Lucas Munhoz

Lucas Munhoz

n. 1990 BR BR

n. 1990-04-12, São Paulo

Perfil
20 196 Visualizações

Soneto inglês V

Soneto inglês V

Ama-me como donzela, e que me adoras...
Das loas já venceste os rios dos laços;
Cai-lhe o viver esplêndido, e já não choras!
Sinto-me o jovem como olharás os passos.

Vês! Amo-te como jovem que és tão pura!
Às vezes não me ama tanta alma carnal;
Da amizade já sentes a amada dura:
"Vais amar-me o azo pelo amor sensual."

Ó minha amiga! Deus vos sinta o lirismo...
Olharás o meu langor como anjo eterno;
Sinto o teu peito como bom romantismo,
Amo-te tanto amor a vê-lo o ser terno.

Ó forte coração! Deus vos ama o peito...
Que, ao ver-te o colo como amigo perfeito.

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados

Ler poema completo
Biografia
A mãe amada e maravilhosa

Como o beijo dói... Que nos vimos a alma!
Beija-me o cálix d´ouro! Eis-me o bom fado...
Como a moda seduz... Amo-te a alvura!
Dos amores já vens a amar-me o amado.

Ergue-te o olhar amável... Que és mui doce!
Bela volúpia já vens a amar-me a alma;
Ó mulher do meu viver! Que és mui forte!
Deixa-me alçar os teus olhos sem palma.

Deixo-te amar os meus corações d´ouro!
Dos alvores já vens a amar-me o anelo;
À vaga eterna a ti... Quero-te o peito!
Quase a beijar a alva do teu cabelo...

Ó minha querida! Quase a arder o amor!
Amo, mas já me sinto a tua alcova...
Dos ardores já vens a amar-me o leito;
Aos beijos do alvor que sentes a cova...

Bela amiga já vens a amar-me o beijo;
Ali sentiste o meu viver que me amas,
Se me amares o alaúde que és mui bela!
Canta! Brilha! Que vens as belas chamas.

Ó minha donzela! Amo-te o forte alvor!...
Beija-me o colo eterno! Eis-me o perfume!...
Dos lábios já vens a beijar-me o vinho!
Amas, mas já vens o meu forte lume...

À tua amiga eterna... Ama-me o ardor!
Dos teus lábios já sentes a amizade;
A ti que és mui serena e doce em vida,
Beija-me o amor quente a vê-la a vaidade.

Ó minha amiga! Amo-te o forte alvor!...
Dos corações já vens a amar-me o colo;
A mim que és mui bondosa em avidez
Amo-te o amor eterno como Apolo!...

Autor:Lucas Munhoz

*Direitos Autorais Reservados

Poemas

28

Soneto inglês VI

Soneto inglês VI

Doce, se este anelo do bom amante
Amo-te como amante, doce alcova
Hás de sentir-me o alvor apaixonante;
Amo-te como autor, e que comova.

Os vossos alentos hão de adorar-me;
Doce nome já tens o meu deleite,
Hão de sentir-vos o batel a amar-me!
O licor sedutor, e que me deite.

À cor serena, como o bom poeta
Queres o meu verso do sentimento;
Hás de sentir-me a forte violeta
Beija-me a flor em doce firmamento.

Amo-te como alvor em sedução;
Doce, se és minha musa da paixão.

Autor:Lucas Munhoz
741

A minha meretriz do prazer

A minha meretriz do prazer

Toco-te os seios nos gozos do leito;
Docemente o leite na minha língua
Sou como teu amador, mulher nua
Gozar-te o meu ser que o langor perfeito.

E cheira o meu langor no teu orgasmo,
Ó beijo que os teus bicos ao meu cio!
Hás de beijar-me o deleite sadio...
Alimento-me o teu gozo no espasmo.

Fortemente as danças nuas no ardor,
E no teu corpo vibrante ao meu colo
Gozar-me como os desejos do amor.

Hás de colar-me o prazer do desejo...
Ó volúpia! Sou como o bom consolo!
Beber-te o pêlo do sabor ao harpejo.

Autor:Lucas Munhoz
801

Soneto inglês IV

Soneto inglês IV

Ama-me! Se fores o bom alento...
Ó Mãe perfumosa que és meu viver,
Brilha-te o arame da cor pelo vento
Se te eu cessar à paixão que o meu ser.

Querida, sabes que me amas o enlevo...
Que em tua beleza vens o meu colo,
Se te eu pudesse amar-te o doce trevo
Vejo-a a um lado eterno como Apolo.

