Heinrick

Heinrick

n. 2003 BR BR

Minha poesia é triste porém péssima. Casualmente me sinto apaixonado, casualmente me sinto casual, sempre pressionado por si a ser o melhor possível e isso dói. Geralmente eu me sinto orgulhoso por conseguir respirar tanto mesmo sem um motivo. Bom, talvez seja só isso.

n. 2003-01-31, São Paulo, SP

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Ass. Um anonimo

Penso logo existo
Penso logo hesito
Penso logo descarto
Minhas palavras não valem de nada
Mas dizem que o que vale é a intencão
Bom, então
Aqui minhas palavras estão
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Poemas

5

Forte Borboleta

Hoje eu vi uma borboleta na guia,
a perto da calçada
Ela foi estuprada,
d'alma violentada
Uma borboleta, na guia;
estirada;
de beleza castrada;
A direita arrancada
A esquerda quebrada,
o que antes voa-a, agora sedada;
aquela borboleta nunca mais voou
Nem mesmo me contou,
Mas eu mesmo sabia, sabia o que acontecia;
Pobre borboleta, entrou no ônibus e foi embora

A mesma? Nunca mais, fora.
265

Vá silenciosamente a merda

Simplesmente vai a merda
Vá tudo a merda
Sem estética
Sem métrica
Vai a merda
E se você não gosta. Vá a merda

A, que merda
Vá a merda
Eu odeio todo esse fingimento
Eu odeio essa merda, sem essa de calor do momento

Ódio nos verso, coloco a esmo
E quem não gosta, vá a merda mesmo
Poderia pintar 30 linhas, o ódio é meu estencil
Até falar, ia... que me recuso, mas já cravei meu voto de silêncio

Me deixa em paz
Vá silenciosamente a merda

225

Tudo realmente ruim

Hoje foi tudo ruim
Ruim, tudo hoje
Hoje, tudo ruim
Dia todo, hoje tudo, hoje fim.

Tudo fim.

200

Verdades Verídicas de um Verdadeiro Poeta

Verdade... que não faltas com a mentira
Sejamos apaixonantes como Nero,
ou um simples adultero
Pervesos como Calígula
Esbravejando a poesia onde te falta vírgula
ou gramática
de um poeta burro
numa vida trágica
de uma sociedade narcisa
Em que todos pensam que estão sempre certos e eles não estão certos, eu estou certo, só eu sei o que todo mundo precisa.

227

Bêbado de uma garota

Seus lábios como doces martelos
Me deixaram tonto
Seu lábio me constrói
No seu beijo me desmonto

Não copio, eu transformo
Se quiser, te consumo, eu que pinto.... não contorno
AMOR. Faz um favor,
vira que eu te entorno.

Quer mais uma, eu faço metade
E você completa o dobro
Sempre será maior que a minha folha
Mais brilhante que ouro

Dourada como prata
Prateada como uma carta
Enviada
Recebida
Criptografada
Escrita
Bêbado
Escrevo; Escrevo?
?

247

Comentários (6)

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CORASSIS

Marcelo, Gosto da tua poética principalmente como escreves de forma livre e verdadeira ,

Alex Jr

Muito bom mano, você tem talento, já tenho um livro publicado e com certeza você vai chegar lá, sucesso aí pra você, abraço

cfs
cfs

Marcelo. Tem instagran ?

marianaLilibelty
marianaLilibelty

Fiquei emocionada seus poemas são simplesmente incríveis <3

Luciana Souza

Vejo que escreve o que sente. E já sofre a angústia de decidir quem será nesse mundo imundo, concordo, que nos ilude sem parar. Boa sorte!