Lista de Poemas

TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM, Distopia depois de hecatombe

LETRAS

‘Transpenumbra do Armagedom’:

distopia depois de uma hecatombe

                                                                                                            Adelto Gonçalves (*)

                                                                               I

                Autor de livros polêmicos e diferenciados, Silas Corrêa Leite (1952), depois de publicar Ele está no meio de nós (Curitiba, Kotter Editorial), em 2018, O Marceneiro: a última tentativa de Cristo (Maringá-PR, Editora Viseu), em 2019, e Cavalos selvagens (Taubaté, Letra Selvagem; Curitiba, Kotter Editorial), em 2021, surpreende seus leitores com Transpenumbra do Armagedom (São Paulo, Desconcertos Editora, 2021), obra em que, mais uma vez, mistura gêneros e estilos, fazendo com que a crítica fique em dificuldades para defini-la. 

            Na verdade, trata-se de uma reunião de textos que vão do romance de ficção científica a contos futuristas e crônicas minimalistas, passando por poemas de cunho libertário. Enfim, uma obra que traz uma visão épica e fantástica de um futuro que se desenha para o planeta Terra e que se avizinha como assustador.

            O autor reconhece que procurou fazer uma literatura de ficção futurista baseado na new weird fiction, (que pode ser traduzida como “ficção esquisita”), estilo que produz criaturas mutantes, personagens que não são totalmente humanos, que surgiu na década de 1990 com a ideia de subverter conceitos, combinando elementos da ficção científica, horror e fantasia, não seguindo convenções ou exemplos estereotipados. Um gênero que anuncia a chegada da distopia, também denominada cacotopia ou antiutopia, que representa a antítese do que se lê em Utopia, do escritor inglês Thomas Morus (1480-1535), onde um governo, organizado da melhor maneira, proporciona ótimas condições de vida a um povo equilibrado e feliz.

            Ou seja, distopia é qualquer representação ou descrição, organizacional ou social, de uma utopia negativa, às avessas. No caso da obra de Silas Corrêa Leite, o termo procura reconstituir um lugar, época ou estado imaginário em que se vive sob condições de extrema opressão, desespero ou privação, prenunciando o que seria o pós-mundo governado por regimes totalitários e vivido por populações degradadas e submetidas ao controle de uma tecnologia voltada apenas para o mal. 

            Em outras palavras: aos elementos tradicionais da ficção científica, esse novo gênero procura agregar romance histórico, personagens reais, faroeste, diários de viagem, novela policial noir, com o objetivo de libertar a literatura fantástica dos clichês que infestam hoje as prateleiras das livrarias que restam. Apesar de toda essa bizarrice, as descrições que são vistas na new weird fiction se utilizam de palavras estranhas, termos inventados e analogias bizarras, como se fossem reproduzidas de um pesadelo. Perfeitamente adaptado a esse novo gênero, nesta obra, seu primeiro livro de fantástica ficção científica, o autor consumiu mais de dez anos. 

                                                           II

            Como observa o editor Claudinei Vieira, “o mundo de Silas Corrêa Leite é um amálgama de cenários pós-apocalípticos, alta tecnologia e limites morais, sociais, sexuais completamente indefinidos, interligados, complexados. “É um universo muito distante. E, ao mesmo tempo, definitivamente próximo e reconhecível”, diz. E acrescenta: “Posso não saber como classificá-lo, mas uma coisa sei com certeza: é um livro espetacular. Uma viagem intrincada, vertiginosa, imperdível”.

            Como exemplo, leia-se este trecho: “(...) São esses supermercados subterrâneos, essas igrejinhas nos ares, esses farmaciassítios, esses açougues de almas, e esses soberbos condomínios de burgueses hostis que bancam e financiam o câncer desse governo sectário, fascista e tendencioso, por conta de antropoides especuladores do sórdido capital sujo. – Fale baixo, Penélope, fale baixo, que você, com essa cara de Celly Campelo com dengue, ainda vai ver seu disquinho historial sofrer adulteração raqueada. E você vai ter que rebolar e arrumar outro codinome para parecer meia porção de gente, com essa sua siliconada bundinha murcha de câmera de bola de futebol. E vai ter que pentear macacos no laboratório de inseminação de símios treinados para serem serviçais de agentes carniças que não são desse mundo (...)”.

            Ou ainda este trecho surreal: “(...) Altas tecnologias de ponta e todas top de linha, só para suntuosas cidades satélites de ricaços residentes. Eles que são elos. Nós aqui estamos e somos os novos campos tipo Auschwitiz e Treblinka, para dizer o mínimo.... – Pois é, mas volta e meia, a gente bota fogo na canjica, sobe clandestinamente e camuflado para as altas bordas, num Cavalo de Troia ou não, vai lá de supetão e traz um refém posudo e pimpão, um burguês macarrônico. E então negocia uma felação premiada, uma devolução calculada no muque como bagre cego no mercado das pulgas, e consegue um novo reator, um plug atípico, um chip quizilento, um torno, uma muda de laranja negra, uma válvula hidrante do tempo dos cardumes, um piloto gerador, um desfibrilador de úteros rompidos. Um pendrive de suturas... E assim vamos montando nossos jipes Nirvanas, nossas naves secretas de rebelião assistida (...)”.

            Por aqui se vê que a literatura fantástica de ficção científica de Silas Corrêa Leite, com a presença de neologismos, palavras estranhas, termos inventados ou tirados do dia a dia da atual onda informática, busca romper todas as regras e tradições de um modelo de se escrever romances ou contos. E procura anunciar um fim de mundo que parece estar cada vez mais próximo. Ao incrédulo leitor só resta conferir. 

                                                           III

Nascido em Monte Alegre, hoje Telêmaco Borba, no Paraná, e tendo vivido sua juventude na mítica cidade paulista de Itararé, localizada na divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná, Silas Corrêa Leite é poeta, romancista, letrista, professor, desenhista, jornalista, resenhista, ensaísta, conselheiro diplomado em Direitos Humanos e membro da União Brasileira de Escritores (UBE), além de blogueiro e ciberpoeta. 

Tendo começado a escrever aos 16 anos, migrou em 1970 para São Paulo, onde se formou em Direito e Geografia, sendo especialista em Educação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de ter cursado extensões e pós-graduações nas áreas de Educação, Filosofia, Inteligência Emocional, Jornalismo Comunitário e Literatura na Comunicação, curso este que fez na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). 

Nos últimos tempos, o romancista lançou também Gute-Gute, barriga experimental de repertório (Rio de Janeiro, Editora Autografia, 2015); Goto, a lenda do reino encantado do barqueiro noturno do Rio Itararé (Florianópolis, Clube de Autores Editora, 2013), romance pós-moderno, considerado a sua melhor obra; Tibete, de quando você não quiser ser gente, romance (Rio de Janeiro, Editora Jaguatirica, 2017); e O lixeiro e o presidente (Curitiba, Kotter Editorial, 2019), romance social,  

            Como poeta e ficcionista, consta de mais de 100 antologias, inclusive no exterior, como na Antologia Multilingue de Letteratura Contemporanea, de Treton, Itália, Christmas Anthology, de Ohio, Estados Unidos, e Revista Poesia Sempre, da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Seu texto “O estatuto do poeta” foi vertido para o espanhol, inglês, francês e russo.  

            É autor do primeiro livro interativo da Internet, o e-book O rinoceronte de Clarice, que reúne onze ficções, cada uma com três finais, um feliz, um de tragédia e um terceiro politicamente incorreto, que virou tema de tese de mestrado na Universidade de Brasília (UnB) e de doutoramento na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Foi finalista do Prêmio Telecom, em Portugal, em 2007. É autor ainda, entre outros, de Porta-lapsos, poemas (São Paulo, Editora All-Print) e Campo de trigo com corvos, contos (Joinville-SC, Editora Design, 2005), obra finalista do prêmio Telecom, Portugal 2007, e O homem que virou cerveja, crônicas hilárias de um poeta boêmio (São Paulo, Giz Editorial, 2009), livro ganhador do Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador-Bahia, 2009. 

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Transpenumbra do Armagedom, de Silas Corrêa Leite. São Paulo: Desconcertos Editora, 146 páginas, R$ 50,00, 2021. Site: www.desconcertoseditora.com.br E-mail: desconcertos@gmail.com Site do autor: poetasilascorrealeite.com.br E-mail do autor: poesilas@terra.com.br 

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(*) Adelto Gonçalves, jornalista, mestre em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e doutor em Letras na área de Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), é autor de Gonzaga, um poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; Publisher Brasil, 2002), Bocage – o perfil perdido (Lisboa, Editorial Caminho, 2003; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo – Imesp, 2021), Tomás Antônio Gonzaga (Imesp/Academia Brasileira de Letras, 2012),  Direito e Justiça em terras d´el-rei na São Paulo Colonial (Imesp, 2015), Os vira-latas da madrugada (José Olympio Editora, 1981; Letra Selvagem, 2015) e O reino, a colônia e o poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo 1788-1797 (Imesp, 2019), entre outros. E-mail: marilizadelto@uol.com.br
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TRANSPENUMBRA DO ARMAGEDOM, Distopia depois de hecatombe

LETRAS

‘Transpenumbra do Armagedom’:

distopia depois de uma hecatombe

                                                                                                            Adelto Gonçalves (*)

                                                                               I

                Autor de livros polêmicos e diferenciados, Silas Corrêa Leite (1952), depois de publicar Ele está no meio de nós (Curitiba, Kotter Editorial), em 2018, O Marceneiro: a última tentativa de Cristo (Maringá-PR, Editora Viseu), em 2019, e Cavalos selvagens (Taubaté, Letra Selvagem; Curitiba, Kotter Editorial), em 2021, surpreende seus leitores com Transpenumbra do Armagedom (São Paulo, Desconcertos Editora, 2021), obra em que, mais uma vez, mistura gêneros e estilos, fazendo com que a crítica fique em dificuldades para defini-la. 

            Na verdade, trata-se de uma reunião de textos que vão do romance de ficção científica a contos futuristas e crônicas minimalistas, passando por poemas de cunho libertário. Enfim, uma obra que traz uma visão épica e fantástica de um futuro que se desenha para o planeta Terra e que se avizinha como assustador.

            O autor reconhece que procurou fazer uma literatura de ficção futurista baseado na new weird fiction, (que pode ser traduzida como “ficção esquisita”), estilo que produz criaturas mutantes, personagens que não são totalmente humanos, que surgiu na década de 1990 com a ideia de subverter conceitos, combinando elementos da ficção científica, horror e fantasia, não seguindo convenções ou exemplos estereotipados. Um gênero que anuncia a chegada da distopia, também denominada cacotopia ou antiutopia, que representa a antítese do que se lê em Utopia, do escritor inglês Thomas Morus (1480-1535), onde um governo, organizado da melhor maneira, proporciona ótimas condições de vida a um povo equilibrado e feliz.

            Ou seja, distopia é qualquer representação ou descrição, organizacional ou social, de uma utopia negativa, às avessas. No caso da obra de Silas Corrêa Leite, o termo procura reconstituir um lugar, época ou estado imaginário em que se vive sob condições de extrema opressão, desespero ou privação, prenunciando o que seria o pós-mundo governado por regimes totalitários e vivido por populações degradadas e submetidas ao controle de uma tecnologia voltada apenas para o mal. 

            Em outras palavras: aos elementos tradicionais da ficção científica, esse novo gênero procura agregar romance histórico, personagens reais, faroeste, diários de viagem, novela policial noir, com o objetivo de libertar a literatura fantástica dos clichês que infestam hoje as prateleiras das livrarias que restam. Apesar de toda essa bizarrice, as descrições que são vistas na new weird fiction se utilizam de palavras estranhas, termos inventados e analogias bizarras, como se fossem reproduzidas de um pesadelo. Perfeitamente adaptado a esse novo gênero, nesta obra, seu primeiro livro de fantástica ficção científica, o autor consumiu mais de dez anos. 