A mim a lealdade que és mui bela;
Amo-te tanto! Vejo-te a ternura!...
Dentro do coração já sinto a vê-la,
Que, em olho sereno a ver-te tão pura.

Ó Mãe perfeita! Quero-te o carinho!...
Sinto amar-te o sentimento do ninho.

Autor:Lucas Munhoz
783

Soneto de Amor

Soneto de Amor

Ame o jovem menino, doce amiga
Amar é tão lindo que ama a verdade,
Ao seu fado, sim só vive a amizade;
Que a Dama nos ama a bela fadiga.

Amor! Lá tem a doce flor da viga...
Amar é tão doce que ama a beldade,
Sim! Lá tenho a Dama da lealdade!
Amo a bela amiga da Musa antiga...

Foi-se o nosso albor da vida a vivê-la;
Sem os lembrar a ti do sentimento...
Quem ama o poeta da bela estrela.

Diga o mesmo carinho, como o vento...
Se é minha flor, sim adoro a donzela
Que a ti não me encha do belo tormento.

Autor:Lucas Munhoz
777

Soneto à Doce Menina (Pimentinha)

Soneto à Doce Menina (Pimentinha)

Dar-me tesão vence a mudez, Amor!
Lambe-a a vulva sem dor, sê mui molhada
Ó cio atrevido! Dou-te a alma orlada!...
Tenho a alçar-te o sabor entre o amador.

Bebê-la nua a fome quente ao licor...
Que vens a morder o meu pêlo, amada!
Dar-mas o fio dáágua mui vagada;
Sem morte, vais mordê-lo o forte ardor.

Até que me beijes a noite ardente;
Lambê-la a pimenta que sentes a fome
Ó forte orgasmo! Dou-te a touça quente.

Fizeste o teu sexo que vens a alcova;
Ei-la a mulher virgem ao forte nome!
Dar-me a fantasia carnal que já mova.

Autor:Lucas Munhoz
966

A canção da Doce Menina

Canção da Doce Menina

Inda amo a sua beleza,
Sem que eu encontre a nudez
Lá à Musa adora a avidez,
Que eu vejo a sua pureza.
Sem dor, mas ama o poeta
Tem o amor do belo amante;
Lá tem mais vida completa!
Que adora a vida possante.

Que eu encontro a sua vida,
Sem medo, mas ama o jovem
Lá tem mais vaga vivida!
Inda adora o melhor homem
Lá não tem mais dor perfeita!
Que chora a mulher eleita.

Em alma, que adora o amor
Lá ao jovem ama a mulher;
Onde sente a melhor dor,
Lá tem mais grande viver!
Que eu encontro a sua cama
Sem ciúme, mas sim chama.

Lá à Musa ama a lealdade,
Lá arqueja o doce menino
Em mar, mas ama a bondade
Lá à Musa adora o destino.

Autor:Lucas Munhoz
750

Sonetinho à Doce Menina (Borboleta)

Sonetinho à Doce Menina (Borboleta)

Ver amar o amor a amar-me;
Nua, e a sua cor do anelo...
Só foste a musa a vivê-lo.
Se fores o olho a adorar-me.

Dei-te os corpos nus em pêlo...
à cor negra, em sol a olhar-me!
Vês o forte olho a vagar-me;
Olha-me o amor do cabelo.

ó seios nus... Eis-me o alento!
Dos amores entre os beijos
ó doce mar... Sem tristeza.

Dos lírios ao doce vento...
O vôo deu-me aos arpejos;
Dei-te os fados... Sem pureza.

Autor:Lucas Munhoz
855

Minha bela musa (Cássia Oliveira)

Minha bela musa (Cássia Oliveira)

Era o amor a ti da vida;
Tu, que o labor já chorei!
Que em tua musa vivida,
Do anjo a nudez mui perdida.
Da alma orlada já sonhei!
Eras a cor que eu te amei.

Quem foste a minha donzela!
Dei-te a amante do verão;
Da amante a vida mui bela
Amei-te a alvorada dela!
Foi-se a amante da paixão,
Do alvor vens o coração.

Eras o amor dos meus lírios:
"Amo-te o alvor como amante;
Senti-te os fortes delírios!
Eis-me o dulçor dos meus rios,
Dos meus céus ao Deus possante!
Amo-te o amor mui passante."

Do amor a cor mui serena;
À flor da vida em carinhos
A mim dos lírios sem pena,
Como eras a doce Helena!
Dos alvores aos meus vinhos,
Sinto-te o alento dos ninhos.

Autor:Lucas Munhoz
893

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.