Lista de Poemas
O amor e Basquiat
Linda e iridescente meia noite,
por onde finge se esconder ?
Há ainda tantos castigos por viver,
que a pele as suspira e,
as horas inertes e soltas surgem na embriagues,
o sentimento em clara decadência peninsular.
Viva mais,
e mais,
e por muito menos,
se amaram
enquanto brindaram seus olhos , enquanto calaram sua voz,
enquanto furtaram seus prazeres,
em penumbra inconsciente.
O Amor que transveste os animais,
e corrompe os corações em profusão.
E quando a manhã rompe a neblina,
os primeiros raios de sol,
afiados como a lâminas,
surgem incólumes,
e remetem o amor e Basquiat,
Constatado a brevidade da vida.
por onde finge se esconder ?
Há ainda tantos castigos por viver,
que a pele as suspira e,
as horas inertes e soltas surgem na embriagues,
o sentimento em clara decadência peninsular.
Viva mais,
e mais,
e por muito menos,
se amaram
enquanto brindaram seus olhos , enquanto calaram sua voz,
enquanto furtaram seus prazeres,
em penumbra inconsciente.
O Amor que transveste os animais,
e corrompe os corações em profusão.
E quando a manhã rompe a neblina,
os primeiros raios de sol,
afiados como a lâminas,
surgem incólumes,
e remetem o amor e Basquiat,
Constatado a brevidade da vida.
196
O amor que infame esmorreceu
Entenda!
O amor é breve e infame,
semelhante a flor que mortifica.
Pétala essa,
que despede-se em uivo.
Enquanto em estranho e febril fulgor
deliciam-se os comensais.
O amor é breve e infame,
semelhante a flor que mortifica.
Pétala essa,
que despede-se em uivo.
Enquanto em estranho e febril fulgor
deliciam-se os comensais.
218
O passado é uma janela
O passado some
entre os lençóis
e ilusões
Consome almas
e corações
abandonados
E sucumbe ao fato
que a morte é uma ofensa
ultraje poético.
entre os lençóis
e ilusões
Consome almas
e corações
abandonados
E sucumbe ao fato
que a morte é uma ofensa
ultraje poético.
65
O Amor na pele
Cuido tão bem das palavras,
que posso toca-las, senti-las
entre os dedos.
O medo torna a vida preciosa,
o seu riso corre solto em minhas artérias,
espesso e morno,
idêntico a um pico em abstinência.
Já o amor é imponente,
mercenário
e infiel.
Amo a morte
a vida
as mulheres
e alguns rapazes
Na vida, assim como no amor desejos e prazeres são indispensáveis.
"Poemas de amor e opióides "
Gradiz - 1998
que posso toca-las, senti-las
entre os dedos.
O medo torna a vida preciosa,
o seu riso corre solto em minhas artérias,
espesso e morno,
idêntico a um pico em abstinência.
Já o amor é imponente,
mercenário
e infiel.
Amo a morte
a vida
as mulheres
e alguns rapazes
Na vida, assim como no amor desejos e prazeres são indispensáveis.
"Poemas de amor e opióides "
Gradiz - 1998
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