                                                           II

            Como observa o editor Claudinei Vieira, “o mundo de Silas Corrêa Leite é um amálgama de cenários pós-apocalípticos, alta tecnologia e limites morais, sociais, sexuais completamente indefinidos, interligados, complexados. “É um universo muito distante. E, ao mesmo tempo, definitivamente próximo e reconhecível”, diz. E acrescenta: “Posso não saber como classificá-lo, mas uma coisa sei com certeza: é um livro espetacular. Uma viagem intrincada, vertiginosa, imperdível”.

            Como exemplo, leia-se este trecho: “(...) São esses supermercados subterrâneos, essas igrejinhas nos ares, esses farmaciassítios, esses açougues de almas, e esses soberbos condomínios de burgueses hostis que bancam e financiam o câncer desse governo sectário, fascista e tendencioso, por conta de antropoides especuladores do sórdido capital sujo. – Fale baixo, Penélope, fale baixo, que você, com essa cara de Celly Campelo com dengue, ainda vai ver seu disquinho historial sofrer adulteração raqueada. E você vai ter que rebolar e arrumar outro codinome para parecer meia porção de gente, com essa sua siliconada bundinha murcha de câmera de bola de futebol. E vai ter que pentear macacos no laboratório de inseminação de símios treinados para serem serviçais de agentes carniças que não são desse mundo (...)”.

            Ou ainda este trecho surreal: “(...) Altas tecnologias de ponta e todas top de linha, só para suntuosas cidades satélites de ricaços residentes. Eles que são elos. Nós aqui estamos e somos os novos campos tipo Auschwitiz e Treblinka, para dizer o mínimo.... – Pois é, mas volta e meia, a gente bota fogo na canjica, sobe clandestinamente e camuflado para as altas bordas, num Cavalo de Troia ou não, vai lá de supetão e traz um refém posudo e pimpão, um burguês macarrônico. E então negocia uma felação premiada, uma devolução calculada no muque como bagre cego no mercado das pulgas, e consegue um novo reator, um plug atípico, um chip quizilento, um torno, uma muda de laranja negra, uma válvula hidrante do tempo dos cardumes, um piloto gerador, um desfibrilador de úteros rompidos. Um pendrive de suturas... E assim vamos montando nossos jipes Nirvanas, nossas naves secretas de rebelião assistida (...)”.

            Por aqui se vê que a literatura fantástica de ficção científica de Silas Corrêa Leite, com a presença de neologismos, palavras estranhas, termos inventados ou tirados do dia a dia da atual onda informática, busca romper todas as regras e tradições de um modelo de se escrever romances ou contos. E procura anunciar um fim de mundo que parece estar cada vez mais próximo. Ao incrédulo leitor só resta conferir. 

                                                           III

Nascido em Monte Alegre, hoje Telêmaco Borba, no Paraná, e tendo vivido sua juventude na mítica cidade paulista de Itararé, localizada na divisa entre os Estados de São Paulo e Paraná, Silas Corrêa Leite é poeta, romancista, letrista, professor, desenhista, jornalista, resenhista, ensaísta, conselheiro diplomado em Direitos Humanos e membro da União Brasileira de Escritores (UBE), além de blogueiro e ciberpoeta. 

Tendo começado a escrever aos 16 anos, migrou em 1970 para São Paulo, onde se formou em Direito e Geografia, sendo especialista em Educação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, além de ter cursado extensões e pós-graduações nas áreas de Educação, Filosofia, Inteligência Emocional, Jornalismo Comunitário e Literatura na Comunicação, curso este que fez na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo (USP). 

Nos últimos tempos, o romancista lançou também Gute-Gute, barriga experimental de repertório (Rio de Janeiro, Editora Autografia, 2015); Goto, a lenda do reino encantado do barqueiro noturno do Rio Itararé (Florianópolis, Clube de Autores Editora, 2013), romance pós-moderno, considerado a sua melhor obra; Tibete, de quando você não quiser ser gente, romance (Rio de Janeiro, Editora Jaguatirica, 2017); e O lixeiro e o presidente (Curitiba, Kotter Editorial, 2019), romance social,  

            Como poeta e ficcionista, consta de mais de 100 antologias, inclusive no exterior, como na Antologia Multilingue de Letteratura Contemporanea, de Treton, Itália, Christmas Anthology, de Ohio, Estados Unidos, e Revista Poesia Sempre, da Fundação Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro. Seu texto “O estatuto do poeta” foi vertido para o espanhol, inglês, francês e russo.  

            É autor do primeiro livro interativo da Internet, o e-book O rinoceronte de Clarice, que reúne onze ficções, cada uma com três finais, um feliz, um de tragédia e um terceiro politicamente incorreto, que virou tema de tese de mestrado na Universidade de Brasília (UnB) e de doutoramento na Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Foi finalista do Prêmio Telecom, em Portugal, em 2007. É autor ainda, entre outros, de Porta-lapsos, poemas (São Paulo, Editora All-Print) e Campo de trigo com corvos, contos (Joinville-SC, Editora Design, 2005), obra finalista do prêmio Telecom, Portugal 2007, e O homem que virou cerveja, crônicas hilárias de um poeta boêmio (São Paulo, Giz Editorial, 2009), livro ganhador do Prêmio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador-Bahia, 2009. 

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Transpenumbra do Armagedom, de Silas Corrêa Leite. São Paulo: Desconcertos Editora, 146 páginas, R$ 50,00, 2021. Site: www.desconcertoseditora.com.br E-mail: desconcertos@gmail.com Site do autor: poetasilascorrealeite.com.br E-mail do autor: poesilas@terra.com.br 

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(*) Adelto Gonçalves, jornalista, mestre em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e doutor em Letras na área de Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP), é autor de Gonzaga, um poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), Barcelona brasileira (Lisboa, Nova Arrancada, 1999; Publisher Brasil, 2002), Bocage – o perfil perdido (Lisboa, Editorial Caminho, 2003; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo – Imesp, 2021), Tomás Antônio Gonzaga (Imesp/Academia Brasileira de Letras, 2012),  Direito e Justiça em terras d´el-rei na São Paulo Colonial (Imesp, 2015), Os vira-latas da madrugada (José Olympio Editora, 1981; Letra Selvagem, 2015) e O reino, a colônia e o poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo 1788-1797 (Imesp, 2019), entre outros. E-mail: marilizadelto@uol.com.br
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TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM, de Silas Correa Leite

Release

Livro assustador “TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM”, fantástica literatura de ficção Científica (“New Weird Fiction”) de Silas Corrêa Leite, bancado pela Desconcertos Editora de SP.

“Em uma planície//Eu sou a ausência//da planície.//Esse é//sempre o caso.//Onde quer que eu esteja,//Eu sou o que falta(...)//Quando eu caminho//Eu fendo o ar//e, sempre,//o ar se move//para preencher os vãos//onde meu corpo estivera(...)//Todos nós temos motivos//para nos movermos.//Eu me movo//para manter as coisas inteiras”.// (Mantendo as coisas inteiras, de Mark Strand, tradução de Lucas de Lazari Dranski)

A “Desconcertos Editora” acaba de colocar em pré-venda de lançamento, o primeiro livro de fantástica ficção científica escrita ao longo de dez anos por Silas Corrêa Leite, já autor de outros sete livros, inclusive romances, mas não deste gênero, e que, segundo ele, é primeiro, único e último, pelas dificuldades de escrever, encontrar palavras, tramas, nos seus jorros neurais todos dessas narrativas diferenciadas, a priori tachada de New Weird Fiction, curto e grosso, ficção esquisita, tipo, um pesadelo muito além do fim do mundo... 

Breve Análise da obra, de um chamado Leitor Beta: TRANSPENUMBRA DO AMARGEDOM – Livro de fantástica ficção cientifica: Planeta Hewah. - Gian Celli Gianpaolo(*)

1 – Um apresentação de fogos de artifícios, pós-moderna; Multiplicidade de narrativas. 

1.2 –A obra em questão, é uma obra de “New Weird Fiction”; um estilo que produz criaturas mutantes, personagens que não são totalmente humanos. Alguns têm mutações orgânicas, outros, partes mecânicas, inclusive de plástico como partes do corpo. As diferenças são quase como metáforas de nossa própria vida, de como vemos o mundo. A New Wieird Fiction surgiu na década de 90 com a ideia de subverter conceitos, combinando elementos da ficção científica, horror e fantasia, não seguindo convenções ou exemplos estereotipados.  Apesar de toda essa bizarrice, as descrições se utilizam de palavras estranhas, termos inventados e analogia bizarras para as descrições, tipo, um pesadelo. 

2 –Toda a nova-história dessa pós ou trans-humanidade, como o “Último poema da espécie humana”, localizado dentro de uma arca de porcelana de titânio, trazendo ideia de uma dobra pandimensional. 

3 –Poesias, contos poéticos, pequenas colocações xistosas e alguns textos mais longos. A maioria deles dando ideias e criando imagens na mente do leitor. Narrativas quase jornalísticas, sendo assim uma história com essa trama, personagens e outros elementos que aguçam a curiosidade. Tramas, personagens, reviravoltas... O último estertor, acabando a bateria, os fluidos, etc, dando, inclusive, chance para um possível segundo livro, no mesmo outro no estilo deste, ou, se por acaso o mesmo fosse achado por outra civilização que o religasse. Cria um vínculo de empatia com o leitor.  Às vezes até subtramas, dentro do estilo New Weird Fiction, isso sem contar a Distopia. Um romance de contos entrelaçados, e pertinentes; a história dessa trans-humanidade do início ao fim... Haverá um segundo livro, o fim continuará? - Gian Celli Gianpolo – Editor, escritor, tradutor, leitor crítico, leitor beta e estudioso de mitologia – SP - E-mail: giancelli@yahoo.com

Diz o Editor Claudinei Vieira:  Lançamento de um livro assustador: “Transpenumbra do Amargedom – Desconcertos Editora, SP

Um livro muito especial. A começar, por não poder ou não saber como classificá-lo. No entanto, Silas Corrêa Leite vai muito além disso. “TRANSPENUMBRA DO AMARGEDON” - A HECATOMBE NA TERRA, PLANETA HEWA NUM UNIVERSO DISTÓPICO DEVASTADO POR PÓS-HUMANOS HÍBRIDOS - JATOS DE PROSA NUM UNIVERSO DE FICÇÃO CIENTÍFICA. Em mistura genial de gêneros, tons e estilos, e na verdade quebrando-os todos, entre romance de ficção científica, contos minimalistas, crônicas futuristas, poesia libertária, uma visão épica de um planeta futuro que, talvez, não seja tão distante assim. O mundo de Silas Corrêa Leite é um amálgama de cenários pós-apocalípticos, alta tecnologia, e limites morais, sociais, sexuais completamente indefinidos, interligados, complexados. Um universo muito distante. E, ao mesmo tempo, definitivamente próximo e reconhecível. Posso não saber como classificá-lo, mas uma coisa sei com certeza: é um livro espetacular. Uma viagem intrincada, vertiginosa, imperdível.

