Dai me o direito a ter direito a sombra que não sou, ao meu anti gosto predileto Dai me o direito a mais do oxigênio contaminado necessário. Dai me o direito de ser imperfeito de ser profundamente mediano Nas decisões assertivas da vida e nas mediocridades humanas.
O tempo saboreia todas minhas veias Um conglomerado de células Desimportante para este senhor Consumidas também Sem piedade pelo assustador espelho Não é com a aparência Que me preocupo E com que eu prego no mundo Eu me sinto triste , Para que esconder o que sinto ? Os trocados de afetividade são os que servem , São entregues para quitar a anti alegria Viver preparando os retalhos para Cortinar a sala durante a refeição do tempo, De profecias particulares Um tiquinho de felicidade Para coroar os lares Mas sabe : A felicidade tá no lado de fora. Minha tristeza é que me afaga São minhas lágrimas que banham e que Não se calam São as dores Não as cores Quadros anestésicos Que entorpecem e aquecem Via Crucis do meu eu penitente Meu rio atormentado Onde pode se encontrar Também diamante Peixe que reside Em aquário minúsculo Desta felicidade .
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O tempo
O tempo saboreia todas minhas veias Um conglomerado de células Desimportante para este senhor Consumidas também Sem piedade pelo assustador espelho Não é com a aparência Que me preocupo E com que eu prego no mundo Eu me sinto triste , Para que esconder o que sinto ? Os trocados de afetividade são os que servem , São entregues para quitar a anti alegria Viver preparando os retalhos para Cortinar a sala durante a refeição do tempo, De profecias particulares Um tiquinho de felicidade Para coroar os lares Mas sabe : A felicidade tá no lado de fora. Minha tristeza é que me afaga São minhas lágrimas que banham e que Não se calam São as dores Não as cores Quadros anestésicos Que entorpecem e aquecem Via Crucis do meu eu penitente Meu rio atormentado Onde pode se encontrar Também diamante Peixe que reside Em aquário minúsculo Desta felicidade .
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O tempo
O tempo saboreia todas minhas veias Um conglomerado de células Desimportante para este senhor Consumidas também Sem piedade pelo assustador espelho Não é com a aparência Que me preocupo E com que eu prego no mundo Eu me sinto triste , Para que esconder o que sinto ? Os trocados de afetividade são os que servem , São entregues para quitar a anti alegria Viver preparando os retalhos para Cortinar a sala durante a refeição do tempo, De profecias particulares Um tiquinho de felicidade Para coroar os lares Mas sabe : A felicidade tá no lado de fora. Minha tristeza é que me afaga São minhas lágrimas que banham e que Não se calam São as dores Não as cores Quadros anestésicos Que entorpecem e aquecem Via Crucis do meu eu penitente Meu rio atormentado Onde pode se encontrar Também diamante Peixe que reside Em aquário minúsculo Desta felicidade .
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Oasis
Você e meu oasis E enquanto não assumirmos o paraíso Seremos um para o outro fonte de emoção Seremos o circo no final da tarde Onde o sorriso está anêmico Ah! santo palhaço, Podemos rir neste pequeno espaço Acredita , dentro e fora de nos Vai sobrar adrenalina E a solidão disse eterno adeus E se casou com o andróide de emoções Frivolas Nós teremos a quinta estação do ano A melhor já criada por Deus Voltaremos ao parque de diversões Dos nossos sonhos! Ouviremos repetidamente Uma sinfonia na praça e o seu por do sol Será a bela lembrança Você é bonança Ventania ,criança Vamos viver mais um ano incrível Mais combustão na esperança Vamos tomar o mundo Onde cada ser humano, é um pequeno dono. Na vida não tenho caprichos Fiz da poesia sanidade mental Pela apreciação imediata E verdadeira Quem me dera ter asas e levantar voo Para aliviar o tum tum do meu coração Quem me dera ter a locomotiva E em viagem bem rápida pelo deserto Desfazer O que me prende as incertezas Ser arrebatado por você Mulher encantadora Que afetou meu emocional Pela fecha certeira E que o tempo nos ajude a perpetuar Os mesmos lábios Que garante o bem viver !
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Habita em mim
O androide que habita em mim Humano sem juízo Coração que vive a solicitar : A remoção imediata de Elétrons e baterias ruins O androide que habita em mim Foi no início experiência suburbana Um chip corrosivo que envergonha Um mundo de cientistas loucos Semideuses a glorificar impropérios Inventores de um coração frio Inventaram mais calor no deserto Pra nação de androides não desintegrar ! E mais androides de atos calculados implantar Impiedosos terroristas, cientistas .. Um novo Reich querem criar ! O androide que habita em mim Máquina cruel a não raciocinar Num mundo que outros androides Não pode seus corações Na mão de tantos controles Mudar.
