Lista de Poemas

PALCO DE SEDUÇÃO


Venha comigo fazer amor,
eu te darei das minhas primícias.
Descubra que além do meu calor,
existem muitas outras delícias.

Inusitado é o meu sabor,
insólitas são minhas perícias,
Há em minha pele suave ardor,
nas minhas mãos doces carícias.

Meu corpo é palco de sedução,
despido de todo pudor,
é a melodia do meu tesão.

Entoando lírico amor,
me entrega o seu coração,
e em troca te dou minha flor.




CléiaFialho

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395

DA SUA BOCA ATÉ A BUNDINHA


Vem para mim toda fogosa minha dama sensual
Vem sentir como te quero todinha
Desejo te amar loucamente
Da sua boca até a sua bundinha
Sente meus desejos que arrepia o corpo
Minha boca enche d'água ao desejar teu corpo nu
Ah! como uma brasa fervente quero te tocar
Meu mastro pulsante quer em teu ventre se alojar
Sei que és uma Leoa faminta
Necessita saciar seus desejos ardentes
Vem nessa pegada alucinante cheia de luxúria
Com muito tesão banhado a uma safadeza gostosa
Por isso suplico me devora todinho
Deixa fluir o gozo dessa vontade que a gente sente.


Dos lábios até a fenda,
eis a minha oferenda
Desejo voluptuoso,
delirante e ebrioso
Devoro por inteiro,
o teu corpo em candeeiro
Sacia a feroz leoa,
que em teu corpo amontoa
Cavalgo teu mastro hirsuto,
um apetitoso fruto
Saciado o desejo fremente,
lascívia que se sente
Nosso gozo aspergindo,
do insano tesão provindo.




Goulart JeFf & CléiaFialho

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582

CIO DE LEOA

Venha meu louco delito
que eu acredito
não ser pequeno
com doce veneno
renovado e venerado.

Profana-me lentamente...
selvagemente como quiser,
viola o meu corpo de mulher.

Rasga meu cio de leoa
de feroz felina
fêmea ferina
meu gozo derrama e escoa
com a tua invasão
e o meu urro ecoa
devastando teu tesão.




CléiaFialho

438

A JOVEM E O COROA





Brunete piriguete, como era conhecida Bruninha (não a surfistinha) por suas amigas, era uma jovem de 18 aninhos já bem rodadinhos!

Perdeu a virgindade cedo e desde então colecionava experiências devassas, porém só com jovens com a média da sua idade.
Bruninha estava a fim agora era de explorar outros territórios, aprender mais além do que via e lia na internet (bendita internet!).
Queria colocar em prática tudo o que sabia 'teoricamente', com os garotos não dava muito certo, ela chamava-os de 'miojinho' pois logo gozavam.

Safadinha, cheia de más intenções, ela estava à tempos de olho num coroa de 38 anos, que malhava na mesma academia que ela, bonitão, de cavanhaque, porém casado.
Mas ela era daquele tipo, sabe? Mulherzinha desgranida, quando quer, não vê barreiras que não possam ser derrubadas (neste caso 'puladas').
E foi que um dia ela já cansada de se insinuar e provocar, resolveu ir com tudo pra cima dele, sem muitos rodeios.
Começou pedindo para ele ajudá-la nos pesos para malhar o bumbum... e claro que ele não recusou.
Conversa vai, conversa vem, ela muito ordinária, fingiu uma contusão no pé, (justo no pé, que bola fora!), mas colou, ele deu carona para a 'coitadinha' até a casa dela.
Como ela estava sozinha e com dor no pezinho, pediu dengosamente para ele ajudá-la... e novamente o 'bom samaritano' não recusou!

Ao entrarem eles foram direto ao banheiro, onde ela ligou o chuveiro e começou a se despir.
Ele todo sem jeito e surpreso com tal atitude, fez menção de se retirar dali, quando ela o agarrou e pediu aquela 'ajudinha' novamente, o que fez com que ele desse um sorriso, e ela uma gargalhada, que ressoou no banheiro, quebrando assim o 'gelo' que pairava no ar.
Ela muito atrevida e com cara de capeta, muito putinha começou a tirar as roupas dele, que não sabia se deixava ou não!
Foi então que Bruninha deu-se contada, que não era apenas o fato dele ser casado, mas o coroa era tímido mesmo!
Ela pensou: 'Putiz, me ferrei, logo com um homem assim, que merda, o que vai ser? Não muito pior do que com os pias miojos!' Mas não iria fugir da raia agora!

Obviamente que, com o calor do momento aquela timidez foi se dissipando, e o coroa bonitão foi mostrando que era bom de negócio.
Deslumbrou-se com o corpinho cheio de curvinhas da jovem, pegou-a em seu colo e levou-a para baixo do chuveiro, começou a ensaboa-la desde os pés até o pescocinho,
Desceu abriu-lhe as pernas e começou a chupar-lhe a bucetinha carnuda, apalpando-lhe os seios fartos, ela estava louca de tesão, gemia, e se contorcia...
Ele pegou o sabonete e começou a lavar seu membro teso, provocando-a disse malicioso: 'Vem tomar mama do papai aqui!'
Ela riu, achando o máximo dos prazeres aquele convite irrecusável e caiu de boca, mostrando que sabia manejar bem a mamadeira!

