Gerlanio Oliveira

Gerlanio Oliveira

n. 1991 BR BR

n. 1991-02-25, Monte Santo

Perfil
1 966 Visualizações

Pobre Homem

Pobre Homem


Não chores pobre homem,
Deixe que se vá essa dor humana
Você crer no cristianismo e vive calmo, passivo
Porque pereces de mágoa?
Há muito sorriu em um mundo ingênuo, amou os seus sem critérios
E agora não te reconheces, entranho frente o espelho
Procura aquele que acredida nos seus erros
De joelhos céticos, abençoa o amor perdido nos céus
Sem pesar as pedras no caminho, segue rumo ao túmulo
Pedindo desculpas, licença, respeito.
Liberte-se pobre homem, livra-se dessas amarras invisíveis
Porque tens que ser perfeito?
Porque não podes ser vagabundo?
Grite seu nome, xingue seu ódio
Rasgue seu peito, mostre como os homens podem ser verdadeiros e inúteis.


Gerlanio Oliveira
Ler poema completo
Biografia
Meu coração e o Mundo


Meu coração está sobre o mundo
Sentindo todo o mal da humanidade
Vulnerável as traições e aos cuidados do destino
Nas ruas, nas casas
 Posso sentir o cansaço da violência, dos bons samaritanos  
Posso sentir as dores dos homens: o bom homem é pobre
Rico em desventuras

A paz, violenta utopia 
Está perdida em ideologias sangrentas
Repousando calma em nossos sonhos
O mundo está em mim 
Posso senti-lo pulsar, entretanto ele não cabe no meu peito   
Esta esfera viva pairando no universo é muito mais do que posso suportar
Então o ser humano desanima-se 
Afogado no amor próprio
Próprio sentimento de culpa           
E meu coração não suporta tudo isso 
Ele oscila entre o humano e o divino
Minhas lágrimas já não molham a vida
A vida já não vence a morte   
 Será o fim do mundo ou do meu coração?

Poemas

4

Pobre Homem

Pobre Homem


Não chores pobre homem,
Deixe que se vá essa dor humana
Você crer no cristianismo e vive calmo, passivo
Porque pereces de mágoa?
Há muito sorriu em um mundo ingênuo, amou os seus sem critérios
E agora não te reconheces, entranho frente o espelho
Procura aquele que acredida nos seus erros
De joelhos céticos, abençoa o amor perdido nos céus
Sem pesar as pedras no caminho, segue rumo ao túmulo
Pedindo desculpas, licença, respeito.
Liberte-se pobre homem, livra-se dessas amarras invisíveis
Porque tens que ser perfeito?
Porque não podes ser vagabundo?
Grite seu nome, xingue seu ódio
Rasgue seu peito, mostre como os homens podem ser verdadeiros e inúteis.


Gerlanio Oliveira
376

Desejo



Desejo
Um segundo antes de morrer, quero amar
Amar sem medo, sem pudor
Ter na morte a liberdade que não tenho
Quero antes do suspiro final
O tão sonhado eu
Eu que vivo, eu que morro
Um morrer sem importância


Na minha indiferença hipócrita
Quero o perdão
O meu mais puro perdão
Na minha vida, talvez nunca tenha sido eu
Por falta de amor talvez!
O meu egoísmo, a minha maior virtude
A flor desse meu jardim sórdido
Não me concebeu o amor
Ah! Tão sonhado amor
Sim, a infâmia também me caracteriza
Esta não me falta, exacerbadamente se expressa


Ó Morte, porque demoras?
Traz-me o amor
Teu companheiro mais vil
Sacrifica-me, mostra- me o que agora não vejo
Desse teu amor padeço (Ó Morte tu que és tão forte...)
350

Últimas Impressões

Últimas Impressões


Meus sentimentos ela dizia
Meus sentimentos ela repetia
Mas nada se movia
Tudo se perdia


Meu corpo, morto
Seu beijo frio, peito vazio
Depois as trevas
Fiquei inerte, mórbido


Na minha cabeça, um grande silêncio se ouvia
No meu peito parado, um coração
Que nunca mais bateria


Linda, és linda gloriosa morte
Me levastes a vida
Mas me destes a sorte de te beijar .


Gerlanio Oliveira
388

Minha Casa

Minha Casa


Estas paredes que cercam meu vão espaço no mundo
Com a sua frieza dura
Representam um universo restrito a poucas almas
É neste terreno de terras férteis que cultivo minha vida
Onde me guardo, refugio-me
Onde os sonhos ao chegar da noite pintam as madrugadas mais azuis
Com um sonhar libertador de júbilos e graça.
Aos passantes que transitam indiferentes a minha existência nesse recanto
Denuncio uma felicidade corrente em meus dias
Amor a cada amanhecer
Paixão ao chegar da noite.
Ao passar dos dias, do tempo
Conservo minha essência, meu coração e meus amores
Nessa casa.


Gerlanio Oliveira
399

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.