Lucas Munhoz

Lucas Munhoz

n. 1990 BR BR

n. 1990-04-12, São Paulo

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A mãe amada e maravilhosa

A mãe amada e maravilhosa

Como o beijo dói... Que nos vimos a alma!
Beija-me o cálix dáouro! Eis-me o bom fado...
Como a moda seduz... Amo-te a alvura!
Dos amores já vens a amar-me o amado.

Ergue-te o olhar amável... Que és mui doce!
Bela volúpia já vens a amar-me a alma;
Ó mulher do meu viver! Que és mui forte!
Deixa-me alçar os teus olhos sem palma.

Deixo-te amar os meus corações dáouro!
Dos alvores já vens a amar-me o anelo;
À vaga eterna a ti... Quero-te o peito!
Quase a beijar a alva do teu cabelo...

Ó minha querida! Quase a arder o amor!
Amo, mas já me sinto a tua alcova...
Dos ardores já vens a amar-me o leito;
Aos beijos do alvor que sentes a cova...

Bela amiga já vens a amar-me o beijo;
Ali sentiste o meu viver que me amas,
Se me amares o alaúde que és mui bela!
Canta! Brilha! Que vens as belas chamas.

Ó minha donzela! Amo-te o forte alvor!...
Beija-me o colo eterno! Eis-me o perfume!...
Dos lábios já vens a beijar-me o vinho!
Amas, mas já vens o meu forte lume...

À tua amiga eterna... Ama-me o ardor!
Dos teus lábios já sentes a amizade;
A ti que és mui serena e doce em vida,
Beija-me o amor quente a vê-la a vaidade.

Ó minha amiga! Amo-te o forte alvor!...
Dos corações já vens a amar-me o colo;
A mim que és mui bondosa em avidez
Amo-te o amor eterno como Apolo!...

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados
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Biografia
A mãe amada e maravilhosa

Como o beijo dói... Que nos vimos a alma!
Beija-me o cálix d´ouro! Eis-me o bom fado...
Como a moda seduz... Amo-te a alvura!
Dos amores já vens a amar-me o amado.

Ergue-te o olhar amável... Que és mui doce!
Bela volúpia já vens a amar-me a alma;
Ó mulher do meu viver! Que és mui forte!
Deixa-me alçar os teus olhos sem palma.

Deixo-te amar os meus corações d´ouro!
Dos alvores já vens a amar-me o anelo;
À vaga eterna a ti... Quero-te o peito!
Quase a beijar a alva do teu cabelo...

Ó minha querida! Quase a arder o amor!
Amo, mas já me sinto a tua alcova...
Dos ardores já vens a amar-me o leito;
Aos beijos do alvor que sentes a cova...

Bela amiga já vens a amar-me o beijo;
Ali sentiste o meu viver que me amas,
Se me amares o alaúde que és mui bela!
Canta! Brilha! Que vens as belas chamas.

Ó minha donzela! Amo-te o forte alvor!...
Beija-me o colo eterno! Eis-me o perfume!...
Dos lábios já vens a beijar-me o vinho!
Amas, mas já vens o meu forte lume...

À tua amiga eterna... Ama-me o ardor!
Dos teus lábios já sentes a amizade;
A ti que és mui serena e doce em vida,
Beija-me o amor quente a vê-la a vaidade.

Ó minha amiga! Amo-te o forte alvor!...
Dos corações já vens a amar-me o colo;
A mim que és mui bondosa em avidez
Amo-te o amor eterno como Apolo!...

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados

Poemas

28

Sonetinho à Doce Menina (Borboleta)

Sonetinho à Doce Menina (Borboleta)

Ver amar o amor a amar-me;
Nua, e a sua cor do anelo...
Só foste a musa a vivê-lo.
Se fores o olho a adorar-me.

Dei-te os corpos nus em pêlo...
à cor negra, em sol a olhar-me!
Vês o forte olho a vagar-me;
Olha-me o amor do cabelo.

ó seios nus... Eis-me o alento!
Dos amores entre os beijos
ó doce mar... Sem tristeza.

Dos lírios ao doce vento...
O vôo deu-me aos arpejos;
Dei-te os fados... Sem pureza.

