que busca intermitende as vezes fugas, noutras doloridas em momento de paz o sorriso com alternancia de lagrimas que louca busca com caminho espinhoso para ser e estar e caminhar.
Caminhando avisto um monte De grande dimensão Desafia minha coragem, Meu discernimento. As arvores, as pedras Íngremes me faz parar Para admirar o desafio A busca do cume florido. Sinto o frêmito da emoção Da conquista da fé, Da possibilidade, do desconhecido. Caminho em direção ao monte rochoso Com passadas firmes e confiantes Acreditando ser possível Encontrar a fé esquecida, adormecida Pelo tempo de tantas buscas em vão! Cada passo um desafio Um constante obstáculos A me fazer temer a conquista Da fé desconhecida. Vou alcançando a distancia Cada passo uma conquista O desafio me fornece a energia Para continuar o desafio Do cume alcançar. Suando e respirando Sinto o folego da fé aumentando E minhas mãos estão próximas Dos galhos das arvores, da escarpa rochosa Meus olhos ficam no êxtase Da imagem do paraíso encontrado. Mãos me acolhe e a fé renasce No coração que desistiu de acreditar No ponto da paz. No cume do monte rochoso A paisagem é de flores, jardins Amigos partidos em outrora As lagrimas desafiam a dureza Da caminhada Em fim o paraíso está em mim!
Licroceh Usalsolo Dez 2015
278
Ausencia 1
Na porta da entrada Estava estampado o aviso: ausência De afeto, de gestos, de sonhos e de esperança. No átrio a sombra Da solidão Do esquecido sonho Que o tempo escondeu! No portal da vida São muitos os caminhos e atalhos As curvas, as tentações E o esquecimento. Passos a direita, á esquerda E vejo na fresta da janela Um sopro de esperança. De repente, uma imagem, uma foto Uma sombra, sinto o perfume E volto a sonhar. Espero o sol, a lua, o vento Trazer você Deixando no ar a esperança De continuar a esperar.
Licroceh Usalsolo 10 2015
332
Noite
Quando se aproxima o entardecer trazendo o crepuscolo do dia a noite sauda os amantes deitando em seus braços uma mar de estrelas. Quando a noite derramana nos ceus a tinta azul com o brilho das estrelas o poeta chora a ausencia da amada que tarda e nao chega para o amor viver. Na noite triste - pela solidão das mãos vazias olhos perdidos no espaço o poeta grita o surdo nome que se transmuda em saudades. Ah, na noite eu te busco para brilhar como as estrelas no colo do poeta amante.
licroceh usalsolo agosto 2015
274
PARA UMA JOVEM.
No final o entardecer Faz com que não percebas A mensagem do passado A busca no presente Para clarear um passado Que desconheces Por ainda não existires. No início da noite As estrelas se apresentam Com um brilho tímido Temendo sua intolerância Com um passado que não viveste. A juventude requenta o passado Sem conhecer o sentimento De amores e amizades Desconhece o ardor doutrora Dos que chegaram antes. Volteia seu olhar para a esquerda Volteia seu olhar para a direita E não consegues sentir No infinito o gosto das palavras Que mesmo na ilusão da realidade Seja tão somente um sonho Uma quimera dos amigos do passado.
Licroceh Usalsolo Dez 2015
266
A sua imagem em mim
Quando do nascedouro da saudade Lembramos dos nossos desejos Dos nossos sonhos Do incorreto e distante querer. Quando a ausência se apresenta Dói a saudade através das imagens Guardadas no coração em prantos. Nas imagens, nas fotos, no cabelo Claro como o sol do dia d'agora Fico sentindo o gosto Da minha grande ilusão. Quando a saudade vem a galope Trazida pela ausência Fica o poeta contando nas noites Solitárias as estrelas Esperando um acendo. Não nasce o aceno, o sorriso Desmaia o sonho, a saudade Esta atropela meus sentimentos Que espera a chamada aguardada Na saudade a ausência se faz forte Transpassa a flecha no frágil No inconstante coração.
Licroceh Usalsolo
Outubro 2015
305
Ode ao Rosa e ao Vermelho
) relembrar o tempo - passado Ficaram marcas e lembranças Imagens e saudades. Não há diferença no rosa e no vermelho No sol loiro dos seus cabelhos Nos olhos marcantes e curiosos Não lute pelo rosa, nao despreze o vermelho Só a saudade é que impulsiona As lembranças dos gestos, das mãoes Dos olhos e das palavras contidas. Não fique no vermelho Não desdenhe o rosa Não temas o amor Não fuja das lembranças Não guarde a tristeza.
licroceh usalsolo 11 2015
298
Desencontr0
No caminho as estradas com sinais confusos levando a lugar nenhum já não sei como andar. Na causa o abandono o ir sem o devir o viver sem encontro a saudade que nasce da ilusão de voce.
licroceh usalsolo agosto 2015
265
MISSÃO
Como dizer do meu sentimento sem espelhar o medo que consome a duvida do seu querer; Sinto a cada momento sua ausencia, sua distancia o caminho dificil a percorrer; Não sei dizer da saudade que senti nestes dias distante das nossas conversas dos gestos escondidos na incerteza da sua paixão eu a quero, mas o temor e o olhar ás vezes distante abafa o som do grito do amor.
licroceh usalsolo novembro 2015
287
OLHAR NO HORIZONTE
Sentido o gosto da partida a ida sem os acenos olhos perdidos no infinito buscando no horizonte o talvez no reencontro esquecido no tempo. Lembro a cada momento da primeira palavra da troca de olhares dos lábios ressequidos para soltar o alô eu sou e voce é somos desconhecidos no ontem e nascemos no hoje para termos o amanhã. Não posso gritar o seu nome e nem mesmo falar da saudade que nasce e cresce a cada dia.
licroceh usalsolo dez 2015
269
Manhã
De repente nasce a manhã trazendo as imagens que ficaram marcadas nos semblantes dos amantes doutrora. De repente voce renasce no meu amanhã trazendo o seu perfume o gosto do seu baton impregnado em mim. De repente nasce na manhã o desejo de te-la novamente aqui. Nasce no meu amanhã a volupia do ontem vivido.
Um notável texto de sua autoria Poeta LUIS COELHO, bom dia! Li este seu texto “UM ENCONTRO” e gostei bastante de sua forma de se expressar. Você é uma daquelas pessoas que sabem o que, e do que está falando. Mesmo sendo agente literário, e prestando serviços para várias editoras, recentemente publiquei alguns de meus escritos em uma antologia produzida pela Editora Palavra é Arte. O sistema que eles utilizam para o edição de livros é algo inédito. Nós autores não gastamos nada com produção da obra. Os exemplares nos são disponibilizados no sistema de venda consignada. Isto quer dizer que se alguns exemplares não forem vendidos, podemos devolvê-los, e estes serão doados a bibliotecas públicas e presídios, inclusive das cidades onde moramos. Como gostei muito da forma como você escreve, pedi permissão à editora para convidar você e mais oito outros autores, para participarem de uma das próximas edições. Se um de seus objetivos quanto à Literatura é ter seus textos publicados em forma de livro impresso, acredito que esta seja uma boa oportunidade. Por isto peço permissão para que façam contato com você e lhe enviem o material referente à publicação. Espero que desta forma, eu esteja retribuindo a sua amizade. Se for dar resposta a esta minha mensagem, gostaria de pedir-lhe que, por gentileza, envie sua resposta para o meu e-mail pessoal que é este: [email protected] Um abraço fraterno, Marc Burnier
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