Enquanto ela chupava-lhe o membro, com gula esfomeada e desenfreada, o coroa introduzia dois dedos em sua bucetinha latejante, alternando com um dedo no seu cuzinho que parecia um botão se abrindo para aquelas perícias desvairadas.
Ele segurou-lhe os cabelos, beijando-lhe a boca, agarrando-lhe pela cintura, conduziu-a até o chão, onde colocou umas toalhas, deitou-a ali, estendendo seu corpo sobre o belo e estonteante corpo da jovem, abri-lhe as pernas e começou a esfregar seu falo duro entre as suaves pétalas sedosas e cheirosas daquela flor que já espasmava tomada pela luxúria de estar nos braços de um homem mais velho.
Tanto foi a lentidão dos movimentos ensaiados, que ela gozou sem mesmo ele a ter penetrado, e explodiu de sua garganta um grito de súplica em forma de piedade clamando: 'Me come, quero te sentir todo dentro de mim!'

E assim o coroa fez, conforme a ânsia da jovem que ofegava em seu ouvido, e cravava-lhe as unhas em suas costas.
Ele arremeteu com força em sua bucetinha apetadinha, que comprimia sua vara grossa.
Em uma manobra estonteante, ele colocou-a por cima dele a cavalgar, ela atirava o corpo para trás, e ele a puxava de volta ao encontro à sua boca mordendo-lhe os peitinho durinhos, enquanto agarrava firme em suas ancas, para que não caísse do seu galope!
Depois, sem permitir que seus corpos se distanciassem daquele contato físico torrente, colocou-a de quatro e estocava-lhe abruptamente.
No momento do gozo, ela ajoelhou-se e abriu a boquinha para receber todo o prazer dele, que respingou em rosto, cabelos e pescoço.
Depois tomaram banho juntos, distribuindo carícias cada qual no corpo do outro.

Ele foi embora, prometendo voltar. E se não voltasse, com certeza ela iria atrás dele de novo, pois Brunete piriguete, a diabinha moleca, que enlouquecia os jovens, estava agora literalmente de 'quatro' pelo coroa!
Pois ela perdeu a conta de quantas vezes gozou. E concluiu que ele fez jus à sua maturidade, provando que a prática é sempre melhor que a teoria!



CléiaFialho

645

GOZO ATORDOADO




Uma noite inteira
entregue ao teu amor
banho de cachoeira
conceber o calor...

Carícias e beijos
temperado sabor
submissão de desejos
cedendo ao candor...

Em meus seios sentir
tua boca tão quente
excitando a exprimir
de modo indecente...

Que te quero assim
em meu corpo colado
aqui dentro de mim
num gozo atordoado.








CléiaFialho

360

SULCO RUTINANTE


Quase meio que adormecido
Na cama em que tu deitaste
Despertei com meu gemido
Em teu corpo tua firme haste.

Minha seiva naquele instante
Sentindo tua vergôntea dura
Derramou cálida e ofegante
Em tua boca toda a loucura.

O meu sulco rutilante
Foi ao encontro penetrante
Num faquir malicioso baixa.

Ao timbre de grito atroante
Meu sexo ao teu latejante
Libertinamente se encaixa.



CléiaFialho

406

MUCOSIDADE DO TEU PRAZER



Chama-me à tua boca sedenta,
onde encontram-se teus beijos.
Lugar que minha lascívia violenta,
aquieta tão loucos desejos.

Leva-me aos teus braços,
onde a colisão com teu peito.
Enclausura-me em laços,
infrene devaneio afeito.

Conduza-me à tua pele,
ao encontro do teu ser,
onde teu corpo expele...

Mucosidade do teu prazer,
segregação que compele,
e minha boca vem acolher.





CléiaFialho

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350

DESREGRADO QUERER


Diga-me...
o que posso fazer
se meu jeito é assim
em meu corpo há prazer
que não precede o fim?

Diga-me...
como mudar então
minha maneira de agir
se libertino é o tesão
que eu vivo a sentir?

Diga-me...
o que há de errado
em ser diferente
será que é pecado
esta luxúria indecente?

Diga-me...
se devo calar
e não mais escrever
nem mesmo expressar
meu desregrado querer?



CléiaFialho



368

ATREVIMENTO


A guçada libido que desponta
T oda cheia de sensualismo
R edundante minha escrita conta
E xcitante e instigante erotismo
V ivo de um jeito que julgo
I ncapaz de ofender alguém
M inhas poesias divulgo
E não há o que me abstém
N ada pode, nem vai detendo
T anto atrevimento assim
O que de mim... vou escrevendo




CléiaFialho

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375

GOZO QUE EXTRAVASA


Pele suave como a seda,
hibisco doce e macio,
ébrio atalho de alameda,
amante selvagem e vadio.

Pedaço de mal caminho,
perversão longínqua do céu,
teu corpo tal pergaminho,
escrevinho à língua e fel.

O pecado em ti impera,
o teu sexo como esfera,
minha boca já circunda.

A constelação se inunda,
adustível feito brasa,
do gozo que extravasa.




CléiaFialho

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