Autor:Lucas Munhoz
858

Soneto de Amor

Soneto de Amor

Ame o jovem menino, doce amiga
Amar é tão lindo que ama a verdade,
Ao seu fado, sim só vive a amizade;
Que a Dama nos ama a bela fadiga.

Amor! Lá tem a doce flor da viga...
Amar é tão doce que ama a beldade,
Sim! Lá tenho a Dama da lealdade!
Amo a bela amiga da Musa antiga...

Foi-se o nosso albor da vida a vivê-la;
Sem os lembrar a ti do sentimento...
Quem ama o poeta da bela estrela.

Diga o mesmo carinho, como o vento...
Se é minha flor, sim adoro a donzela
Que a ti não me encha do belo tormento.

Autor:Lucas Munhoz
778

Soneto da amizade amorosa

Soneto da amizade amorosa

Deixa-me ser a bela amiga, Amor!
À flor sensual vens o meu lírio,
Ó beijo molhado... Tens o meu rio!
Dize-me: "amo-te como o doce alvor.

Amo-te como amigo, porque és flor!...
Amemos! Dou-te os beijos do delírio...
Meu amor, se queres o meu ser frio
Amo-te tanto! Dou-te a bela cor!

Amigo afago-te, se és em flor.
Em meu ombro... acolho carinho
De pétalas molhadas de amor.

Dou-te a mão...Terás porto seguro
Amizade delirante, de doce sabor.
Sincera, no presente e no futuro.

Autor:Lucas Munhoz&Regina Ferreirinha
805

Sonetinho à Rosa Flor

Sonetinho à Rosa Flor

Rosa, a quem não sentes?
Aos véus que ama o rosto;
O amor que ama o posto,
Quem são os céus quentes?

A nós da aura ao vento;
Que, ao meu céu dos pés...
Que o amor, a quem és?
à flor, que ama o alento.

Dos véus ao meu lado;
à flor do meu pranto...
Rosa, a quem não ama?

Do amor ao meu fado;
à flor do teu canto...
Dei-a, a quem me chama?

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados
763

Doce Menina (Brisa apaixonada)

Doce Menina (Brisa apaixonada)

Deixo-te ver as flores da saudade;
Do acalanto que já vens o bom posto
O licor, a luzir-me o doce rosto!...
Beija-me a boca entre a bela bondade.

Lá na esquina do amor: "Amo-te o véu!"
Viste o sol augusto que sente o lago;
Do palor sedutor que já me afago!
Sabes, ó flor eterna! Deu-me ao céu.

A bulir-me, que em cor não perde o mar?
Sim, E no teu licor que vês o anelo!...
Do licor aos meus prantos a vivê-lo.
Aquece-me os cantos que é do meu lar.

Podes amar-me os meus lírios do amor;
Se o sentimento olvidar-me os carinhos!
Hás de cessar-me todos os bons ninhos.
Lembro-me a tua noite... Como a flor!...

Se te cessar ao véu do alento a ti...
Que, a mim do peito vai sentir-me o lírio
Dos cantos que sentes o meu delírio;
Querida! Mas no amor já me senti!...

Ó sedução! Que sentes o meu canto!?
São os amores nus - como o prazer;
Beijar-me os lírios já vens dar-te ao ser,
São os delírios nus - como o acalanto.

Autor:Lucas Munhoz

Direitos Autorais Reservados
738

Uma nova carta do amor

Uma nova carta do amor

Minha querida amiga,

Sinto no teu coração dáouro a amá-lo;
Minha querida! Sabes que eu te amei!
Beija-me a forte ternura, Sem medo!
Abraçar o amigo que vens a graça;
Por um só carinho se torna a ser
Dos enlevos me vistes o bom rosto,
Beijá-los já sinto a forte bondade!
Ó tinir do carinho! Mas sem choro!
Amo-te como amigo, minha amiga
Dos meus abraços sumiu-se o carinho;
Abraça-me tão forte como a amiga!
Ah! Minha querida! Já posso amar-te!...
Lembro-te o peito amante que me sentes;
Não encontres o medo, e sim a amar-te!
Dei-te o abraço lírico por mim ao véu;
Sabes que eu te amei como o menino!
Abraçar o medo sem vida a amar-me?
Amo-te tanto amor do meu carinho;
Ó cal do meu lado! Amo-te sempre!
Vês!? Meu amor! Minha doce princesa!
Dos sentimentos me sentes o fado;
Amo-te como amigo, meu amor...

