Nascida em São Paulo, Licenciada em Filosofia, estudante de Pedagogia.
Lista de Poemas
Anjo Caído
De olhos fechados consigo enxergar a perfeição na tua alma.
Não será tu um anjo caído que me atormenta a mente e esmaga o meu coração.
Lançada do céu a terra para definir na minha pequena existência o que seria viver com a perfeição.
Serei eu digno de tanta luz e beleza.
Nos primores dos tempos eras tu o fruto proibido, Afrodite ou Helena de troia?
Não saberei eu diferenciar a plenitude de um Deus sem iguala-la a uma obra-prima.
Carol Albuquerque
Não será tu um anjo caído que me atormenta a mente e esmaga o meu coração.
Lançada do céu a terra para definir na minha pequena existência o que seria viver com a perfeição.
Serei eu digno de tanta luz e beleza.
Nos primores dos tempos eras tu o fruto proibido, Afrodite ou Helena de troia?
Não saberei eu diferenciar a plenitude de um Deus sem iguala-la a uma obra-prima.
Carol Albuquerque
269
Morte e Borboletas
Entre a cruz e a espada sempre velaremos as mágoas.
Morrer, morrer e morrer e sem levar nada.
Passamos por etapas vestidos de vida para nos despir dela, no final.
Passamos e entregamos as roupas da vida para coisas e pessoas de forma banal.
Essa vida, essa nossa vida que passar.
Passamos ela num pedral.
Onde as marcas do ferro nos fazem ser quem somos.
Se nada importa no final, o destino sempre será fatal!
Se estamos de fato destinados a um final.
Que essa vida que passa seja vivida de forma banal!
Como a banalidade do voar das borboletas.
Carol Albuquerque
312
Psicose
Estonteante ela se move a procura de uma presa.
Andando por ai com sua destreza.
Não havia rosto na sua alma apenas uma casca seca.
Tentando se afirmar como normal.
Buscando um objetivo final.
Percebe-o então, ali esta, o cara que tanto esta a procurar.
Seria para ela ali um sinal, tudo apontou para aquele local.
Mostra a ele o seu sorriso mais simpático.
Para não alerta-lo do seu fim trágico.
Sem preces ou pensamentos, a lua parece girar.
Os seus olhos estão famintos e coração passa a acelerar.
Lábios, mãos, dorso e penas tudo se misturam como em uma relva.
Os cheiros se fundem e os sentidos se confundem.
De carne fresca, a carne úmida e gelada.
A lamina que antes brilhava, agora esta escorregadia e banhada.
Aos pés da cama sem nada falar.
Seu olhar para na sena que acaba de pinta.
Carol Albuquerque
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Comentários (1)
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Suellen
Sorte a minha , de ser a dona de toda essa inspiração ??