O que sangra
e mata
e morre
e circunda
Os jardins enlutados
de Lisboa
mordaça em riste
que caçoa
em frívola sutileza
E ao julgar-se os corpos
expostos
as agravuras em vide
instao por vir
E não longe daqui
E abrigam em retro
comensais
indigestos
e mata
e morre
e circunda
Os jardins enlutados
de Lisboa
mordaça em riste
que caçoa
em frívola sutileza
E ao julgar-se os corpos
expostos
as agravuras em vide
instao por vir
E não longe daqui
E abrigam em retro
comensais
indigestos
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