Editora: - Link de lançamento da Editora:

https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/

Dados da Editora:

https://desconcertoseditora.com.br/produto/transpenumbra-do-amargedom-silas-correa-leite/

https://desconcertoseditora.com.br/ - E-mail: desconcertos@gmail.com

https://www.facebook.com/desconcertoseditora/

(*)- Pós Scriptum:

Uma das características mais interessantes da Weird Fiction é sua difícil capacidade de classificação. Parece paradoxal? E é: num mundo cada vez mais governado pela “marketabilidade”, onde tudo tem de ter um rótulo, a ficção weird é uma das mais difíceis de encaixar em classificações de gênero literário.

https://blogdaboitempo.com.br/2015/01/30/weird-fiction-essa-forca-estranha-parte-ii/

Nova onda atualiza a literatura fantástica - THALES DE MENEZES - ESPECIAL PARA A FOLHA DE SÃO PAULO

Cuidado. Você pode ler por aí que "new weird" ("nova esquisitice") é um recém-nascido movimento da literatura de fantasia e ficção científica, o futuro desses gêneros, espécie de nova onda depois do cyberpunk surgido nos anos 80(...). Desconfie. "New weird" não é nada disso. Ou talvez seja. Os fóruns de discussão pipocam na internet, totalmente inconclusivos. Algumas facções até defendem que o "new weird" não existe. Mas ele está aí. O desafio é classificá-lo. Não se trata de um movimento. Um manifesto "new weird" não teria sentido. Afinal, os escritores arrolados sob esse rótulo não estão dispostos a ditar regras. Eles querem, na verdade, quebrar todas elas. Explicando: o que caracteriza esses autores é a mistura ilimitada de gêneros. Aos elementos tradicionais da ficção científica, eles agregam thriller político, romance histórico, personagens reais, faroeste, diários de viagem, policial noir e o que mais estiver à disposição. Tudo para libertar a literatura fantástica dos clichês que infestam hoje as prateleiras de livraria dedicadas ao gênero.

https://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1803200617.htm
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Romance A QUEDA de Marcelo Pereira Rodrigues, um clássico



 

Breve Resenha

 

Romance “A QUEDA” de Marcelo Pereira Rodrigues: O amor nesses tempos de infovias efêmeras e de sintonias enfermas...

 

“A desconfiança geral que entre outras coisas enseja o chamado pós-modernismo, também aprofunda o medo de mudança, e entra na filosofia como crítica da cultura ocidental, mudanças gerais sem saber se é uma forma de decadência ou se é um renascimento cultural. Os chamados pós-modernistas encaram uma ideia de ausência de valores, de vazio, do nada, e do sentido para a vida. A essência da pós-modernidade vem através das cópias e imagens de objetos reais, a reprodução técnica do real, significa apagar a diferença entre real e o imaginário, ser e aparência, ou seja, um real mais real e mais interessante que a própria realidade. Saturação, sedução, niilismo, simulacro, hiper-real, digital, desreferencialização, consideradas senhas para “nomear” o pós-moderno, e significa mudanças com relação à modernidade. O pós-modernismo é eclético, mistura várias tendências e estilos sob o mesmo nome, é aberto, plural e muda de aspecto se passamos da tecnociência para as artes plásticas, da sociedade para a filosofia, ou seja, ele flutua no indecidível. (-Pós-Modernismo, Renan Bardine)

 

-Você acaba de ler o portentoso romance A QUEDA de Marcelo Pereira Rodrigues, MPR Edições, 2017, 362 páginas, e com sabor de quero mais, fica encantado com o desfile do enredo todo, a carpintaria da estrutura da obra, fechando a cena aberta de um belo romance filosófico que assim também bem pós-moderno e atual, contemporâneo, quando e então nos faz sonhar (nesses tempos tenebrosos) com um outro novo tempo, talvez um neoexistencialismo, não porque apenas o inferno mora no desfecho, mas principalmente porque o inferno são os outros, citando Sartre.

-Já no início da obra, o autor cita Jonathan Franzen, que diz, resumindo “... escritores irão escrever não para ser heróis fora da lei, de alguma subcultura, mas, sobretudo para se salvar, para sobreviver como indivíduos”. Bingo, ou, quero dizer, eureca; essa é a ideia-testamento-lastro (e lume) que identifica, arvora e perpassa todo o livro, num existencialismo ou neoexistencialimo aflorado, com a narrativa trabalhando em cima de microensaios sobre um ou outro escritor de renome, como páginas de uma obra cult que valoriza a filosofia sobretudo e acima e sobre de todas as coisas.

-O ser e as circunstancias. Uma noite de autógrafo, os personagens – vidas vazias, efêmeras, castrados de alguma forma - em páginas-vidas-livros, e o escritor vai abrindo o leque de cada vidinha terçã, na saga telúrica, cada vida-cruz, e assim vai tecendo em cenas, janelas, almas e abismos, como se o livro-vida de cada um estivesse muito além do chamado infinito particular, caindo para a miserabilidade dessa vida enferma, com um estatuto de medo, rejeição, contrastes, achismos, mesmices, sangria desatada, perdas e drenos.

-Medida as proporções, claro, de tempo, espaço e quadros cênicos, o romance A QUEDA lembra O Mundo de Sofia, mais o sangue cênico de páginas entintadas de um prisma sobrevivencial ou de outro, sempre se anelando aos pensadores, sentidores, filósofos, consagrados grandes mitos da literatura mundial, na obra evocados, dialogando com eles, escoando-os, ainda, nesses nossos tempos de muito outro e pouco pão. E o escritor Marcelo Pereira Rodrigues revela-se mestre no seu afazer de literatura pura, rara, plena e densa.

-A queda para baixo, a queda para o alto, a queda para dentro? Ah, os idiotas na web, os idiotas do ódio customizado, as infovias efêmeras, as vidas enfermas, mas peregrinações sócio-idiotizantes. Mentiras deslavadas de um, viagens pífias de outro, consumismos jecas, e achismos entre tantas mesmices. Tudo isso bem atual e contemporâneo; bem pós-moderno. Não há como se fugir do lugar que se está. Pior, ser, estar... permanecer... continuar... A existencialização dói. A ópera bufa da rotina vulgar... A verdade pode ser um livro aberto na página errada de uma vida. Se insurgir é preciso. Filosofar idem. Viver não faz sentido...

-Você entra na história e vai sabendo da vidinha de cada um, personagem falso-feliz, alegre-maluco, bizarro com poses, mais pompas, vazios existenciais, e fica sondando até onde vai esse romance insurgente. E acha graciosas pérolas literárias nele, de parágrafos, citações, revelações... Estamos todos sozinhos. Pior, muito pior, isolados. Isolados, mas em bandos... grupos, tribos, raves, e o sentido da vida o que é? Ladrão de nosso tempo de viver com e de com-viver... Ah, a arte (como libertação), a literatura como revelação, e o medo de (tanto) escuro dói, corrói, e fere a sobrevida de sermos e querermos parecer o que não somos. E, afinal, o que não sabemos do que pensamos que somos?

-Tendo assistido ao filme, depois comprado e lido o livro NATUREZA SELVAHGEM de David Thoreau, com o qual me identifiquei, e identifiquei toda uma geração ferida e mergulhada no caox existencial do parecer sem ser, captei a triste mensagem da citação da pg 211 do romance A QUEDA, quando diz: “Mais que amor, dinheiro e fama, dai-me a verdade”. Sim, caras pálidas, não estamos preparados para uma verdadeira inteira, profunda, incendiária.

-Que criança nunca pensou em plantar um pé de macarrão-gravatinha? Que jovem nunca pensou que iria mudar o mundo, e depois disso nunca mais se coube em si? Que adulto não achou que era melhor ter o espírito alegre da infância pueril e o sonho da estrada de tijolos amarelos que Elton John tão bem cantou? Não desafinar no baile da vida talvez seja a verdadeira ciência de sobreviver entre mundos e fungos, entre ícaros e ácaros, entre remos e lesmas. Viajar na batatinha como diz o ditado midiático. Dar maionese de viço ao pão nosso de cada dia. Ócios do ofício, talvez. Rir, amar, purgar, criar e vigiar, não necessariamente nessa ordem. Fernando Pessoa já dizia que o grande sentido da vida é não ter sentido algum. Já imaginou? Entre nadas e ninguéns, o que somos? O medo da verdade produz monstros...

-Talvez, de uma forma ou de outra, já estejamos todos mortos. Solidão-cadáver. Angústia mórbida. Olhamo-nos, e não nos reconhecemos em nós? O que somos, o que não somos? E livro expõe críticas, rasga feridas, revela o urdido olhar do narrador ferido de saber e de buscas. Filosofar, a que será que se destina? Entre a dor e a delícia de sermos o que somos (ou não somos) – Caetanear, por que não? – vamos esperando o final feliz do romance, nessa vida livre em que o tal bendito “final feliz” é que todos morrem ao fim da jornada de buscas, mas no decorrer da vida alguns encontram a trilha, a fé, o remorso; os subterrâneos do escuro paraexistencial, porque existir, quando saímos da barriga da mãe-ancestral, com as mesmas perguntações desde Homero, em busca da barriga da terra, é que vamos deixando nossas iscas e egoíscas nas barrigas de um livro para que todos – os outros! os outros! - acordem, rompam amarras, suportem, abram os olhos na zona de conforto, até porque, talvez, existir mesmo, é só isso, uma queda para esse mundo de dementes, e pior, muito pior, carcaças que ainda se reproduzirão...

Que a literatura portentosa nos proteja de nós e nos salve de nós, mesmo que seja numa fuga-ilha (queda), até porque, segundo Nietzsche, “a arte é o desejo de ser diferente e de estar em outro lugar”...

A Queda, de Marcelo Pereira Rodrigues, já nasceu um clássico.

Bravo!

-0-

Silas Correa Leite

Professor, escritor, autor de O LIXEIRO E O PRESIDENTE, Sendas Edições, Curitiba Pr, 2019

E-mail: poesilas@terra.com.br

 

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TODOS OS LIVROS DE SILAS CORREA LEITE

Os Livros Silas Corrêa Leite

Silas Corrêa Leite, escritor premiado em verso e prosa, embaixador itinerante de Itararé, promotor literocultural da chamada Literatura Itarareense dentro da literatura contemporânea brasileira,  elogiado por crítica especializada até da USP e por membros da ABL-Academia Brasileira de Letras, destaque na chamada grande mídia, inclusive televisiva, presente em quase todas as redes sociais, colaborando com sites de renome, no Brasil e no exterior, inclusive na América espanhola, Europa, África e Ásia, quando ainda era pobre e garçom do Bar do Calixtrato começou a escrever com 16 anos em jornais de Itararé, das Famílias Lages e Contieri, e atingiu nesse ano de 2019 mais de trinta livros, a saber, o início:

-01)-“Raízes e Iluminuras”, Poemas Escolhidos Para a Antologia de Concurso do Prêmio Eduardo Dias Coelho, Menção Honrosa, Elos Clube, Comunidade Lusíada Internacional, Ano 1995, poemas do acervo do autor representando Itararé, o Elos Clube de Itararé, Comunidade Lusíada Internacional, Gestão Maria de Lourdes Luciano Nonvieri.

 

-02)-“Trilhas e Iluminuras”, libreto, Poemas, Coleção Prata Nova, Editora Grafite, Ano 1998, Editor Ademir Antonio Bacca, RS.

 

-03)-“Porta-Lapsos”, Poemas, Editora All-Print, Ano 2005. SP. Uma espécie de coletânea antológica de seus melhores trabalhos, inclusive premiados em concursos de renome.

 

-04)-“Os Picaretas do Brasil Real”, Poema Social, Série Cantigas de Escárnio e Maldizer, e-book free, Editora Thesaurus, Brasília-DF,  Ano 2006. Um poema social épico, crítico, feroz e voraz, bem ao estilo  politizado e humanista do autor também enquanto pensador e crítico social.

 

-05)-“Campo de Trigo Com Corvos”, Contos premiados do autor, Editora Design, Santa Catarina, Ano 2008, obra finalista do Prêmio Telecom/Ficções, Portugal. Quase todas os causos, ficções e invencionices do livro, são trabalhos  falando de Itararé que ama tanto.

