Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
O desenho da fantasia
Desenho no céu a fantasia dum sonho. Beijo cada nuvem que embacia o olhar. No coração encontro a janela onde te espero. Crio no gesto o sentimento que me guiará n breu de um momento perdido
A descoberta
Descobri o que antes nunca houvera perdido.
Reconheci o none do antes nunca pronunciado
Naufraguei num mar de esperança para abraçar a areia numa singela onda de prazer
Hoje serei certamente muito menos do que o futuro me instigará a superar, no entanto nunca serei tão diferente do que a audácia do que me caracteriza. Na minha mão serei a chuva, nas minhas pernas sentirei a brisa que me impele, no meu olhar trarei o brilho de todas as estrelas que um dia ousaram partilhar o meu sorriso.
Sempre
Sempre será sempre o instante dum início que finda em cada novo começo. Amar serà sempre a doce epopeia, um Olimpo ou tão simplesmente a ousadia de ser maior.
Numa mão encontro, num sorriso adormeço, numa palavra o tempo.
O sabor
Sabe a vida o cansaco
Sabe á superação do degrau que nos decresce
Sabe ao vento que nos experimenta em cada toque
Sabe ao infinito que calculei e que num só despertar provei o mundo
Momento
Num momento a cegueira do mundo
Num momento a verdade dum engano
Num momento a raiz que se transforma em luz
Num momento onde a chuva forma uma làgrima
Num momento onde uma tela é chão
Num momento o coração é a brisa que abraça
O meu desapego
No desapego do infinito toco na sombra dum reflexo.
Faço do céu a partitura onde o som flutua na cítara de um só barro.
Abraço a infância e num entrelaçar de dedos construo o meu castelo de algodão doce.
Sonho
Sonho em pé pois deitado adormeco
Sonho nas palavras pois os gestos acordaram-me.
Sonho no que ainda não descobri para reencontrar o que permaneceu esquecido
Sonho em ti pois despertas em mim a vida.
Sonho
Sonho em p,pous deitado adormeco
Sonho nas palavras pois os gestos acordaram-me.
Sonho no que ainda não descobri para reencontrar o que permaneceu esquecido
Sonho em ti pois despertas em mim a vida.