Heinrick

Heinrick

n. 2003 BR BR

Minha poesia é triste porém péssima. Casualmente me sinto apaixonado, casualmente me sinto casual, sempre pressionado por si a ser o melhor possível e isso dói. Geralmente eu me sinto orgulhoso por conseguir respirar tanto mesmo sem um motivo. Bom, talvez seja só isso.

n. 2003-01-31, São Paulo, SP

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Ass. Um anonimo

Penso logo existo
Penso logo hesito
Penso logo descarto
Minhas palavras não valem de nada
Mas dizem que o que vale é a intencão
Bom, então
Aqui minhas palavras estão
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Poemas

4

Sem Querer Me Veio O Querer

Eu seria melhor no que faço
Se fizesse o que quisesse
Enquanto faço o que mandam me desfaço
Tal, com muita finesse

Faço o que faço
Sou bom no que faço
Do que adianta se não faço o que quero
Faço o que querem, mas errar, a mim não tolero

E se a linha estiver torta, ou fora do maço
Eu a refaço

Perfecsionista como um ser não carnal
Saiba que se viu um erro, não foi um erro

Não nas minhas linhas
Tudo o que escrevo (como escrevo) é proposital
371

Prata Pura (Perdição)

Prata é o mal do homem
O homem é o mal do próprio
Mas ainda sim homens veneram homens
E fazem prata de ópio
377

Caderno Enfermo do Inferno

Prefiro ela do que o caderno. Veja
O caderno se abre, ela eu decodifico
Uso meu caderno, para protegê-la
Que esteja segura me prontifico
 
Que o monstro dentro de mim seja guardado nesse caderno enfermo do inferno
 
Ele não te tocara querida
É que eu amo minha ferida,
não matei ele ainda,
É que a maneira como ele me mata, é tão; tão; tão linda...
 
Estou aos prantos
E a gargalhada
Ele me cobre como um manto
E usa o sangue como uma desculpa espirrada
 
O sangue dos meus inimigos jorra na minha cara
Na minha caneta
O meu demônio é de espécie rara
Mas eu pago com minha sanidade, uma forma cara. Perfeita;
 
E se um dia ele tocar em tu, diga-me
Matarei ele com crueldade
E se tal, eu, não ter capacidade
Ordenarei a ele: Suicídio, mate-me
302

Verso do desgosto

Gostam de minha poesia?
Gostam de minha pessoa?
Abarrotados mares de alardes
Que inundam minha cabeça a toa

Eles gostam de minha poesia
Ou mentem para minha pessoa!
São como violões, para não serem vilões....
Com uma nota de dó que ecoa

A maldição do nunca saber
Se gostam por gostar
Ou por não poder me dizer
Para parar.

Se sou melancólico, sempre
Nasce um novo choro, de uma mãe sem ventre
208

Comentários (6)

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CORASSIS

Marcelo, Gosto da tua poética principalmente como escreves de forma livre e verdadeira ,

Alex Jr

Muito bom mano, você tem talento, já tenho um livro publicado e com certeza você vai chegar lá, sucesso aí pra você, abraço

cfs
cfs

Marcelo. Tem instagran ?

marianaLilibelty
marianaLilibelty

Fiquei emocionada seus poemas são simplesmente incríveis <3

Luciana Souza

Vejo que escreve o que sente. E já sofre a angústia de decidir quem será nesse mundo imundo, concordo, que nos ilude sem parar. Boa sorte!