Lista de Poemas
Feixes Fúnebres de Luz
(Soneto)
Tanto em preto e branco
Tanto em preto e branco
Suas luzes continuam a surgir.
Em meio o sem cor e o negro,
Renasce como fênix e começa a bramir.
Raios de luz e nuvens com sua tristeza,
Lhe ajudam à novamente conversar,
Se expressando calada,
Como beijos de luz à se espalhar.
"Sem maiores cuidados elas descansam,"
Caídas, jogadas, empurradas, tombadas,
E quebradas nas cinzas elas retornam.
Mas vem o impuro e ainda quase estátuas,
São despidas, mesmo que não se alegram,
Como que desprotegidas, como que afogadas!
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O Primeiro Futuro
Tudo surge do Caos,
Os grandes nascerão dele,
Após, os pequeninos
Aparecem para provir
Carrancos e catrancos,
Precisos na precisão da forma
Para o poder de sonhá-los,
Para o novo se desencadear.
Acaso irão recorrer a mim?
Assim, ao velho se memorizar,
Aquele da pomba ou corvo,
O que se dará no fim?
- Entre as estrelas devo estar-
Ou no início do novo.
Do Dragão Vermelho,
A estrela a lampejar,
Sem força tenta lembrar,
Sem lava como um beijo.
Os oriundos, lá próximo,
Os raios o fazem ficar,
Suas luzes são o trovar
Daquele nosso futuro.
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