Dai me o direito a ter direito a sombra que não sou, ao meu anti gosto predileto Dai me o direito a mais do oxigênio contaminado necessário. Dai me o direito de ser imperfeito de ser profundamente mediano Nas decisões assertivas da vida e nas mediocridades humanas.
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
255
Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
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Eu sou
Eu sou hábito Um habitat A solução de quem escuta A marcha solitária e certeira dos cavalos Um afago, uma consequente cura Que até tem misericórdia Dos ratos do porão Eu sou trato perfeito, a justiça Em gotas temperadas de quem sabe esperar Eu sou a paz De todo aquele que permite abrandar ! Eu sou arte , até o terrível trovão E sou a flecha que se desvia do alvo planejado Eu sou árvore frondosa A madeira do machado Não permito o alvo da morte Daqueles bem treinados Que me ajudam a combater a dor Tenho dó dos injustiçados! Eu sou toda exatidão Que aceita a imperfeição Eu sou as dores do parto Das mulheres queridas E sou o fim das guerras Que não preparei Eu sou o metal da espada Que espera não ser usada Eu sol o sol E a divindade da lua Eu sou parceiro de toda felicidade Eu não criei a maldade Em minhas cercanias Eu juro por mim , Um de muitos olhos Julga pela lealdade Para muitos que de meu nome Fazem sua segurança Eu sou a esperança Amém .
30
Amor
Eu amo
Uma pronúncia quase perpétua
Em todos os alfabetos possíveis
O que apetece o coração
Ou que talvez não se acredite
Em flechas desgovernadas
Que persistem
Enlutando a proposta
Dias melhores do porvir !
Enclausurado eu canto
Porque na vida não se admira ,
Nem espanto , nem pranto
Suportar a vida sem encanto
Há prazeres tantos a
Apaziguar !
Uma língua universal se concretizará
E destas
Cada palavra em que me abrigo
E tirado de todo mundo
Som, melodias e amor
Queimam a garganta
A própria língua é brasa sem rumo Realmente eu ainda não me engano
Eu amo
Esse universo perigoso
De todos os alfabetos possíveis
Descobri nobres palavras
Fiz da semântica um abrigo.
Pois quem ama
Escuta um canto nobre
Um coral de anjos ,
Acalanto para crianças
Tantas palavras benévolas
Que amo tanto.
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Amar
Eu amo
Uma pronúncia quase perpétua
Em todos os alfabetos possíveis
O que apetece o coração
Ou que talvez não se acredite
Em flechas desgovernadas
Que persistem
Enlutando a proposta
Dias melhores do porvir !
Enclausurado eu canto
Porque na vida não se admira ,
Nem espanto , nem pranto
Suportar a vida sem encanto
Há prazeres tantos a
Apaziguar !
Uma língua universal se concretizará
E destas
Cada palavra em que me abrigo
E tirado de todo mundo
Som, melodias e amor
Queimam a garganta
A própria língua é brasa sem rumo Realmente eu ainda não me engano
Wilson não se preocupe, quando meu livro for publicado, você irá receber um, obrigada!
Wilson, vim espreitar e gostei muito do que li. Certamente vou acompanhar.
Wilson ainda não tenho livro publicado, mas em breve ei de ter.
Wilson, que poesia bela, me senti encantada, um poeta admirável, amei!
obrigado pelos comentários
Parabéns poeta, versos profundos que emocionam e encantam! abraços, ania..