 

-06)- ASSIM ESCREVEM OS ITARAREENSES, Primeira Antologia de Prosa de Itararé, Editora All-Print, São Paulo, Idealizador, Editor e Organizador Silas Correa Leite, com co-organizadora a Professora Maria Apparecida S. Coquemala, obra que expõe as vertentes da literatura Itarareense, de iniciantes, emergentes a consagrados.

 

-07)-“O Rinoceronte de Clarice”, ebook de sucesso, primeiro Livro Interativo da Rede Mundial de Computadores, único no gênero e de vanguarda, com contos fantásticos, cada ficção com três finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente incorreto, Editora Hotbook, Rio de Janeiro. Foi destaque na mídia (Estadão, Jornal da Tarde, Diário Popular, Revista Época, JBonline, Poetry Magazine (EUA), Revista Kalunga, Revista da Web, Revista Ao Mestre Com Carinho, Minha Revista (RJ), CBN RJ, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite, TV Bandeirantes, Márcia Peltier, Programa de TV “Na Berlinda”, Canal 21, Programa Metrópolis, TV Cultura de SP e Programa Provocações (Antonio Abujamra), TV Cultura de SP. E-book recomendando como leitura obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciências da Linguagem, na UNICSUL, Santa Catarina, tese de Mestrado na Universidade de Brasília e Tese de Doutorado em Semiótica na UFAL-Universidade Federal de Alagoas, com o Tema: “O Livro depois do livro: a Experiência Literária Hipertextual”. Obra disponível no site: www.biblioteca.universia.net/ - A Tese de Doutorado do ebook (livro virtual) “O RINOCERONTE DE CLARICE”, contos surrealistas e fantásticos, está disponível atualmente no link do site:  http://bdtd.ufal.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=197

 

-08)-“O Homem Que Virou Cerveja”, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora Giz/Primus, SP, Prêmio “Valdeck Almeida de Jesus” (Salvador, Bahia), Ano 2009. Causos hilários, de humor e de crítica social do autor.

 

09)- “BULBOS TRANSVERSOS” Poemas e Desconcertezas – Abril, 2013 – Um mosaico bem contemporâneo de vários poemas  do autor, obra disponível no site: https://www.clubedeautores.com.br/livro/bulbos-transversos#.XNstMBRKiUk

 

10)-DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas do Mundo da Web, Editora Multifoco, Rio de Janeiro, 2013. Outro livro de poemas modernos do autor, de sua safra contemporânea e universal.

11)- ESTADOS DA ALMA, Acordes Dissonantes de "Mins", ebook, free, pelo site de Portugal WWW.carmovasconcelos-fenix.org/Escritor/silas-correa-leite-02.htm

 

12)-GOTO, Romance, A Lenda do Reino do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, Editora Clube de Autores – www.clubedeautores.com.br. Obra considerada pela crítica especializada como o melhor livro do autor.  Crítica da obra (fragmento): “Mais de oitenta anos depois, a bucólica Itararé agora entra pela porta da frente da Literatura Brasileira e ganha foro comparável ao do Yoknapatawpha County de William Faulkner (1897-1962) na literatura norte-americana, e de Macondo de Gabriel García Márquez (1927-2014) e de Santa Maria de Juan Carlos Onetti (1909-1994) na literatura latino-americana. A paulista Itararé é o palco das aventuras contadas por Aristides, ou Ari, ou ainda Goto, personagem do romance Goto – o reino encantado do barqueiro noturno do rio Itararé. Obra do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, Goto surge como romance pós-moderno, ou seja, é fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, assumindo-se como não-romance ou anti-romance, ao romper com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo, como diria o insuperável professor e ensaísta Massaud Moisés (1928).  Afinal, o barqueiro, em seu trabalho de levar gente de uma margem para outra do rio Itararé, contava para o que ouvia, mas falando na primeira pessoa, exatamente do mesmo modo como havia ouvido o caso.  Com isso, o romance adquire também um sentido polifônico, ou seja, composto por muitas vozes que não a do autor, tal como definiu o crítico literário e filósofo da linguagem russo Mikhail Bakhtin (1895-1975), ao analisar a obra de Fiódor Dostoiévski (1821-1881). É nesse sentido que se pode dizer que Goto alcança o status de pós-moderno. (Adelto Gonçalves, Professor da USP), Link:https://www.academia.edu/30183759/LETRASRESENHA_CR%C3%8DTICA_GOTO_DE_SILAS_CORREA_LEITE

 

13)-TROIOS PERIGRITANTES, Microcontos, 2014, Editora Clube de Autores. Alguns dos melhores microcontos do autor, inclusive o seu na categoria literária do menor microconto do mundo e trabalhos premiados.

 

14)-O TAO DA POESIA, Poemas na Linha de Tao, 2014, Editora Clube de Autores – Poemas na linha de TAO do autor.

 

15)-NÃO DEIXEM QUE TE TIREM A PRIMAVERA, Livro de Alta Ajuda, 2014, Editora Clube de Autores

 

00)-VISTA A MINHA PELE, Afropoemas do autor, inclusive o próprio poema com o nome do livro que foi usado em mestrado cadernos didáticos, projetos pedagógicos, revistas de educação, teses de TCC e também usado em palestras e mesmo em concursos literários de comunidade afrodescendente.

 

16)-PENSATAS, Ensaios literoculturais. Vários textos, artigos e ensaios sobre cultura, literatura, comportamento social e afins, entre inéditos e publicados em sites, revistas, etc.

 

17)-PIRILAMPADAS, Poemas Infanto-juvenis, Editora Pragmatha, 2014. Coletânea de poemas infantis e infanto-juvenis do ator.

18)-SURTAGENS, Microcontos, Editora Tinta Livre, ebook: in http://www.tintalivre.com/surtagens?search=Surtagens - Site para comprar: http://www.tintalivre.com/

 

19)-O MENINO QUE QUERIA SER SUPER-HEROI, Romance Infanto-juvenil do autor, 2014, site Amazon, ebook:  http://www.amazon.com.br/MENINO-QUE-QUERIA-SUPER-HER%C3%93I-Infantojuvenil-ebook/dp/B00K9EECBK

 

20)-Se as árvores pudessem falar, 2017, ebook pela Editora Saraiva-SP, poema épico do autor, sobre a linguagem das arvores.

 

21)-GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance Infantojuvenil, Autografia Editora, Rio de Janeiro. Também considerado um dos melhores livros do autor, sobre uma criança na barriga gestora da mãe contando como é lá dentro. Um dos livros mais elogiados e mais vendidos do autor. Alguns comentários sobre a obra: Resumos (fragmentos) de Críticas do romance GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Romance, de Silas Correa Leite, Editora Autografia, RJ

01.GUTE GUTE, BARRIGA EXPERIMENTAL DE REPERTÓRIO, Editora Autografia, O ROMANCE DE SILAS CORREA LEITE

 “(...) Como em tudo o que faz, Silas Corrêa Leite é atrevido e criativo. Desta vez, nos aparece com este experimento ficcional, ao revés de René Chateaubriand, nas suas "Memórias de Além Túmulo" - são as sensações e questionamentos do nascituro. Um ser, supostamente em formação, mas com a personalidade pronto e a linguinha bem afiada.  Humoroso - no sentido bergsoniano mas também dos humores corpóreos - e crítico, Gute Gute é uma reflexão uterina, se me perdoam o trocadilho, sobre a vida, o tempo, as relações sociais. Uma autorreflexão, se quiserem, porque o autor está dentro, perdoem de novo, do livro e do útero do mundo. Com a sua linguagem solta, coloquial, Silas Corrêa Leite nos traz gostosuras do tipo "contentezas", "brincadezas", "barrigal", "meda", "sexteen", "as fuselagens das minha mãe" etc. Mas não se engane o leitor. Silas vai a profundidades filosóficas, e mostra exemplos de erudição, formando quase um roteiro pedagógico. É ler para crer.(...) Joaquim Maria Botelho – Presidente da UBE-União Brasileira de Escritores. Jornalista, tradutor e professor. 

02.Flora Figueiredo Sobre GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertorio, Romance de Silas Corrêa Leite - Olá, Silas. Neste final de semana li seu trabalho. Imediatamente, me conectei com esse bebê que pensa, age e se comunica com agilidade e graça. O texto fluente, espontâneo, atual,  faz com que o leitor se apegue às mirabolâncias do Gregório/ Thiago/Pedro/Caetano Frederico. Fica-se na expectativa do que virá a seguir, dentro da flutuação que se opera no ventre da mãe. Sua inventividade nos ata ao cordão umbilical da criança e é tão vívida que, sem perceber, fiquei ansiosa pela hora do parto. Parabéns pela ideia e pela maneira como a desenvolveu. Fique com meu aplauso, FLORA FIGUEIREDO é Poetisa, cronista e tradutora paulista, autora de Florescência, Calçada de Verão e Amor a Céu Aberto (1992).

03.Professor Universitário opina sobre GUTE GUTE, Romance - “Olá Silas, GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório é gostozinho de Ler, mas muito pequeno... A gente queria continuar. O que torna a leitura mais agradável é a familiaridade que a gente tem com seu vocabulário, neologismos, frases peculiares, exclusivas”. Samuel Barbosa, Professor, graduou-se em Letras, Pedagogia, Supervisão Escolar e Especialização em Língua Portuguesa com produtiva carreira acadêmica. 

04.O romance  Gute  Gute do  prosador e poeta itarareense Silas Corrêa Leite, se constitui de relatos da vida de um bebê de altíssimo QI, no útero materno, em fase final de gestação. E que relatos! Que vidinha venturosa e aventureira.Aventureira? Sei que vão estranhar, mas acreditem, assim viveu esse guri no útero da mãe que o poeta chamou de troninho - onde ele se aninhava, qual passarinho no ninho agasalhante - até que chegasse a hora do parto, ou melhor, da partida para a realidade aqui fora. A vida do guri não se limitava ao interior e exterior do útero na barriga materna. Extrapolava, captando tanto o mundo físico como o psicológico das gentes lá fora. Ou seja, as limitações impostas pelas paredes uterinas não o impediam de ter contato com outros meninos e meninas de outros úteros, inclusive no mundo virtual. E a linguagem? Via de  regra hilária, entre os bebês comodamente instalados nos seus troninhos. É mesmo para gargalhar. E quanta fofocas entre eles, quantos namoricos... Leiam o livro. Vão divertir-se muito, comover-se também, pois o Silas sabe muito bem como despertar o interesse e a emoção de seus leitores.  Maria A.S. Coquemala é professora de Língua e Literatura Portuguesa, especializada em Linguística e pedagogia, formada pela PUC-Campinas. 

05.Gute Gute: Reflexões e Impressões de um Bebê na Barriga da Mãe - Livro de Silas Corrêa Leite nos inspira a imaginar o mundo de onde viemos e para o qual queremos, em algum momento de nossa vida, voltar: o útero materno. Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório é um romance cuja originalidade nasce já no argumento de traçar linhas sobre fantasias, peripécias, experiências, sensações e impressões de um ser em gestação. Pensar sobre esta primeira fase da experiência humana é inerente às questões sobre nossa existência: de onde viemos, por que viemos, do que somos feitos, para onde vamos? Contudo, embora imaginar o que acontece dentro de uma barriga em processo de gestação seja uma curiosidade comum, apontar caminhos e se arriscar palpites que viram frases e poesias é algo original e inspirador. Daí o subtítulo “Barriga Experimental de Repertório”: o autor reúne questionamentos sobre vocabulários, canções e sons que ouve de dentro da barriga da mãe e que servem para o ser como indicações sobre como será a “vida lá fora”. Gute Gute- Barriga Experimental de Repertório, o romance com um olhar questionador sobre alguém que ainda está para nascer, vem acrescentar à prateleira de livros próprios do poeta e escritor premiado em concursos e autor de outros livros em prosa e verso. Clélia Gorski – Publicitária e autora do livro Separada & Dividida (Novo Século), Jornalista e apresentadora da Rede Bandeirantes

06. Silas Corrêa Leite, além de professor, é escritor eclético com obras literárias as mais variadas, de crônicas, contos, poesias a romances de refinado bom-gosto. Premiado dezenas de vezes por seu trabalho jornalístico, crítico literário e bom resenhista, Silas se inscreve entre os escritores mais produtivos com obras de grande alcance social e cultural. Sebastião Pereira da Costa - jornalista/escritor, autor entre outros de “A História Oculta” e “Não Verás Nenhum País Como Este”, Editora Record (RJ).

