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(Manu Hawk)
Poemas
871AMASSA E SOVA
Como tua presa
me coloca em cima da mesa
me come que nem frago assado
ou deitada de lado
muda a posição
me põe de quatro no ato
e eu empino o bundão
puxa os meus cabelos
te afirma em minhas ancas
atende os meus apelos
cavalga na tua potranca
bate... amassa... sova
puxa minhas retrancas
e goza na minha alcova.
CléiaFialho
A JOVEM E O COROA
Brunete piriguete, como era conhecida Bruninha (não a surfistinha) por suas amigas, era uma jovem de 18 aninhos já bem rodadinhos!
Perdeu a virgindade cedo e desde então colecionava experiências devassas, porém só com jovens com a média da sua idade.
Bruninha estava a fim agora era de explorar outros territórios, aprender mais além do que via e lia na internet (bendita internet!).
Queria colocar em prática tudo o que sabia 'teoricamente', com os garotos não dava muito certo, ela chamava-os de 'miojinho' pois logo gozavam.
Safadinha, cheia de más intenções, ela estava à tempos de olho num coroa de 38 anos, que malhava na mesma academia que ela, bonitão, de cavanhaque, porém casado.
Mas ela era daquele tipo, sabe? Mulherzinha desgranida, quando quer, não vê barreiras que não possam ser derrubadas (neste caso 'puladas').
E foi que um dia ela já cansada de se insinuar e provocar, resolveu ir com tudo pra cima dele, sem muitos rodeios.
Começou pedindo para ele ajudá-la nos pesos para malhar o bumbum... e claro que ele não recusou.
Conversa vai, conversa vem, ela muito ordinária, fingiu uma contusão no pé, (justo no pé, que bola fora!), mas colou, ele deu carona para a 'coitadinha' até a casa dela.
Como ela estava sozinha e com dor no pezinho, pediu dengosamente para ele ajudá-la... e novamente o 'bom samaritano' não recusou!
Ao entrarem eles foram direto ao banheiro, onde ela ligou o chuveiro e começou a se despir.
Ele todo sem jeito e surpreso com tal atitude, fez menção de se retirar dali, quando ela o agarrou e pediu aquela 'ajudinha' novamente, o que fez com que ele desse um sorriso, e ela uma gargalhada, que ressoou no banheiro, quebrando assim o 'gelo' que pairava no ar.
Ela muito atrevida e com cara de capeta, muito putinha começou a tirar as roupas dele, que não sabia se deixava ou não!
Foi então que Bruninha deu-se contada, que não era apenas o fato dele ser casado, mas o coroa era tímido mesmo!
Ela pensou: 'Putiz, me ferrei, logo com um homem assim, que merda, o que vai ser? Não muito pior do que com os pias miojos!' Mas não iria fugir da raia agora!
Obviamente que, com o calor do momento aquela timidez foi se dissipando, e o coroa bonitão foi mostrando que era bom de negócio.
Deslumbrou-se com o corpinho cheio de curvinhas da jovem, pegou-a em seu colo e levou-a para baixo do chuveiro, começou a ensaboa-la desde os pés até o pescocinho,
Desceu abriu-lhe as pernas e começou a chupar-lhe a bucetinha carnuda, apalpando-lhe os seios fartos, ela estava louca de tesão, gemia, e se contorcia...
Ele pegou o sabonete e começou a lavar seu membro teso, provocando-a disse malicioso: 'Vem tomar mama do papai aqui!'
Ela riu, achando o máximo dos prazeres aquele convite irrecusável e caiu de boca, mostrando que sabia manejar bem a mamadeira!
Enquanto ela chupava-lhe o membro, com gula esfomeada e desenfreada, o coroa introduzia dois dedos em sua bucetinha latejante, alternando com um dedo no seu cuzinho que parecia um botão se abrindo para aquelas perícias desvairadas.
Ele segurou-lhe os cabelos, beijando-lhe a boca, agarrando-lhe pela cintura, conduziu-a até o chão, onde colocou umas toalhas, deitou-a ali, estendendo seu corpo sobre o belo e estonteante corpo da jovem, abri-lhe as pernas e começou a esfregar seu falo duro entre as suaves pétalas sedosas e cheirosas daquela flor que já espasmava tomada pela luxúria de estar nos braços de um homem mais velho.
Tanto foi a lentidão dos movimentos ensaiados, que ela gozou sem mesmo ele a ter penetrado, e explodiu de sua garganta um grito de súplica em forma de piedade clamando: 'Me come, quero te sentir todo dentro de mim!'
E assim o coroa fez, conforme a ânsia da jovem que ofegava em seu ouvido, e cravava-lhe as unhas em suas costas.
Ele arremeteu com força em sua bucetinha apetadinha, que comprimia sua vara grossa.
Em uma manobra estonteante, ele colocou-a por cima dele a cavalgar, ela atirava o corpo para trás, e ele a puxava de volta ao encontro à sua boca mordendo-lhe os peitinho durinhos, enquanto agarrava firme em suas ancas, para que não caísse do seu galope!
Depois, sem permitir que seus corpos se distanciassem daquele contato físico torrente, colocou-a de quatro e estocava-lhe abruptamente.
No momento do gozo, ela ajoelhou-se e abriu a boquinha para receber todo o prazer dele, que respingou em rosto, cabelos e pescoço.
Depois tomaram banho juntos, distribuindo carícias cada qual no corpo do outro.
Ele foi embora, prometendo voltar. E se não voltasse, com certeza ela iria atrás dele de novo, pois Brunete piriguete, a diabinha moleca, que enlouquecia os jovens, estava agora literalmente de 'quatro' pelo coroa!
Pois ela perdeu a conta de quantas vezes gozou. E concluiu que ele fez jus à sua maturidade, provando que a prática é sempre melhor que a teoria!

