Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
www.contodavampira.blogspot.com
Morcelódia Noturna
Sob o manto noturno, entre estrelas brilhantes,
Deslizam por céus de tenebrosa melodia.
Morcegos, criaturas das noites radiantes,
Encantam-me com sua dança sombria.
Suas asas negras cortam o ar feito cetim,
Um ballet silencioso em meio à escuridão.
Eles desafiam a noite e voam até o confim,
Em um ritmo único e cheio de paixão.
Oh, morcegos, mensageiros da meia-noite!
Com olhos vivos e atentos aos segredos ocultos.
Vocês encarnam a beleza do enigmático rito,
Símbolos eternos dos góticos mais indultos.
Entre os corcéis celestes que cruzam o espaço,
Os morcegos revelam um fascínio ancestral.
Uma presença sublime em seu voo audaz,
Transcendendo barreiras num balé sobrenatural.
Com sua elegância enigmática e singular,
Os morcegos cativaram minha alma inquieta.
Como seres alados da noite sem parar:
Inspiradores de uma poesia negra e completa.
Que seus voos noturnos inspirem meu coração,
A buscar nas sombras a verdadeira emoção.
Pois nos morcegos encontro vida na escuridão,
Envolto nesse madrigal dedicado à sua imortal canção
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Lembranças que Sangram
Sob o luar, uma vampira se senta sozinha,
Com uma taça de vinho, ela olha para a lua.
Lembranças de sua vida mortal começam a surgir,
Como ondas quebrando na praia, elas continuam a vir.
Ela lembra do calor do sol em sua pele,
Do riso e do amor, da vida que a fere.
Agora, ela é uma criatura da noite,
Vivendo na escuridão, longe da luz.
Ela bebe seu vinho, tão vermelho quanto o sangue,
E pensa na vida que deixou para trás.
Ela era uma vez humana, cheia de vida e amor,
Agora, ela é uma vampira, com a eternidade e a dor.
Ela olha para a lua, tão brilhante e clara,
E sente uma tristeza que só pode suportar.
Ela era uma vez mortal, mas agora não é mais,
Ela é uma vampira, presa no passado.
Mas mesmo assim, ela encontra beleza na noite,
Na quietude, na escuridão, na luz da lua.
Ela bebe seu vinho e lembra de sua vida,
Uma vampira sob a lua, cortada como uma faca
suas lembranças sangram.
causando feridas que jamais iram cicatrizar.
Luciana A. Schlei
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pensamentos 011
Triste melodia
Guia perdido
Aves em grito
Na desilusão que crio
Vai esvaindo as lágrimas
Cansadas e serenas
Pelo rosto condenado.
Tenta ir em frente
Por dentro descontente
A lagrima escorre no coração
A morte ,a canção.
Luciana A.Schlei
06/05/19 -praia grande SP
Dança dos Fantasmas
Nas sombras dançantes da noite profunda,
Surgem os fantasmas de alma imunda.
Suas silhuetas pálidas em movimento,
Numa dança macabra, cheia de tormento.
Os passos etéreos ecoam pelo ar,
Enlaçados numa coreografia singular.
Espectros sem face, rostos ocultos,
Dançam na penumbra, como seres indultos.
Seus vestidos rasgados flutuam ao vento,
Em meio às ruínas e ao lamento.
Fantasmas perdidos, condenados a vagar,
Pelas trevas eternas, sem jamais descansar.
Essa dança sinistra, um espetáculo funesto,
Encanta e aterroriza quem observa do cesto.
Os mortais curiosos que ousam espiar
Essa dança maldita, jamais irão escapar.
E assim eles seguem nessa dança insana,
Com olhos vazios e almas que se enganam.
A Dança dos Fantasmas é uma sinfonia fúnebre,
Que nos lembra das agruras da vida celebres.
Então cuidado ao testemunhar tal encanto,
Pois aos olhos humanos pode ser um tanto espanto.
Respeite os espectros da noite infindável
E deixe-os seguir sua dança imperturbável.