Daniel Souto

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Violenta Chuva

A chuva é tão violenta
Estremece os telhados
Também não fica de fora
Os barulhos dos raios 


Eu fico apavorado
Com a violenta chuva
Que vem de todos os lados


 Pena das pessoas 
Que quando a chuva vem
Ficam todas desabrigadas


Sem casa para morar 
Sem chão para pisar
Pois a chuva chegou
E tudo ela levou.


Daniel Souto
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Poemas

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Violenta Chuva

A chuva é tão violenta
Estremece os telhados
Também não fica de fora
Os barulhos dos raios 


Eu fico apavorado
Com a violenta chuva
Que vem de todos os lados


 Pena das pessoas 
Que quando a chuva vem
Ficam todas desabrigadas


Sem casa para morar 
Sem chão para pisar
Pois a chuva chegou
E tudo ela levou.


Daniel Souto
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Arde outra vez

Arde outra vez  

Sem lhe vê
Mais uma noite
Sem você 

Sem lhe abraçar
Sem Beijinhos seus
Onde estar 
Os carinhos teus 

Nesse frio intenso
Que não é apenas o clima da cidade
Mas a verdade
 Que disse a mim 

Que não sou mais seu
E nunca mais serei
Estou a vagar pela rua
Escura e fria 

Assim é a cidade 
Que reflete  meu coração 
A dor que foi 
Perder uma grande Paixão  

Tão intenso foi o beijo
Tão belo as cantigas de amor
Que eu lhe escrevia e escrevo 

Para quem sabes um dia
Retornais para mim
Como na primeira vez 
Que os nossos corações ardeu 

Confiante estou
Que o amor meu
Voltará e arderá outra vez
Para nos amarmos mais uma vez




Daniel Souto. ( Arde Outra vez)
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