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Vida
A morte não deve ser nossa capitã Por que Deus não é um Deus de mortos Ó desvairada e antiga vilã Morte, eterno é o teu despropósito! De toda humanidade persiste em ser anfitriã Se está vida é tudo que há Existe dramatização, e tramoia Onde já se viu , até três mil anos Viver a Sequoia? A humanidade paga o preço Exorbitante Da conta que Adão deixou sem quitar. O mundo com esta sina é descontente A morte e como um sono custoso Chega deste vil descansar! Feia adormecida Difícil é o nosso despertar Ainda queremos a camaradagem de todo bem Em nossos caminhos Plumas aquecidas em todo ninho Para o pássaro que deseja ser imortal Mesmo toda potência, Ser firmes com 70 ou 80 anos... Não conseguiríamos fazer tudo Conhecer a magia do mundo ! Cada metro quadrado de continente Muitos paraísos não analisados Metros cúbicos deslumbres oceânicos desbravar Lembram como o meu signo peixes Que ainda não os alcançou .
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Ainda hoje
Ainda hoje, melhorar Inverter o tema melódico, triste Desta música mundial A letra pessimista Trato intimista . Clamar as luzes da alegria ! As dores serão ondas oceânicas benéficas Que banharão suavemente a criança de colo Do solo das guitarras sairão Notas de amor A maior banda " Beatles" Tocará apenas hoje . Jesus, quero fazer minha parte Jesus, mais amor por favor! Ninguém mais chicoteará uma cor Mundo idiota deixe de ser ridículo Por favor ! Mais prece e mais amor . Jeová não sonha Faz do mundo aquarela Penitência do mal , é do inimigo imortal A sua inveja nunca foi legal Meu DNA corrompido quero recuperar A verdade pode a mente acariciar Mundo idiota deixe de BLÁ BLÁ BLÁ O Sol continua e continuará a brilhar O mundo será colorido E o meu amor eu vou abraçar.
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Escravizar
Eu vivo a me mandrakear Porque sou um medroso de galochas Deus, eu sou culpado de não dar amparo as flores? Logo eu que sou como um colibri Que não aprecia as dores Mas as flores, são lindas e eternas São as que colorem meu mundo opaco! São lembretes para informar Que a inveja nada vale Não perfuma a esperança Ocupam o espaço da paz E nesta escuridão eu vivo a canalizar Se existem, maiores valores Que devam me impressionar? Eu vivo como artista nesta vida encenar Um sorriso de fato Disfarço tanto, já tem gente a se apaixonar Meu espaço, não o sideral Estrelas atômicas a me dominar Eu vivo a canalizar Minha inocência primaria Por que hoje as canções não me dizem nada. O respeito camuflado de fato Vem a me aterrorizar Indetectável mesmo É do possessivo humano O Amor encontrar
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Alegria
Substanciar a alegria Que a tristeza não faça modismo nem motim Atos santos tratados como maldosos Cauterizando a alegria A injustiça tratada com mansidão Tentar entender mesmo A fria imagem , e não impactar . Quem precisa amar O coração tem pressa em se acalmar
Alegrar o que vai mal Persistir tanto No que ainda mostra Encanto Não querer do amor a saudade Não inventamos está chama Foi o capricho do fogo Em esquentar a emoção
Alegria Seja sempre bem vinda Carnaval e muita serpentina Passos de contentamento na Avenida dos sonhos Não mais tristes festas A melhor presença de todas E não encerrar a vida Na sala de espera
Amenizar a distância e a solidão Tranquilidade ao coração Quem será autor Ou co autor Desta linda estória? Bela canção Incrível e exclusiva Estória de amor Vida com sapatos apertados. Descalçar no caminho Acabou o amargor e as Mutilações na alma E de andarmos sozinhos. Página virada Capítulo à iniciar... Saber em poesia se prolongar Pois o coração tem pressa Em amar.
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Acolher
A vida é acolhimento, De escolhas e escolhidos. Temos também do acolhimento Um possível diário aberto de lamentos Uma foto 3x4 que não foi possível melhorar, Não dá mais tempo de voltar ... Foi impresso no documento universal Da vida . Os pais acolhem seus filhos, Com uma querência eterna no coração . Acolhemos o que queremos ! Meditar se possível for, Mas devemos saber : Que um Deus amoroso nos acolheu primeiro no se amor.
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..