danieldocas

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n. 1997 BR BR

Um pessoa qualquer fazendo o que todos nós fazemos, falando com as palavras as dores e amores causadas pelas pessoas e seus mundos.

n. 1997-12-18, Rj-Teresópolis

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Escada da decadência

Sei que não vou conseguir fazer ao menos uma canção...
Deve existir algo que seja uma boa emoção...
Quero compreender se ao menos doeu?
A final desejo saber o que ocorreu.
O valor karnal vem nós amarrar
Porém a alma e o que separa
Mas nada consegue aparar
O que vem a me acabar
Em meio a lamentos
e novos cortejos
Indesejaveis
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Poemas

8

Fim dos tempos de heróis

Desde criança vivendo em sombras
Nunca foi não difícil desejar
Em meio às cobras
Que ao tentar
Elas lentamente sufocam
Tudo que tenta florescer
E no final nunca acabam
O que resta é morrer
Felizmente flores nasciam
Salvando as pessoas
Mostrando que as amam
Infelizmente as cobras solta
Cobra que engana
Seu veneno impregna
Pessoas que mudam
Assim as flores se acabam
Manchas escarlates
Corpos em mangues
Mãos sujas em sangue
Cidade com várias mortes...
407

Escada da decadência

Sei que não vou conseguir fazer ao menos uma canção...
Deve existir algo que seja uma boa emoção...
Quero compreender se ao menos doeu?
A final desejo saber o que ocorreu.
O valor karnal vem nós amarrar
Porém a alma e o que separa
Mas nada consegue aparar
O que vem a me acabar
Em meio a lamentos
e novos cortejos
Indesejaveis
477

Minhas mentiras...

Entre os piores erros
Existe os devaneios
Que forçam a imaginação
Brincando com a emoção
Gerando o pensamento: e se?
Como se algo existisse
Mas realmente
Sabemos que alguém mente
Brincando com o coração
Alterando a situação
E acabando com a razão
430

Sonhar ou tentar

Não era sobre o material
Nem mesmo o real
Não tinha haver com o banal
Talvez um pouco do Karnal
Um pouco ideal
Sendo até anormal
Mas quem nunca sonhou
Sempre desejou
Infelizmente não almejou
Por isso se aprimorou
Então entenda que ao errar
Foi porque teve que tentar
E ao acertar
Se lembre de que foi de tanto praticar
Talvez um dia o sonhar
Venha a se realizar
390

Medo

Um escrúpulo dessa sociedade
Que arrancou a candura do menino
Vestiu de maneira uniforme
Para que o mesmo sentisse igual
Porém na verdade parte morria
Um ser é um animal
Mas nunca será uma maquina
Seu sentir seria a culpa da impossibilidade
E arrancar tal capacidade castra sua alma
Ele sente por sensores em seu corpo
Dentre eles sua cabeça que percebe o medo
O medo de não ser quem realmente é
O medo de ser julgado
O medo
Aquele que acorrenta o ser
Sufoca a alegria do ser humano
Distanciando ele de seu destino
Até que não haja mais forças
Para sonhar e amar
O pior de tudo é saber que quando solto
Marcas continuam em seu corpo
Infeliz alma melancólica
Pelo menos diferente de outros
Não usou as correntes que lhe prendiam
Para prender os outros a si....
458

Anos atrás

Eu sempre te amei de uma maneira que talvez essa seja minha guilhotina
Mas não entedia sobre amor essas coisas que todos falamos
Só sabia que queria ver seu sorriso e entendo que perdi muitas horas admirando
Queria estar ao seu lado e ser o que você sempre mereceu, por isso mudei.
Transformei meus sentimentos em rimas, meu coração em presente, sim, eu acreditei.
Dei-te tudo que poderia dar, me tornei o homem que aqui estou e ainda pergunto.
Por que eu fui idiota de acreditar que era você a razão do meu viver?
Destruindo meu ser em pro do seu ser
Talvez as palavras que descrevam o agora são pedaços
Não sei por onde começar e muito menos aonde vai acabar
Só tenho que continuar....
375

Tempo

O tempo passou
E nada mudou
Queria chorar
Mas só me restava relembrar
Do dia em que você se foi
Eu juro que morri
Pois sei o que sofri
Queria ser melhor
E no final acabei sendo pior
Juro queria te amar
Mas no final deveria te odiar
Quem seria eu
Sem teu ser
Uma moeda tem dois lados
E nós estávamos entrelaçados
Minha amargura afastou a felicidade
E você seguiu
Essa é a realidade
Aquele que ama deve sofrer
Para pelo menos entender
Que ao sairmos para pensar
Não existe como voltar
Ao sairmos para amar
Não há como parar
E ao sair para escrever
Só me resta ti entreter
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Memória

Nas curvaturas de seu sorriso
Deve ser um aviso
Sobre um amor eminente
Sei que meu coração não mente
Para que essa emoção
Acerte seu coração
Não posso errar
Se não irei me machucar
Então por isso ele me diz:
Tente!
Para que uma noite possa ser feliz
Acabando em uma noite em sua cama
Espero que essa sensação suma
Fragrância é tua fortuna
Tua alma meu importuno
Não queria lastimar
Em meio a uma noite de luar
Mas o que me resta
Olhar dentro de minhas frestas?
Lentamente destruindo que sou eu
Em busca da memória que deveria ser meu
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SeuAmor

Me tornei fã de teus poemas <3