Autor:Lucas Munhoz
740

A canção da Doce Menina

Canção da Doce Menina

Inda amo a sua beleza,
Sem que eu encontre a nudez
Lá à Musa adora a avidez,
Que eu vejo a sua pureza.
Sem dor, mas ama o poeta
Tem o amor do belo amante;
Lá tem mais vida completa!
Que adora a vida possante.

Que eu encontro a sua vida,
Sem medo, mas ama o jovem
Lá tem mais vaga vivida!
Inda adora o melhor homem
Lá não tem mais dor perfeita!
Que chora a mulher eleita.

Em alma, que adora o amor
Lá ao jovem ama a mulher;
Onde sente a melhor dor,
Lá tem mais grande viver!
Que eu encontro a sua cama
Sem ciúme, mas sim chama.

Lá à Musa ama a lealdade,
Lá arqueja o doce menino
Em mar, mas ama a bondade
Lá à Musa adora o destino.

Autor:Lucas Munhoz
753

A minha meretriz do prazer

A minha meretriz do prazer

Toco-te os seios nos gozos do leito;
Docemente o leite na minha língua
Sou como teu amador, mulher nua
Gozar-te o meu ser que o langor perfeito.

E cheira o meu langor no teu orgasmo,
Ó beijo que os teus bicos ao meu cio!
Hás de beijar-me o deleite sadio...
Alimento-me o teu gozo no espasmo.

Fortemente as danças nuas no ardor,
E no teu corpo vibrante ao meu colo
Gozar-me como os desejos do amor.

Hás de colar-me o prazer do desejo...
Ó volúpia! Sou como o bom consolo!
Beber-te o pêlo do sabor ao harpejo.

Autor:Lucas Munhoz
802

O belo olhar da nudez

O belo olhar da nudez

Nua, gosto de ver-te o bom desejo...
À sedução do corpo, como a fome
Vejo-te o corpo fogoso, esse nome...
Cravado nos teus seios, mas sem pejo.

A vê-la a carne nua, como o beijo...
Que o teu deleite nu já me consome;
Falas a mim, que o corpo não vos tome?
Ama-me como a Loba, como o harpejo.

Amor, que és só minha como a nudez!
Sem me sentires o corpo da vida...
O meu amor, eis-me o olhar da mudez.

Quero-te! Vem lograr-me a carne nua!
Não ele! Vens a mim a flor vivida!
Sim! Só me queres como a bela lua.

Autor:Lucas Munhoz
832

A uma musa inspiradora (Doce Menina)

A uma musa inspiradora (Doce Menina)

Amor é tão doce ao meu canto,
Dar-lhe a mulher que nem sonhei...
Beijei-te o ardor que nem chorei!
Amor é tão forte ao meu pranto.

Dos meus fulgores ao meu rosto;
A mim do leito que não me ama
Tens o palor quem ama a chama,
Dei-te a paixão que vens o posto.

Beijei-te o amor que sente a voz;
Ó meu amor!... Amei-te o fado!
Dos meus licores ao meu lado,
Amei-te o leito como a sós...

Queres sentir-me o doce leito;
Dos meus vergéis a apaixoná-los
Tens o fulgor que ama os estalos,
Amei-te o leito mui perfeito!

Lembro-me a noite do acalento;
Do sentimento deu-me ao gozo
A ti do alento mui fogoso!...
Vem-me o bom leito do Sorrento.

Ó meu amor!... Eis-me a vaidade!
Beijei-te os lábios sem palor...
Que ao sol me sente o teu amor
Ó meu amor!... Eis-me a saudade!

Dos meus alentos que ama o sol;
Ó musa! Que o licor me amava...
Do coração que já me olhava!
Da comoção deu-me o arrebol.

Autor:Lucas Munhoz
796

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