A lágrima molhou meu papel,
Na hora em qu'eu iria escrever
Ela caiu e não deixou.
A lágrima acabara de aceitar,
Que é bom chorar quase de vez em quando
Ela cai novamente. E de novo ela cai...
A lágrima me afronta todos os dias:
Entra sem pedir licença,
Sai sem dar adeus.
Mas ela irá voltar.
A lágrima gosta de me visitar,
É meu tormento diário.
A lágrima cai acostumada com o chão que vai pisar
Ela sabe que aqui dificilmente vão expulsá-la.
Aflige e dá carinho,
A lágrima.
Poemas
1A minha versão dos fatos
Raros senhores de súbitas constelações,
Brindem-nos com seus nervos de aço.
Claros rumores que contaminam audições,
Façam-nos uma poesia, estendam o braço.
Digam sim! E como tapete ouçam alucinações,
E com explosão rompam com o antigo laço.
Abram-se e escutem o mar de maldições,
Das quais ela nos faz participar com um rígido traço.
Talvez suas atitudes façam com que a amemos
Mas pode ser que nada nos faça sentir.
As suas pegadas fazem com que a odiemos.
E seu passado de dor inaudita no faz agir.
E não há mais nada a dizer. Reclamemos!
Mas a lei é que choremos quando devemos sorrir.
Brindem-nos com seus nervos de aço.
Claros rumores que contaminam audições,
Façam-nos uma poesia, estendam o braço.
Digam sim! E como tapete ouçam alucinações,
E com explosão rompam com o antigo laço.
Abram-se e escutem o mar de maldições,
Das quais ela nos faz participar com um rígido traço.
Talvez suas atitudes façam com que a amemos
Mas pode ser que nada nos faça sentir.
As suas pegadas fazem com que a odiemos.
E seu passado de dor inaudita no faz agir.
E não há mais nada a dizer. Reclamemos!
Mas a lei é que choremos quando devemos sorrir.
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Comentários (1)
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Estudante
COMO EU ACHO UMA BIOGRAFIA CERTINHA DE KEIDY LEE JONES????