Dênis Medeiros

Dênis Medeiros

n. 0000-00-00

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AUSÊNCIA


Separa-se do grave cintilar das estrelas de línguas azuis
O amanhecer sangrento dos bezerros desmamados
A rocha une-se ao orvalho e torna-o maldito
Mouros correm nus pelas poesias das tardes horripilantes
Noites selvagens vão ao encontro da janela que se abre em meu peito
Nada detém este pesadelo.


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Poemas

2

DIFERENCIAL

Do êxtase das nuvens que sonham com a eternidade
Aquilo que deixei se tornou o futuro de um espectro que
Não viveu e se afogou
Impacto. Vivi e a existência era outra coisa
E[L]la

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AUSÊNCIA


Separa-se do grave cintilar das estrelas de línguas azuis
O amanhecer sangrento dos bezerros desmamados
A rocha une-se ao orvalho e torna-o maldito
Mouros correm nus pelas poesias das tardes horripilantes
Noites selvagens vão ao encontro da janela que se abre em meu peito
Nada detém este pesadelo.


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