CléiaFialho
CORPO INSTIGADOR
Há um toque de doçura
uma nuance de sedução
sua voz ecoando ternura
fascina o meu coração.
Encanto e magia
refletidos em seu olhar
melódica feitiçaria
induzem-me a te amar.
Envolvente e cativante
magnético e encantador
o seu jeito deslumbrante...
Comporta aroma tentador
fruitivo beijo apaixonante
deleitável corpo instigador.

CléiaFialho
FLUENTE NÉCTAR
Como uma bela poesia
ou uma grave sinfonia
toque o meu corpo...
Indecente e ousado
insolente e descarado
escave os meus segredos...
Aprofunde-se nos mistérios
nos viçosos refrigérios
que há em minhas carnes...
Despetala minha flor
onde o fluente néctar do amor
apenas aguarda ser sugado...
CléiaFialho
DESREGRADO QUERER
Diga-me...
o que posso fazer
se meu jeito é assim
em meu corpo há prazer
que não precede o fim?
Diga-me...
como mudar então
minha maneira de agir
se libertino é o tesão
que eu vivo a sentir?
Diga-me...
o que há de errado
em ser diferente
será que é pecado
esta luxúria indecente?
Diga-me...
se devo calar
e não mais escrever
nem mesmo expressar
meu desregrado querer?
CléiaFialho
TE POSSUIR QUERO
Uma alma por demais histérica,
o corpo padece em sofrer.
Razão ilusória e quimérica,
encontra no peito acolher.
O gosto da delicadeza,
dos beijos suaves e ternos.
Do rosto a alva beleza,
de olhar nostálgico eterno.
E se o amor não consumir,
pudera ser castigo de fato,
vergastando adverso convir.
Para abrandar o tormento,
desabitando cruel abstrato,
te possuir quero por um momento.
CléiaFialho
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MEU JEITO INERENTE
Lanço mão no papel
minhas lascivas escritas
tal como quadro e pincel
minh'alma inquieta levita.
Retrata translúcido viver
a cada estrofe dos versos
reflete intenso prazer
viço explícito imerso.
Um toque sutil delicado
rimas deveras fogosas
poemas uns tão depravados
trovas demais buliçosas.
Enfim, o que fica marcado
é mesmo o meu jeito inerente
como no corpo tatuado
a luxúria sempre imanente.
CléiaFialho

GOZO QUE EXTRAVASA
hibisco doce e macio,
ébrio atalho de alameda,
amante selvagem e vadio.
Pedaço de mal caminho,
perversão longínqua do céu,
teu corpo tal pergaminho,
escrevinho à língua e fel.
O pecado em ti impera,
o teu sexo como esfera,
minha boca já circunda.
A constelação se inunda,
adustível feito brasa,
do gozo que extravasa.

CléiaFialho
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PEIXE NO ANZOL
Amor feito à beira mar
Sou marisca a navegar
No vai e vem das ondas
Ao teu desejo que me sondas.
No ar um cheiro de alga
Meu corpo o teu cavalga
Instigando a tua fúria
Naufragando em tua luxúria.
Tua língua serpenteia
Minha afrodisia na areia
Sou como peixe no anzol.
Saboreando a tua isca
Arremetendo maior faísca
Que os raios quentes do sol.

CléiaFialho
PRAZER DO TEU CORPO
Porque uma parte de mim tem fome...
fome do teu amor
embriagador
e a outra tem sede...
sede do teu calor
doce frescor
abrasador
ambas se satisfazem...
quando interagem
de modo selvagem
sugando
degustando
desfrutando
do prazer que emana o teu corpo
o beijo que flana
de maneira sacana
a minha fúria doma
toda luxúria toma
e em ti se compraz
lúbrica e salaz
impudica e sagaz...

CléiaFialho
Comentários (1)
Poetiza que toca a alma de cada leitor.