Carol Albuquerque

Carol Albuquerque

n. 1987 BR BR

Em busca de saber que sou! Eu não sei o que quero ser, mas sei muito bem o que não quero me tornar Friedrich Nietzsche

n. 1987-04-07, São Paulo

Perfil
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O Sábio


Ler tudo que conseguir
Aprender tudo que desejar
Nada disso valerá
Se sem virtudes andar.
Ler poema completo
Biografia
Nascida em São Paulo, Licenciada em Filosofia, estudante de Pedagogia.

Poemas

14

Psicose


Estonteante ela se move a procura de uma presa.
Andando por ai com sua destreza.
Não havia rosto na sua alma apenas uma casca seca.
Tentando se afirmar como normal.
Buscando um objetivo final.
 
Percebe-o então, ali esta, o cara que tanto esta a procurar.
Seria para ela ali um sinal, tudo apontou para aquele local.
Mostra a ele o seu sorriso mais simpático.
Para não alerta-lo do seu fim trágico.

Sem preces ou pensamentos, a lua parece girar.
Os seus olhos estão famintos e coração passa a acelerar.
Lábios, mãos, dorso e penas tudo se misturam como em uma relva.
Os cheiros se fundem e os sentidos se confundem.

De carne fresca, a carne úmida e gelada.
A lamina que antes brilhava, agora esta escorregadia e banhada.
Aos pés da cama sem nada falar.
Seu olhar para na sena que acaba de pinta.


Carol Albuquerque
277

Morte e Borboletas


Entre a cruz e a espada sempre velaremos as mágoas.
Morrer, morrer e morrer e sem levar nada.
Passamos por etapas vestidos de vida para nos despir dela, no final.
Passamos e entregamos as roupas da vida para coisas e pessoas de forma banal.

Essa vida, essa nossa vida que passar.
Passamos ela num pedral.
Onde as marcas do ferro nos fazem ser quem somos.
Se nada importa no final, o destino sempre será fatal!

Se estamos de fato destinados a um final.
Que essa vida que passa seja vivida de forma banal!
Como a banalidade do voar das borboletas.


Carol Albuquerque
320

Anjo Caído

De olhos fechados consigo enxergar a perfeição na tua alma.
Não será tu um anjo caído que me atormenta a mente e esmaga o meu coração.

Lançada do céu a terra para definir na minha pequena existência o que seria viver com a perfeição.

Serei eu digno de tanta luz e beleza.
Nos primores dos tempos eras tu o fruto proibido, Afrodite ou Helena de troia?
Não saberei eu diferenciar a plenitude de um Deus sem iguala-la a uma obra-prima.

Carol Albuquerque
277

Critérios

Quem sou sempre será um mistério.
Buscando e vivendo por critérios.
Critérios que penso serem meus.
Mas sabemos que em muitos dos casos são seus.



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Comentários (1)

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Suellen
Suellen

Sorte a minha , de ser a dona de toda essa inspiração ??