07. Opinião de um Cineasta de Renome:

GUTE GUTE, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia, RJ, Romance, de SILAS CORRÊA LEITE: Esta obra de Silas Corrêa Leite pressupõe um bebê especial (Asperger? Autista?), de inteligência precoce, relacionando-se – já no ventre materno - com o mundo, as pessoas e as coisas, mesmo ainda sem uma noção precisa de como funciona aquele universo pré (ou será pós?!) qualquer coisa que ainda não se sabe. Essa ideia de Silas, uma barriga experimental de repertório, é um achado. Mas não pensem os leitores em encontrar na obra grandes reflexões filosóficas ou quânticas, mesmo sendo os pais da criança Doutora em Filosofia e Psicóloga, ela, e Professor de Filosofia e Filólogo, ele. Sobram, sim, frases de efeito, ditos populares, palavrório regional paulista de Itararé e farto uso de citações da música popular e de heróis de histórias em quadrinhos. Não são palavras jogadas ao vento, é bom notar. O estilo anárquico do autor comporta sentidos que se alinham e realinham ao longo de suas duzentas e poucas páginas, conferindo à obra o mérito de prender de fato a atenção do leitor. Os capítulos, abertos com citações que vão de Michael Jackson a Octavio Paz, de Walt Disney a Fernando Pessoa, se sucedem à espera do parto (ou “chego”, conforme prefere o recém-nascido), apontando para a vida lá fora, repleta de paredes que, ao contrário do ventre materno, não dá mais para ver. “Macacos me mordam”, como diz o bebê na ruptura do cordão umbilical. Como disse, a ideia é um achado. Mas não se encerra aqui. Mais que um romance acabado, Gute Gute pode ser visto como a barriga experimental, ou melhor, como texto—base de um filme de animação em 3D, cuja equipe se encarregaria de um traçado audiovisualmente equivalente ao que Silas compôs com suas anárquicas palavras.

Gregorio Bacic – Diretor de Tevê e de Cinema, Escritor, Pensador, Crítico.

08. LETRAS/Crítica:

O antirromance de quem ainda vai nascer: Gute Gute, Barriga Experimental de Repertório, de Silas Corrêa Leite: Depois de publicar Goto – o reino encantado do barqueiro noturno do rio Itararé (Joinville-SC: Editora Clube de Autores, 2014), obra nitidamente do século XXI, em que toda a coerência formal da narrativa já foi desrespeitada, o poeta e ficcionista Silas Corrêa Leite ressurge agora com Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório (Rio de Janeiro: Editora Autografia, 2015), outro romance pós-moderno, igualmente fragmentado, desintegrado e de linguagem rebelde, que se apresenta como não-romance ou antirromance, assumindo um rompimento definitivo com as fôrmas literárias do Romantismo e do Modernismo. Conhecido como ciberpoeta, Silas, um dos mais originais escritores deste Brasil pós-moderno, surpreende, mais uma vez, com um relato fragmentário de um bebê de altíssimo quociente intelectual (QI) que, ainda no útero materno, mas em fase final de gestação, já demonstra sentimentos, reações e faz citações, algumas de raízes populares e outras de poetas e pensadores famosos. Abusando do recurso da intertextualidade, o romancista faz o seu personagem ainda sem nome questionar não só momentos íntimos da mãe como manifestar algumas reflexões e impressões a respeito do mundo que há de viver fora do útero.

Com tanta originalidade, por certo, Gute Gute – Barriga Experimental de Repertório começa a atrair os leitores desde as primeiras linhas, ao fazer questionamentos sobre termos, canções e sons que o protagonista ouve de dentro da barriga da mãe. Como diz o autor na introdução, o romance trata da relação da criança, ainda na forma fetal, com tudo o que a cerca: “o lar, as barulhanças nos derredores, as tristices e contentezas de formação, as formatações e configurações evolutivas de meio, os sentimentos de base e aprumo, a sensibilidade generalizada de compreender e ser inteirado da vida intrauterina a partir do que rola lá fora, no exterior, a partir do que sente no colmeial do adjacente barrigal”.

Dividida em seu quatro livros e subdividida em muitas partes, esta obra reproduz também as angústias de uma futura mãe ainda adolescente, que se deixou engravidar por quem não pretende assumir o filho. Lê-se: “(...) – Eu não estava no programa... falhou o calendário, a cartelinha, alguma coisa que deveria estar vestido e não estava, alguma coisa que deveria ter usado, sei lá mais o quê... Eu fui um acidente de encontro... Acidente de percurso, sei lá... (...). Como se percebe, o poeta Silas Corrêa Leite, com muita criatividade, atrai o leitor com uma linguagem do dia-a-dia brasileiro, ou melhor, do mundo caipira do interior de São Paulo e do Paraná, colocando novamente em evidência a cidadezinha de Itararé, com suas ruas de pedras, onde nasceu, na divisa entre estes dois Estados, e com a qual mantém vínculos familiares e sentimentais até hoje. Como dele já escreveu o romancista Moacir Scliar (1937-2011), percebe-se que Silas Corrêa Leite sente prazer em narrar, “prazer este que se transmite ao leitor como um forte apelo – o apelo que se espera da verdadeira literatura”.

 (*) Adelto Gonçalves, jornalista, mestre em Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP): LINK: http://port.pravda.ru/sociedade/cultura/29-11-2016/42217-antirromance-0/

 

23)-MOCORONGOS, microcontos, ebook: Veja versão free: https://www.widbook.com/ebook/read/mocorongos

 

24)-ILUMIDEIAS – Coletânea de Haicais, poemetos estilo japonês, em três versos/tercetos, do autor, escritos ao longo de mais de cinquenta anos.

 

25)-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS – Sendas Edições, Romance ecumênico, o segundo livro escrito pelo autor.  Primeira de uma anunciada trilogia, a obra preserva o estilo anárquico e demolidor do seu autor, no campo místico. Resenha crítica da obra no LINK:

https://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/silas-correa-leite-retorna-a-cena-literaria-com-ele-esta-no-meio-de-nos-167882/

 

26)-PLANETA BOLA, Causos e acontecências do futebol, Editora Simplíssimo. O autor diz de seu amor pelo futebol, de seu fanatismo pelo Corinthians.

 

27)-MUITO ALÉM DO CORAÇÃO SELVAGEM DA COISA, Wathpadd. Livro escrito nessa plataforma da internet, a partir de um inicial depoimento de um aluno problemático, querendo fugir de casa, de si, do mundo. Com final fantástico.

 

28)-DESVÃOS DE ALMAS, Editora Penalux, microcontos do autor, na sua linha e estilo de nanonarrativas impactantes e com desaforismos e escárnios.

 

29)-O MARCENEIRO, A ULTIMA TENTATIVA DE CRISTO, Romance, Editora Viseu. O surpreendente e assustador primeiro livro escrito pelo autor, mais de trinta anos atrás, só agora pode ser finalmente lançado. Você vai ler e não vai acreditar. Polêmico, diferenciado, conta de Cristo no Brasil, de discos-voadores, do Papa Carol, do FBI, de milagres, viagens interestelares, pandimensionais, diz de profecias, registros contundentes da história sendo revelados depois de tudo e apesar de toda história ser remorso, como diria o poeta Drummond.

 

30)-DESJARDIM, Muito além do farol do fim do mundo, romance, ebook no link:

https://www.amazon.com.br/DESJARDIM-Muito-Al%C3%A9m-Farol-Mundo-ebook/dp/B074T3HG4Q

31)-O lixeiro e o presidente, Romance Social, ainda no prelo. Quem é o lixeiro, tipo aspone? Quem é o Presidente que jogou sua história no lixo? (“Esqueçam tudo o que eu falei”). E de Fernando em Fernando, o Brasil foi se ferrando. Mordaz, o autor conta de bastidores sórdidos dos antros palaciais de picaretas o Brasil S/A de podres poderes, em que o inimigo do povo está no governo.

 

32)-VACA PROFANA, microcontos estranhos, uma soma de continhos, contículos, trabalhos curtos em prosa, ficção apurada do autor, incluindo o premiado menor microconto do mundo. Ler para se assustar.

 

33)-LAMPEJOS, livreto, Poemas, editado na Argentina pela Sangre Editorial

-Esse é um imediato apanhado generalizado do Itarareense Silas Corrêa Leite. Ler para crer.  Contatos com o autor: poesilas@terra.com.br Assessoria de Imprensa, CULT-NEWS Divulgação:La-goeldi@bol.com.br Site: www.artistasdeitarare.blogspot.com/

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Lançamento do Romance Social O LIXEIRO E O PRESIDENTE, de Silas Correa leite



 

Lançamento, Romance Social

 

Lançamento do livro O Lixeiro e o Presidente, de Silas Corrêa Leite

 

O Lixeiro e o Presidente

 

Mais do que um chamado “romance social” datado, crítico, irônico e destroçador, além de ser mais uma obra polêmica e diferenciada do autor, “O lixeiro e o presidente” tem tom de denúncia, de apontamento, investe na reconstrução sistêmica por meio da ironia e de outras escol(h)as literárias para, a partir desse lugar de fala/escuta da literatura levantar material histórico e repensar o espaço público. O LIXEIRO E O PRESIDENTE por meio de memória histórica/política/literária possibilita repensarmos aquilo que é/seria o agora da vida no âmbito público, mediante as vigas históricas desse finito, ou sistema que o antecede (…) “O lixeiro e o presidente” tem uma narrativa difícil de catalogar; seu gênero textual torce a ideia de romance e se aproxima da crônica, e do texto acadêmico, pois também é teórico. Um aspone ao lado de um Fernando Dois (e de “Fernando em Fernando o Brasil foi se ferrando”, disse o poeta), contando como é, como foi. Lixos, desmandos, bastidores e acontecências de um Palácio do Planalto em que a faixa presidencial foi literalmente jogada no lixo, e o real do plano econômico foi um embuste, sustentado por privatizações-roubos, (privatarias), moedas podres, engavetamentos de denúncias, entre achismos e mesmices de dentaduras, nhenhenhéns e outras falcatruas palaciais. O LIXEIRO E O PRESIDENTE vai botar a boca no trombone. Salve-se quem puder. Prepare-se. Entre pela porta dos fundos da história e remexa o lixo antes que proíbam o perigoso livro.

