Jéssica3421

Jéssica3421

n. 2002

n. 2002 , Ilha da Madeira Portugal

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As Nuvens

Num dia de sol,
As nuvens não aparecem.
Num dia de chuva, enchem-se de água,
E um girassol começa a nascer.
Entretanto, a chuva dá uma trégua,
Deixando o sol reaparecer.

As nuvens cinzentas,
Com desenhos no céu,
Derramam gotas de água,
E na floresta crescem os pinheiros.

A chuva cai no meu rosto
E sinto que tudo desaparece junto
Com as minhas lágrimas e felicidade,
Tocando suavemente na minha pele.

Tal como a chuva e o sol,
Dentro de mim tudo fica misturado,
Como uma bela dança.

Mesmo quando a chuva voltar,
O girassol continua a crescer,
Mesmo depois da chuva
E de eu partir,
Levo comigo a lembrança daquele lugar.

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Poemas

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As Nuvens

Num dia de sol,
As nuvens não aparecem.
Num dia de chuva, enchem-se de água,
E um girassol começa a nascer.
Entretanto, a chuva dá uma trégua,
Deixando o sol reaparecer.

As nuvens cinzentas,
Com desenhos no céu,
Derramam gotas de água,
E na floresta crescem os pinheiros.

A chuva cai no meu rosto
E sinto que tudo desaparece junto
Com as minhas lágrimas e felicidade,
Tocando suavemente na minha pele.

Tal como a chuva e o sol,
Dentro de mim tudo fica misturado,
Como uma bela dança.

Mesmo quando a chuva voltar,
O girassol continua a crescer,
Mesmo depois da chuva
E de eu partir,
Levo comigo a lembrança daquele lugar.

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Difícil Da Maré Se Acalmar

O nosso dia pode ser difícil,
mas tentamos acalmar a maré.
O dia pode ser fácil,
mas a maré nunca deixa de se mover.

Há dias em que as ondas nos levam,
outros em que nos fazem ficar.
E mesmo quando o mar parece tranquilo,
sabemos que uma nova onda há de chegar.

Mesmo sentindo a maré se movendo,
a excitação do coração continua.
Fico só tremendo,
me sentindo ingénua.

Tentando acalmar a ansiedade,
o mar continua se mexendo.
Sem muita liberdade,
eu vou correndo.

No fundo da maré,
só fico sufocando.
Com a minha fé,
só quero ficar lutando.

Para sobreviver a este mar,
sufocante e sofrido,
para ter um lar,
todo triste e ferido.

Mas mesmo perdido no mar,
não deixo a esperança morrer.
Mesmo sem saber onde chegar,
continuo a tentar viver.

Se a maré voltar a subir,
eu aprenderei a respirar.
Se outra onda me fizer cair,
eu voltarei a levantar.

Porque talvez a vida seja assim,
um mar que nunca deixa de mudar.
E mesmo quando parece ser o fim,
ainda existe uma margem para alcançar.

E quando finalmente chegar à areia,
olharei para trás sem esquecer:
foram as ondas que me ensinaram
que também sei sobreviver.

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