monta
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Quadrinhas dispersas
i. Seria a suspeita Uma via um caminho Dúvida à espreita Na ponta do espinho ii. Se a lua tão cheia Irrompe a janela No meio da ceia Qual é que é a dela iii. O rapaz tão galante Nunca em desalinho Vai com jeitinho Com a moça elegante iv. Menina que sonha Acorda radiante Não lava a fronha Que ideia brilhante v. O senhor de respeito Tinha um só defeito Se achava um bacana Da história romana vi. A velha sem memória Escondia os fatos Contava os gatos E os tempos de glória vii. O sol vem corado De ruge na face E eu no arado Na nossa interface viii. São versos dispersos Pedindo arrego No universo perverso Que não dá sossego