Inverno 2019 - ISBN: 978-65-80103-30-0

198 págs. Selo SENDAS da Kotter Editora, Pr

https://kotter.com.br/loja/o-lixeiro-e-o-presidente/

O AUTOR:

Silas Corrêa Leite

Poeta e escritor premiado nas horas vagas de reger aulas vivas, um criador que vaza pensares sobre seu tempo tenebroso (Brecht), sentidor e inventariante de incêndios, o autor Silas Corrêa Leite, zen-boêmico pela própria natureza, sonha consertar discos voadores, e, como disse no Programa Provocações da TV Cultura, de Antonio Abujamra, “corta os pulsos com poesia”. Plantador de livros polêmicos e diferenciados, acredita na arte como libertação, escreve alucilâminas, desvairados inutensílios e bulbos da sociedade pústula, ganhou prêmios de renome, consta em antologias e sites importantes, até no exterior. Sua frase predileta é “Feridos Venceremos”.  O LIXEIRO E O PRESIDENTE é apenas um relato dessa turva terra brasilis, feito antena da época (Rimbaud), pois, parafraseando Caetano Veloso, “desperto ninguém é normal”, e, se toda a história é remorso (Drummond), nesses bicudos anos neoliberais de muito outro e pouco pão, somos todos animais perante a lei, mas o homem-animal-político (Aristóteles) berra as sequelas sociais do ódio customizado, pois, como cantou Cazuza, os imbecis estão no poder, e o fascismo que sempre está no cio (Maiakovski) fede. Contar é preciso. Salve limpo perdão da esperança? A arte como libertação. O LIXEIRO E O PRESIDENTE como registro e delação. 

Contatos com o autor: poesilas@terra.com.br

 

 

 

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ROMANCE Ele está no meio de nós de Silas Correa Leite

Silas Correa Leite Lança seu Romance Místico ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS

 

-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, Romance místico, romance religioso ou romance ecumênico? Depois de Goto, A Lenda do Reino Encantado do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, pela Clube de Autores Editora, SC, romance pós-moderno (considerado a melhor obra do escritor); depois do gracioso Gute-Gute, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia-RJ, e depois do revoltado Tibete-De quando você não quiser mais ser gente, Editora Jaguatirica, RJ, três romances de peso e agraciados por boas críticas literárias de renome, o escritor, ciberpoeta, ensaísta, crítico literário e então por isso mesmo romancista, Silas Correa Leite, de Itararé-SP, premiado em diversos concursos literários, lança finalmente o romance ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, primeiro de uma trilogia. Este livro começou a ser escrito em 1998, terminado em 2015, e só agora finalmente lançado pela Sendas Editora do grupo Kotter Editorial de Curitiba-PR.

Como todos os livros diferenciados do autor, polêmicos, críticos, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS não foge à regra e ao estilo de Silas Correa Leite vai nesse fulcro literário. Desta feita, entrando num campo por assim dizer místico, ele narra a história de um cidadão de Itararé, claro – “Canta a tua aldeia e serás eterno”, disse Leon Tolstoi – (e isso o Silas faz como primeiro expoente da chamada Literatura Itarareense), e narra sobre um cidadão pobre, renegado pelo pai empresário rico da cidade de origem, que depois de décadas de muitos trabalhos e estudos em SP, vence na vida, feito um new rich da chamada alta sociedade paulistana.  Menino sensível, camuflou seu lado sentidor, especial, para ganhar dinheiro. Ficando rico – e ninguém fica muito rico impunemente entre riquezas impunes e lucros injustos – o personagem (real, imaginário?), dr Paulo de Tarso Trigueiro um dia ao sair de um luxuoso jantar em point rico de área nobre da capital, tem uma visão que o alumbra. Curioso a contemplar lá de cima os periféricos cantões miseráveis da cidade entregue a corruptos, em tempos tenebrosos de dezelo social, de muito ouro e pouco pão, e lá de cima num magno momento mágico vê, ou sente que vê, ou pensa que vê. E nesse contexto espiritual somatizado, todo tocado – entre o terreal e o numinoso - recupera a sensibilidade sublimada com muito dinheiro de forma não necessariamente legal. Então é ferido de ver. E abre a alma nesse ver. E então se redescobre em si. É rico mas isso não faz sentido. É rico, mas não é feliz. Então, com o que viu, como um milagre, um chamado, um final de busca, resolve tomar a decisão radical de sua vida. É quando se firma no propósito de largar tudo, doar tudo o que tem aos fracos e oprimidos, atendendo à uma máxima que Cristo preconizou nos evangelhos (maktub – está escrito!), e ir morar na rua com os fracos e oprimidos, para assim tentar encontra Deus e ser salvo. ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS? Curto e grosso e em rápidas pinceladas, esse é o mote, o fulcro e o ponto de partida desse romance-documentário, por assim dizer. O leitor vai ficar atiçado e mergulhar nas 208 páginas até ser revelado não apenas o final propriamente dito que toda técnica de romance normal engendra, mas saber finalmente o que o dr engenheiro realmente viu, quem está no meio de nós, e porque essa decisão radical de ser escolhido, para tanto estando entre os excluídos sociais, os sem-terra, tem teto, sem amor, a partir do que diz o Novo Testamento, de que o rico (para passar pelo buraco de agulha e entrar no céu) deve vender tudo o que tem, dar aos pobres, e depois seguir a Cristo. A justificação de Deus para os homens, triunfos e fracassos nesse sentido, foram marcos da filosofia de Platão, Santo Agostinho, Alberto Magno, Tomás de Aquino...  O autor nesse livro segue o curso de tempos tenebrosos de riquezas[S1]  injustas, lucros impunes, propriedades roubos...

Depois de ler este romance o leitor nunca mais será o mesmo?

ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

Leia e creia. Leia e veja-se.

 

Divulgação; CULT NEWS

La-goeldi@bol.com.br

 

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Editora SENDAS EDIÇÕES

https://kotter.com.br/editoras-parceiras/sendas-edicoes/

Ano 2018

Contato: Site da Editora:

https://kotter.com.br/loja/ele-esta-no-meio-de-nos/

Rua das Cerejeiras, 194

Telefone: +55 (41) 3585-5161

E-mail: contato@kotter.com.br

E-mail do autor: poesilas@terra.com.br

Blog do autor

www.artistasdeitarare.blogspot.com/

Página do facebook do autor

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FOTO DO AUTOR ABAIXO

 

Na foto o autor palestrando em periférica escola pública de sua cidade Itararé-SP.

 

 


 [S1]Punes, riquezasinjustas, propiiedades-roubos.;
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ROMANCE ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS DE SILAS CORREA LEITE

Silas Correa Lança seu Romance Místico ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS

 

-ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, Romance místico, romance religioso ou romance ecumênico? Depois de Goto, A Lenda do Reino Encantado do Barqueiro Noturno do Rio Itararé, pela Clube de Autores Editora, SC, romance pós-moderno (considerado a melhor obra do escritor); depois do gracioso Gute-Gute, Barriga Experimental de Repertório, Editora Autografia-RJ, e depois do revoltado Tibete-De quando você não quiser mais ser gente, Editora Jaguatirica, RJ, três romances de peso e agraciados por boas críticas literárias de renome, o escritor, ciberpoeta, ensaísta, crítico literário e então por isso mesmo romancista, Silas Correa Leite, de Itararé-SP, premiado em diversos concursos literários, lança finalmente o romance ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS, primeiro de uma trilogia. Este livro começou a ser escrito em 1998, terminado em 2015, e só agora finalmente lançado pela Sendas Editora do grupo Kotter Editorial de Curitiba-PR.

Como todos os livros diferenciados do autor, polêmicos, críticos, ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS não foge à regra e ao estilo de Silas Correa Leite vai nesse fulcro literário. Desta feita, entrando num campo por assim dizer místico, ele narra a história de um cidadão de Itararé, claro – “Canta a tua aldeia e serás eterno”, disse Leon Tolstoi – (e isso o Silas faz como primeiro expoente da chamada Literatura Itarareense), e narra sobre um cidadão pobre, renegado pelo pai empresário rico da cidade de origem, que depois de décadas de muitos trabalhos e estudos em SP, vence na vida, feito um new rich da chamada alta sociedade paulistana.  Menino sensível, camuflou seu lado sentidor, especial, para ganhar dinheiro. Ficando rico – e ninguém fica muito rico impunemente entre riquezas impunes e lucros injustos – o personagem (real, imaginário?), dr Paulo de Tarso Trigueiro um dia ao sair de um luxuoso jantar em point rico de área nobre da capital, tem uma visão que o alumbra. Curioso a contemplar lá de cima os periféricos cantões miseráveis da cidade entregue a corruptos, em tempos tenebrosos de dezelo social, de muito ouro e pouco pão, e lá de cima num magno momento mágico vê, ou sente que vê, ou pensa que vê. E nesse contexto espiritual somatizado, todo tocado – entre o terreal e o numinoso - recupera a sensibilidade sublimada com muito dinheiro de forma não necessariamente legal. Então é ferido de ver. E abre a alma nesse ver. E então se redescobre em si. É rico mas isso não faz sentido. É rico, mas não é feliz. Então, com o que viu, como um milagre, um chamado, um final de busca, resolve tomar a decisão radical de sua vida. É quando se firma no propósito de largar tudo, doar tudo o que tem aos fracos e oprimidos, atendendo à uma máxima que Cristo preconizou nos evangelhos (maktub – está escrito!), e ir morar na rua com os fracos e oprimidos, para assim tentar encontra Deus e ser salvo. ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS? Curto e grosso e em rápidas pinceladas, esse é o mote, o fulcro e o ponto de partida desse romance-documentário, por assim dizer. O leitor vai ficar atiçado e mergulhar nas 208 páginas até ser revelado não apenas o final propriamente dito que toda técnica de romance normal engendra, mas saber finalmente o que o dr engenheiro realmente viu, quem está no meio de nós, e porque essa decisão radical de ser escolhido, para tanto estando entre os excluídos sociais, os sem-terra, tem teto, sem amor, a partir do que diz o Novo Testamento, de que o rico (para passar pelo buraco de agulha e entrar no céu) deve vender tudo o que tem, dar aos pobres, e depois seguir a Cristo. A justificação de Deus para os homens, triunfos e fracassos nesse sentido, foram marcos da filosofia de Platão, Santo Agostinho, Alberto Magno, Tomás de Aquino...  O autor nesse livro segue o curso de tempos tenebrosos de riquezas[S1]  injustas, lucros impunes, propriedades roubos...

Depois de ler este romance o leitor nunca mais será o mesmo?

ELE ESTÁ NO MEIO DE NÓS.

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 [S1]Punes, riquezasinjustas, propiiedades-roubos.;
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NOVO LIVRO, LADRÕES DE CELEIROS; AVANTE, COMPANHEIROS!, POEMA ÉPICO DE NICODEMOS SENA

Breve Resenha:



LIVRO "Ladrões nos Celeiros: Avante, Companheiros! de Nicodemos Sena

(OS CELEIROS DE UM POEMA ÉPICO PELA LEGALIDADE ÉTICO-HUMANITÁRIA)



-E entregaremos a vós, nossos filhos

Não a nossa tristeza e dor

Vida de ser cumprida - e vivida.

Legaremos a nossa esperança ainda que tardia

Em forma de ferida; não...

mas em bordão. De alma espremida

de poesia...

A vida além da vida

A ferida aberta no chão...

....................................................................



-Lula livre, Lula livro - Que país é esse? LADRÕES NOS CELEIROS: AVANTE, COMPANHEIROS! Não verás nenhum país como esse caos que se vê agora, e que o poema épico do premiado escritor, editor e romancista premiado NICODEMOS SENA escreve, explana, evoca e explora... E que tempos tenebrosos; a pátria vergada silencia e chora... E os celeiros da inclusão social histórica de outrora foram deitados fora.

....................................................................................-Chora a pátria antiga mãe gentil, chora; agora terra madrasta de Marias e Clarices, como na cantata do irmão do Henfil... Panurgismo, entreguismo, fascismo, bravata...O que fizeram daquele Brasil? O poema de Nicodemos Sena muito bem canta a sua terra vendida, ferida, e diz... SIGAMOS FIRMES, COMPANHEIROS

São tantas as patifarias. O crime que compensa, no poder... Ah o perigoso migrante nordestino cabeça chata que saiu de uma área árida de seca... migrou e foi buscar água para a sua carecida gente, foi levar esperança, buscar água e trouxe um rio... E ergueu uma nação além de seu sofrer, muito além da dor de ter sobrevivido, de ter perdido o dedo na máquina de produção industrial, de ter perdido amigos, depois a mãe, depois a esposa... Pois o Lula Light Metalúrgico e Presidente por isso mesmo sofre sanções de mentiras, em tantas cantagonias...

