Boa noite
Mais um dia que nos acolheu. Mais um conjunto de atos heróicos que tive oportunidade de vivênciar, assim como dizer bom dia num dia de chuva. Admirei o horizonte, construí castelos nas nuvens e no final do dia, a criança em mim, adormeceu no cansaço dos crescidos. Vou continuar a experimentar o sonho mesmo que teimam em cerrar-me o olhar. Sorrio à lua para que é a te fale de mim. Boa noite
Perdi os sonhos
Perdi os sonhos
Não que fossem meus mas porque foram a realidade dos sonhos de outros. Aprendi a ter novos sonhos e se os perder é porque encontrei outros para continuar a criar um derradeiro que se substitui. Que a morte quando me levar que seja pela definição da vida mas jamais pelo genocídio da minha capacidade de sonhar
Ser
Ser será sempre a mais única e efémera história. As palavras não morrem mas o sonho perde-se em cada por do sol não vivido, não partilhado. Ser é como perfume ímpar de fragrância sem igual mas no exagero será sempre insuportável. Não evoco a dúvida filosófica da existência pois se existo é para ser tudo aquilo que posso alcançar.
Escuta-me
Escuta-me, quando as palavras forem silêncio.
Escuta-me quando o teu coração reconhecer o verso na batida do meu
Escuta-me quando o sonho te acordar
Escuta-me quando o nevoeiro te fizer desaparecer
Escuta-me quando o mar se tornar tsunami dos pensamentos.
Agora não me escute, porque encontrei-te em mim e sou eu que te oiçom
Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
Não caio. Elevo-me!
Cravar am um espinho no meu coração. Não por usurparem um sentimento mas por escarnear o meu conjunto de palavras. Não por me levarem a vaidade mas sim por eclipsarem o meu orgulho. Porém não serei menos, pois ao espaço que agora perspetiva o vazio, duplicar à o seu tamanho, pois os meus verbos serão ouvidos mais altos, as palavras serão fortaleza, e a minha forma de comunicar a folha branca que perdurará para sempre como a minha obra de arte.
Dedico este texto a todos os autores que em algum momento sentiram uma mordaça nas palavras ou o tão simples desiludir por brincarem com o seu dom.
O desenho da fantasia
Desenho no céu a fantasia dum sonho. Beijo cada nuvem que embacia o olhar. No coração encontro a janela onde te espero. Crio no gesto o sentimento que me guiará n breu de um momento perdido
A descoberta
Descobri o que antes nunca houvera perdido.
Reconheci o none do antes nunca pronunciado
Naufraguei num mar de esperança para abraçar a areia numa singela onda de prazer
Hoje serei certamente muito menos do que o futuro me instigará a superar, no entanto nunca serei tão diferente do que a audácia do que me caracteriza. Na minha mão serei a chuva, nas minhas pernas sentirei a brisa que me impele, no meu olhar trarei o brilho de todas as estrelas que um dia ousaram partilhar o meu sorriso.
Sempre
Sempre será sempre o instante dum início que finda em cada novo começo. Amar serà sempre a doce epopeia, um Olimpo ou tão simplesmente a ousadia de ser maior.
Numa mão encontro, num sorriso adormeço, numa palavra o tempo.
O sabor
Sabe a vida o cansaco
Sabe á superação do degrau que nos decresce
Sabe ao vento que nos experimenta em cada toque
Sabe ao infinito que calculei e que num só despertar provei o mundo