jrodrigues

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Somente

Somente observo no sentimento o
Crio pririlampos em cada olhar que replico
O mundo torna-se na casca de noz a que damos o nome lar. Sorrio!
Escuto o silêncio dos aplausos e no reflexo da lua bronzeio a alma
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Poemas

11

Não caio. Elevo-me!

Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte. 

Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
64

Não caio. Elevo-me!

Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte. 

Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
65

O desenho da fantasia

Desenho no céu a fantasia dum sonho. Beijo cada nuvem que embacia o olhar. No coração encontro a janela onde te espero. Crio no gesto o sentimento que me guiará n breu de um momento perdido
82

A descoberta

Descobri o que antes nunca houvera perdido. 
Reconheci o none do antes nunca pronunciado
Naufraguei num mar de esperança para abraçar a areia numa singela onda de prazer
Hoje serei certamente muito menos do que o futuro me instigará a superar, no entanto nunca serei tão diferente do que a audácia do que me caracteriza. Na minha mão serei a chuva, nas minhas pernas sentirei a brisa que me impele, no meu olhar trarei o brilho de todas as estrelas que um dia ousaram partilhar o meu sorriso.
84

Sempre

Sempre será sempre o instante dum início que finda em cada novo começo. Amar serà sempre a doce epopeia, um Olimpo ou tão simplesmente a ousadia de ser maior.
Numa mão encontro, num sorriso adormeço, numa palavra o tempo.
89

O sabor

Sabe a vida o cansaco
Sabe á superação do degrau que nos decresce
Sabe ao vento que nos experimenta em cada toque
Sabe ao infinito que calculei e que num só despertar provei o mundo
97

Momento

Num momento a cegueira do mundo
Num momento a verdade dum engano
Num momento a raiz que se transforma em luz
Num momento onde a chuva forma uma làgrima
Num momento onde uma tela é chão
Num momento o coração é a brisa que abraça

124

O meu desapego

No desapego do infinito toco na sombra dum reflexo.
Faço do céu a partitura onde o som flutua na cítara de um só barro.
Abraço a infância e num entrelaçar de dedos construo o meu castelo de algodão doce.
115

Sonho

Sonho em pé pois deitado adormeco
Sonho nas palavras pois os gestos acordaram-me.
Sonho no que ainda não descobri para reencontrar o que permaneceu esquecido
Sonho em ti pois despertas em mim a vida.
154

Sonho

Sonho em p,pous deitado adormeco
Sonho nas palavras pois os gestos acordaram-me.
Sonho no que ainda não descobri para reencontrar o que permaneceu esquecido
Sonho em ti pois despertas em mim a vida.
154

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