Documento histórico o livro de tons e focos verdadeiros: "Ladrões nos Celeiros: -Avante companheiros!" muito bem retrata em poesia-carne-viva(vida) a maldição injusta e inumana do golpe, e seus antibrasileiros (de fascismos vezeiros...), e o que restou da pátria amada, bueiros.

Para não dizer que falou de flores, o poeta, contista, ficcionista, e editor, na poética letra selvagem das palavras diz de lágrimas, de injustiças, de perseguições, pois o que seria celeiro do mundo virou um sórdido fechado silo de abutres, fascistas, entre embustes, quadrilhas e cartéis. Mas, resistir é preciso. E precioso. E um livro com uma poesia em ritmo e resistência e consistência vem contando os flancos da história, e cortando... E nos faz lembrar BELCHIOR: "Não se preocupe, meu amigo/Com os horrores que eu lhe digo/Ao vivo realmente é diferente/Ao vivo é muito pior"... (Apenas um Rapaz Latino Americano).

... a noite que era dos pássaros livres, agora, onde canta a sabiá?... virou a noite dos bárbaros... os inimigos estão no poder, cantou Cazuza. Que país é isso? Sigamos juntos... Juntos somos fortes. Avante, companheiros.... Da terra que era a prometida de Leite e Mel, e que sofreu o processo histórico de uma mudança de inclusão social sem precedentes históricos - o povo tomou a direção da barca, diria o saudoso poeta e líder africano Agostinho Neto - mas uma Presidenta que não negociava com bandidos foi alijada do poder ganho nas urnas, e o paisano ditador civil, que negocia com bandidos travou a constituição, feriu o estado de direito, e assim nefasto assomou-se para tirar o celeiro de conquistas históricas dos trabalhadores, desde a era Getúlio Vargas e depois de João Goulart, assim reformando o celeiro para si, para os seus eleitos de bastidores espúrios, para os poderosos covis ligados a agiotas do capital estrangeiro, quando o mercado não nos representa, a bolsa de valores não mata a fome, o temeroso excluindo a maioria absoluta da população de benefícios públicos, razão de ser do estado e de direito, como preconiza a própria carta magna que diz que todo poder emana do povo e que em seu nome deve ser exercido...

Enquanto houver poesia, ainda há de haver esperança?

Como diria o companheiro comandante ex-presidente LULA do Povo, pode se cortar uma rosa, duas rosas, três rosas, mas não se pode impedir a chegada da primavera. Pois a nossa primavera de legalidade virou temporão estorvo histórico, em que os cactos são cercas, os desenhos fascistas são arquétipos, as espadas e facas e balas de borracha são vinganças, as estrelas assustam subterrâneos e subcaminhos, os beijos de tantos judas transmitem ilegalidades de pai para filho bastardo, as tantas traições afinam caráter para embustes midiáticos e eleitorais, esconderijos pseudolegais salvam minorias impunes, ricos da elite insensível selecionam cobaias, corruptos vendem falsidades no contexto do "fora isso, fora aquilo"; o ódio customizado reina e viça - o fascismo sempre está no cio, disse Maiakovski - enquanto o cálice trasborda para o povão carente, com os usurpadores cantando nênias ao arbítrio, ao fim de tudo...

A mídia abutre baba ovo de serpente. Corvos de toga dominam tribunais insanos. Hienas dão salve geral para os exércitos e milícias. Chacais reinam nos carteis de propinas depois das privatizações-roubos. Ratos escondem o rabo e clamam dissimulados contra a corrupção... dos outros. Vermes falam em democracia de araque. Pústulas entre elites inumanas se regozijam. E um bando ignaro e parvo ainda diz amém para o arbítrio e escondem suas vergonhas.

Que país é isso? Não, vão verás um país como esse... Os picaretas estão no poder.

O livro-poema de NICODEMOS SENA, registra, assenta, conta, ilumina flancos em belos e tristes estrofes altamente poéticas, contando em versos, dizendo, registrando, datando, por isso o poema em si acorda, alumbra, rememoriza, diz e dispõe:

AVANTE COMPANHEIROS. Eis o poema.

Tempos de vacas magras para a democracia. Chora a pátria mãe gentil. O autor de um dos melhores romances do BRASIL, chamado A ESPERA DO NUNCA MAIS, com esse nome precioso e até mesmo profético por assim dizer, parece que enxergou no fulcro institucional de um devir que nos veio e choca. Ah longa espera pelo que se nos virá... MAIS, com outro livro, O Homem, a Mulher e o Cão, de novo acertou no historial a seguir: O Homem, Lula, a Mulher, Dilma, e o Cão do fascismo...

Resistir é preciso. Escrever é preciso.

FERIDOS VENCEREMOS?

Não existe democracia ético-humanitária ao sul do Equador. A (bel-terra) Bela-Terra Brasil não existe mais, camarada. Brazyl S/A é para poucos. A Lava Jato não lava o Moro. Justiça que é tendenciosa e parcial, jogo midiático, não é justiça, é quadrilha.

O livro no belíssimo, cadente e mavioso poema épico, acaba sendo um datado recolhe de colheitas de lágrimas, num registro desses tempos tenebrosos de muito ouro e pouco pão, de lucros impunes, de riquezas injustas como falou São Lucas nos Evangelhos.

Então, é um poema-livro-relato-documento. QUE PAÍS É ESSE? Esse era um país com humano projeto de inclusão social que finalmente ia pra frente, mas que retrocedeu anos luz, tipo, num "avante para trás".

"Dentro de nós, as esporas do medo//que nos contrai o ânimo//que nos transforma em caminhantes trêmulos,//que nos faz tremer que nem varas verdes//nos ventos de setembro//" (In, pg 42)

O livro LADRÕES NOS CELEIROS: AVANTE COMPANHEIROS, de Nicodemos Sena, acaba sendo assim uma espécie de livro "verás-que-um-filho-teu-não-foge-a-luta". Estamos juntos, companheiros, nas trincheiras da resistência.

BRAVO!

-0-

Silas Corrêa Leite

Autor de TIBETE, DE QUANDO VOCÊ NÃO QUISER MAIS SER GENTE, Romance, Editora Jaguatirica, RJ, 2017

E-mail: poesilas@terra.com.br

-0-

BOX;

Ladrões nos Celeiros: Avante, Companheiros

Poesia: Autor NICODEMOS SENA

E-mail: letraselvagem@letraselvagem.com.br

Editora: www.letraselvagem.com.br

Fone(055) 12 3635-3769//(12) 99203-3836

Ano 2018





418

FRAN ROSAS, A NOVA JÓIA PRECIOSA DA MÚSICA POPULAR BRSILEIRA

MPB Contemporânea

Cantora Fran Rosas, a nova joia no florir do lume da New MPB em ebulição

-"Minha terra tem Pinheiros//Adonde canta a Fran Rosas..." Melhor dizendo: em Curitiba - Curitiba, que quer dizer terra dos pinheirais - tem a Artista talentosa Fran Rosas com raízes entre Itararé-SP (Celeiro de artistas) e Ponta Grossa-Pr (pertinho de Itararé) dando ao lume artístico-musical suas "cantárias", louvações... shows e espetáculos...

-Pois, afinal, Itararé, cidade de revoluções, ex-capital do trigo, depois capital do feijão, mas, ainda e sempre capital artístico-cultural da região sul de São Paulo, terra entre outros craques de arte musical, de Maestro Gaya (descobriu, burilou, orquestrou, Chico Buarque de Hollanda, entre outros, como Taiguara, Nelson Gonçalves, etc. e ganhou prêmios em áureos tempos de festivais de MPB da Record), Paschoal Melilo, (seu Baião Cuco estourou nos anos 20 quando ele pintava e bordava na Lapa do RJ em época de Noel Rosa e Aracy de Almeida), terra-mãe também de Regina Tatit, Rogéria Holtz, Carlos Casagrande, Elvira pagã (que Rita Lee cantou), e assim dessa raiz, tronco e chão, redondezas e trilhas pertinentes, brotou uma "Rosas" que canta porque é Fran e ao ouvi-la, acabamos todos fãs também...

-Tive a honra (e orgulho, claro), eu, um fanático por Itararé (canta a tua aldeia e serás eterno, disse León Tolstoi), de sabê-la por lá, com amigos, familiares, de Itararé, de ouvi-la, ver nas canjas virtuais do You tub sua performance, e encantei-me de curti-la, eu, com três notas musicais no nome, filho de um Maestro de bandas e Regente, de corais, compositor, fundador de corais e bandas no estado de SP e PR, que hoje é nome de Rua em Itararé, Rua Maestro Antenor Corrêa Leite.

-Pois nesse feitio todo de diapasão de acontecências, da Fran Rosas que soube e quis ouvir mais, recebi o belíssimo cedê LUME, interessante trabalho desde a estética da capa do projeto, à beleza singular da cantora/intérprete, passando, é claro, pela qualidade musical dos interessantes arranjos finíssimos de primeira linha, espetaculares, ainda as canções que ela com portentoso espetáculo verte para nós em seu lume de voz maviosa e singeleza na interpretação. Bravo!

-Espetacularmente assim e por isso mesmo muito bem produzida pelo namorido Rafael Rosas, de Itararé-SP, Fran Roas esbanja simpatia, cativa, e você bebe/ouve sua qualidade vocal, com belas composições, letras e músicas, inclusive do Celso Viáfora, Maninho, Estrela Ruiz Leminski e Djavan que botou sua Asa e seu Azul na voz exuberante da Fran Rosas que nas canções assomou-se.

-Diz o site Tratore, a distribuidora de artistas Independentes:

"Expoente da música curitibana, Fran Rosas é cantora e interprete de grande expressividade e personalidade. Dona de uma voz suave e versátil, assume diversas influências musicais, transitando com facilidade entre os mais variados estilos. Em 2017, lança o seu primeiro álbum - Lume, com produção de Rafael Rosas. O trabalho traduz com fidelidade a gama de influências que recebe ao longo da carreira, consolidando sua originalidade como marca pessoal."

Vejam-na, quero dizer, ouçam-na, e babem:

https://soundcloud.com/franrosas

No site GENTE.IG.CULTUR, a consagração da carreira:

"Revelação da MPB, Fran Rosas se prepara para a sua primeira turnê na Europa"

http://gente.ig.com.br/cultura/2018-05-08/fran-rosas-turne-portugual.html

Crítica: - Crítica Sobre o Álbum Lume

"Já em Estrela de Brilhar, primeira faixa de seu álbum de estreia, a cantora curitibana Fran Rosas mostra ter muitos horizontes. O álbum revela uma cantora afinadíssima e à vontade em diferentes estilos(...). Foi bailarina clássica e prefere a delicadeza das canções..."- Juarez Fonseca - Jornal Gaúcha ZH

Eu que nasci no bairro operário de Harmonia, em Monte Alegre, Pr, hoje Telêmaco Borba, e fui criado desde os seis meses de idade na histórica cidade de Itararé-SP, terra de meu pai, um dos cem primeiros itarareenses a nascer na cidade, e que quando jovem foi acendedor de lampiões de gás em Itararé nos indos de antigamente, vejo as andanças musicais da Fran em sintonias e trajetos pertinentes, por assim dizer, e para nosso orgulho, claro...

Fran Rosas tem essas raízes fincadas em Itararé, seu marido produtor musical, maestro, arranjador e instrumentista, e familiares dele todos residentes em Itararé, mesmo ela tendo nascida de papel passado em Ponta Grossa, Pr, pertinho de Itararé, tendo por fim a bela Curitiba, a capital do Paraná, como seu palco iluminado.

Por essas e outras, como nova estrela na nossa também nova MPB, desejamos à FRAN ROSAS sempre muito sucesso, porque brilho, talento e lume ela tem, e, como diria Caetano Veloso, gente é para brilhar.

Brilhe Fran, solte a sua graciosa voz nas estradas de tijolos amarelos da vida.

Bravo!

-0-

Silas Correa Leite - E-mail: poesilas@terra.com.br

www.artistasdeitarare.blogspot.com/

Poeta, Escritor, Professor e Jornalista Comunitário. Autor entre outros de TIBETE, De quando vc não quiser mais ser gente, Romance, Editora Jaguatirica, RHJ, 2017.

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o    Cyber Poeta Silas Correa
Leite, tachado Pelo Site Capitu de “O Neomaldito da Web”

o   

Breve Historial Bio-Bibliográfico

o   


-O atual literato e Cyber Poeta, Silas Correa Leite, na verdade nasceu no
bairro operário de Harmonia, na cidade de Monte Alegre, Paraná, região de
Tibagi. No entanto, a partir dos seis meses de idade, foi criado em Itararé,
São Paulo, cidade de divisa com o Paraná, terra de seus pais, que tiveram que
fugir do colonião do Paraná porque tinham loteamentos (Lotes das Cem Casas) na
área rural chamada Cidade Nova, adjunta a Monte Alegre, e foram perseguidos por
grileiros, bandidos e jagunços do político corrupto chamado Lupion, então
governador do Paraná. Por incrível que pareça, a área regional toda depois
estranhamente mudou de nome, sendo chamada de Telêmaco Borba, nome também de um
político jagunço e bandido ligado a corruptos da região.

o   


-O pai de Silas Correa Leite, Maestro Antenor Correa Leite, hoje nome de rua em
Itararé, é dessa cidade histórica (um dos primeiros a nascer na cidade na Era
de 1900), e quando jovem foi o primeiro acendedor de lampiões de gás de
Itararé. Em Itararé, de família rica que ficou pobre, Silas, guri de
pé-vermelho, estudou no Grupo Escolar Tomé Teixeira, quando foi alfabetizado e
descoberto também aos 8 anos como “Poetinha” pela primeira professora, Jocelina
Stachoviach de Oliveira. Silas terminou o curso primário, e, para ajudar a
família e o pai doente, parou de estudar e foi trabalhar de engraxate a
boia-fria, de vendedor de dolé de groselha preta a caldo de cana, de pipoca a
algodão doce, de garçom a aprendiz de marcenaria. Aos 16 anos, precocemente
estreava como colunista-colaborador do semanário jornal O Guarani, de Itararé,
também fazia imitações de artistas da Jovem Guarda em shows de prata da casa, e
tinha sido aprovado num concurso para locutor na Rádio Clube de Itararé.

o   


-Em 1970, só com o curso primário, Silas migrou para São Paulo, capital, em
busca de melhores condições de trabalhos e estudos. Levava na bagagem algumas
poucas roupas, muitos sonhos e vários cadernos de rascunhos poéticos que hoje
passam de mil e foram reportagem no programa Metrópolis da TV Cultura de São
Paulo. Na capital de inicio morou em cortiços, em pensões, dormiu na rua,
passou fome, até voltar a estudar, sempre escrevendo para os jornais de
Itararé, com os quais colabora até hoje, faz mais de 40 anos. Terminou os
estudos fundamentais e médios no Liceu Coração de Jesus, fez Direito, trabalhou
anos na área, na empresa ABE-Assessoria Brasileira de Empresas, até ir
trabalhar como assessor do Secretário Municipal de Educação da capital,
jornalista Paulo Zing, compondo equipe para ajudar a implantar informática no
ensino público da capital, quando fez Geografia e vários cursos de extensões a
especializações, tornando-se especialista em educação e se efetivando no ensino
público municipal e estadual. Filiado à API-Associação Paulista de Imprensa,
também se associou à UBE-União Brasileira de Escritores, ganhando alguns
prêmios de renome, representando Itararé no Mapa Cultural Paulista, vencedor
entre outros concursos do Primeiro Salão Nacional de Causos de Pescadores
(USP/Parceiros do Tietê/Rádio Eldorado/Estadão/Jornal da Tarde), premiado
também nos concursos Lygia Fagundes Telles Para Professor Escritor, Prêmio de
Poesia Biblioteca Mario de Andrade, SP (Gestão Marilena Chauí), Prêmio Literal
de Contos (Petrobrás), RJ, Curadoria Ana Buarque de Holanda, Premio Ignácio
Loyola Brandão de Contos, Prêmio Paulo Leminski de Contos (Unioeste-PR), Prêmio
Fundação Cultural de Canoas, entre outros, e ainda no exterior, o Prêmio
Microcontos Fantásticos Simetria, Portugal, e Prêmio Cancioneiro
Infantojuvenil, Instituto Piaget, Lisboa, Portugal, passando também a constar
em inúmeras antologias literárias em verso e prosa, inclusive no exterior, como
Estados Unidos, Portugal e Itália, além de incluído como Poeta Contemporâneo na
Revista Poesia Sempre, Ano 2000, 500 Anos de Descobrimento do Brasil, Fundação
Biblioteca Nacional, Rio de Janeiro.

o   


Silas Correa Leite lançou depois os seguintes livros:

o   


-Ruínas & Iluminuras, conjunto de poemas, (Prêmio Elos Clube/Comunidade
Lusíada Internacional)

-Trilhas & Iluminuras (libreto), Coleção Prata Nova, Editora Grafite, RS

-Porta-Lapsos, Poemas, Editora All-Print, SP

-Campo de Trigo Com Corvos, Contos Premiados, Editora Design, SC, classificado
para a final do Prêmio Telecom de Portugal

-Os Picaretas do Brasil Real (libreto), Cantigas de Escárnio e Maldizer (Série
Leia e Passe Adiante) Editora Thesaurus, Brasília, DF

-O Homem Que Virou Cerveja, Crônicas Hilárias de Um Poeta Boêmio, Editora
Primus/Giz Editorial, SP/Premio Valdeck Almeida de Jesus, Salvador, Bahia

-ELE Está No Meio de Nós, e-book, Romance Místico virtual, Hot-Book Editora,
RJ, disponível no site www.recantodasletras.com.br

-E-book de sucesso, O RINOCERONTE DE CLARICE, pioneiro, de vanguarda e único no
gênero, primeiro livro interativo da rede mundial de computadores, Editora
Hot-Book, RJ. Obra composta de onze contos fantásticos, cada ficção com três
finais, um final feliz, um final de tragédia e um terceiro final politicamente
incorreto, quando o leitor também poderia escrever um seu final para cada
história. Livro campeão de downloads, referencial como livro virtual na web,
destaque na imprensa como Estadão, Folha de São Paulo, Jornal da Tarde, Correio
do Brasil, JBonline, Poetry Magazine, Diário Popular, Revista da Web, Revista
Cultura Sinpro, Minha Revista, Revista Época, e reportagem na mídia televisiva
como Rede Band, Programa Momento Cultural/Jornal da Noite (Márcia Peltier),
Programas Metrópolis e Provocações (Antonio Abujamra) TV Cultura de São Paulo,
Rede Brasil, Rede Vida, Canal 21 (Programa Na Berlinda), Programa Imprensa e
Cultura, Canal Universitário. A obra ainda foi indicada como leitura
obrigatória na matéria Linguagem Virtual, no Mestrado de Ciência da Linguagem,
na UNIC-Sul, Santa Catarina, tese de mestrado na Universidade de Brasília e
tese de doutorado na UFAL.

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-Recentemente lançado: E-book Infanto-juvenil, “Gute Gute, BARRIGA EXPERIMENTAL
DE REPERTÓRIO, ainda disponível como livro free no link: http://pt.calameo.com/read/0016106757767c03d1375



-No prelo: DESVAIRADOS INUTENSILIOS, Poemas, Editora Multifoco, Rio de Janeiro.

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-A sair: “DESJARDIM, Muito Além do Farol do Fim do Mundo”, Romance, Editora
All-Print, SP

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-“CAVALOS SELVAGENS”, Romance, aprovado pela Editora LetraSelvagem, Coleção
Gente Pobre, Editor Nicodemos Sena.

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O Cyber Poeta Silas Correa Leite está em todas as redes sociais, em mais de 800
links de sites, inclusive em Portugal, na Argentina, nos EUA, na Itália e em
Moçambique, África, etc. Está no Facebook, Orkut, Twitter, com seus
‘pensadilhos’ (pensamentos trocadilhos) e ‘pensagens’ (pensamentos mensagens)
escrevendo seus twitter-poemas, twitter-contos, as tiradas irônico-filosóficas
como as conhecidas e hilárias “Silas e suas ‘siladas”, tendo outras obras
inéditas, de romances a ensaios sobre educação, de novelas a depoimentos sobre
os tenebrosos tempos de chumbo da funesta ditadura militar incompetente e
corrupta, fazendo ainda criticas, resenhas literárias, microcontos e outros
trabalhos literários de vanguarda, além de criticar o cínico estado mínimo do
neoliberalismo incompetente e corrupto que viça em Sampa/Samparaguai, o
Estado-Máfia, com suas impunes privatarias e seus news richs das
privatizações-roubos; as riquezas impunes, os lucros injustos, as propriedades
roubos, o neoescravismo da terceirização, a impunidade generalizada, a
violência do quinto poder, e o dezelo público de muito ouro e pouco pão na
desvairada pauliceia de uma abandonada periferia sociedade anônima.

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Quanto à sua batalhadora vida particular, feito um eterno guri que amava os
Beatles e Tonico e Tinoco (o cyber poeta diz que sua infância é o seu melhor
tesouro), Silas Correa Leite tem união estável por quase 30 anos com a doce
Musa, admirável Companheira e Professora Rosangela Silva. Cervejólogo, ledor
voraz, foi bolsista pesquisador em Culturas Juvenis da FAPESP/USP-Universidade
de São Paulo, alega que gosta mais de ler do que de respirar; de que gosta mais
de escrever do que de existir, adora seus amigos sonhadores de utopias e
boêmios de SP, seus milhares de seguidores da internet e mesmo companheiros da
Estância Boêmia de Santa Itararé das Artes, Cidade Poema, da qual é autor do
oficial “Hino ao Itarareense”, tendo sido homenageado com o título de Cidadão
Itarareense e com a exposição “Imagens & Palavras” sobre seu trabalho
artístico-lítero-cultural no Centenário de Itararé. Para ler o Cyber Poeta
Silas Correa Leite em todos os seus variados, polêmicos e diferenciados
trabalhos e estilos, basta procurar pelo seu nome num site buscador como o
Google, e vai achar, além de textos, imagens, vários links no YouTube. Com sua
poética da tristeza, paradoxalmente com suas tiradas risadores e sua portentosa
metralhadora dialética cheia de lágrimas, ao ser provocado pelo Antonio
Abujamra (Programa Provocações/TV Cultura) o irreverente Cyber Poeta Silas
Correa Leite disparou que “corta os pulsos com poesia”, entre outras de suas
tiradas.

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Blog premiado do UOL: http://www.portas-lapsos.zip.net/

Site com breve currículo: www.itarare.com.br/silas.htm

E-mail para contatos: poesilas@terra.com.br

Livros Porta-Lapsos, Poemas, e Campo de Trigo Com Corvos, Contos, a venda no
site de SP: www.livrariacultura.com.br